Palavras inglesas que já nem parecem estrangeiras em português, de "futebol" a "cimento", usadas há tanto tempo que perderam o rótulo de anglicismo.
Palavras portuguesas que só existem no plural, como óculos e parabéns, e porque a língua nunca desenvolveu uma forma singular para elas.
Porque em Portugal se diz "casa de banho" e no Brasil "banheiro", duas formas diferentes de nomear a mesma divisão da casa.
Palavras da língua portuguesa com origem árabe que usamos todos os dias, de alface a almofada, herança de quase oito séculos de presença árabe na Península Ibérica.
Porque "obrigado" muda consoante quem o diz: a curiosa razão gramatical pela qual homens e mulheres dizem esta palavra de forma diferente.
Palavras portuguesas de origem francesa que usamos sem dar conta: abajur, batom, garagem e muitas outras que já não soam estrangeiras.
Palavras portuguesas que vieram do tupi e do guarani: abacaxi, jacaré, capivara e outras palavras do dia a dia com origem indígena brasileira.
Palavras portuguesas que mudaram de significado ao longo dos séculos, como azar, sorte e fortuna, e as histórias curiosas por trás dessa mudança.
Palavras portuguesas que não têm tradução direta noutras línguas: saudade, desenrascar, cafuné e outras que resistem a qualquer dicionário bilingue.
Porque Portugal e o Brasil escrevem a mesma língua de forma diferente: as raízes históricas por trás do português europeu e do português do Brasil.
Um doce leve e aéreo, feito à base de claras em castelo caramelizadas, cozido em banho-maria, uma sobremesa clássica que...
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