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Os 12 melhores locais para visitar em Évora

É uma das mais bonitas cidades portuguesas e possui uma história única e milenar. Descubra os 12 melhores locais para visitar em Évora.

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Évora
Évora

A cidade de Évora deve o seu nome original Ebora aos Celtas e é uma das cidades históricas mais belas do mundo. Os Romanos construíram o seu templo glorioso em honra do imperador Augusto e a nobreza portuguesa mandou erguer palácios imponentes, capelas, conventos, igrejas e a majestosa catedral gótica. Descubra os 12 melhores locais para visitar em Évora.

Vestígios de diferentes épocas e civilizações mantêm-se praticamente intactos numa cidade onde as pessoas passeiam por ruas calcetadas medievais. Amplas arcadas cedem passo a pitorescas praças, onde se encontram lojas de artesanato e modernas boutiques de marcas. Os cafés com esplanadas convidam-no a relaxar, enquanto os bares e restaurantes oferecem uma viagem gastronómica pela região sul do país.

 

1. Templo Romano de Évora

Este é um dos marcos da cidade e um dos principais símbolos da ocupação romana de Portugal. O templo foi originalmente construído no século I d.C. para servir de local de culto ao imperador Augusto e ainda conserva 14 das suas colunas. Reza a história que foi erigido em honra de Diana, a deusa romana da caça, daí ser conhecido como Templo de Diana.

templos romanos
Évora

É composto por 14 colunas coríntias encimadas com mármore de Estremoz. Está relativamente bem conservado, uma vez que já foi construído à mais de 18 séculos, isto deve-se por ter sido emparedado durante a sua transformação em fortaleza durante a Idade Média, não sendo descoberto até à sua restauração, no século XIX.

 

2. Praça do Giraldo

A Praça do Giraldo é a principal da cidade de Évora. Este lugar tem sido testemunha de importantes momentos da história de Portugal, como: a execução de Fernando, Duque de Bragança, em 1483; a queima pública das vítimas da Inquisição no século XVI; ou os intensos debates sobre a reforma agrária durante a década de 1970.

Évora
Évora

Hoje em dia, a praça ainda é o coração da cidade e alberga várias lojas, cafetarias e restaurantes e, muitas vezes é o local de diferentes actividades. Além disso, possui uma fonte de mármore do século XVIII, obra de Afonso Alvares. A sudoeste pelas ruas estreitas de Évora forma-se o antigo bairro judeu. A nordeste, na rua 5 de Outubro, localizam-se preciosas casas com varandas com vista à Sé de Évora.

 

3. Sé Catedral de Évora

A Sé Catedral de Évora é considerada como a maior catedral medieval portuguesa. Foi construída dos finais do século XIII até inícios do século XIV no estilo gótico de transição, contendo alguns elementos romanos. É consagrada a Santa Maria, sendo também conhecida como Catedral de Santa Maria. A sua fachada de granito é flanqueada por duas grandes torres encimadas por setas góticas, enquanto as paredes e os corredores são encimadas por ameias. A fachada ocidental é decorada com uma representação dos apóstolos.

Sé Catedral de Évora
Sé Catedral de Évora

No seu interior consta de uma grande nave central com pontas abóbada de berço. À esquerda encontra-se um altar barroco com uma imagem da Virgem grávida (do século XI) em pedra policromada; Enfrente um trabalho em madeira dourada (do século XVI) obra de Olivier de Gand, representando o Arcanjo Gabriel.

 

4. Capela dos Ossos

Esta intrigante capela faz parte da Igreja Real de São Francisco. As suas paredes e pilares encontram-se revestidas por cinco mil caveiras e milhares de ossos que estavam sepultados nos cemitérios da cidade. Ao fundo, numa das suas paredes, aparecem esqueletos pendurados.

Capela dos Ossos de Évora
Capela dos Ossos de Évora- Steve Wong

Se for sensível, é melhor pensar duas vezes antes de passar a arcada onde se lê “Nós, ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”. Foi construída no século XVI por um monge franciscano que pretendia transmitir a mensagem de que a vida é apenas uma mera passagem para o Céu ou para o Inferno. Diz a lenda que ambos, pai e filho, espancavam a mãe. Ao morrer, a mãe pregou sobre eles a seguinte maldição: “Que a terra das vossas sepulturas não vos destrua!”. Quando morreram tiveram os seus corpos expostos na capela como forma de punição pelos seus actos.

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