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Cinco coisas que nunca deve comprar em segunda mão

Cinco coisas que nunca deve comprar em segunda mão
Cinco coisas que nunca deve comprar em segunda mão

Comprar artigos em segunda mão é, para muitas pessoas, uma escolha consciente: permite poupar dinheiro e reduzir o impacto ambiental, prolongando a vida útil dos produtos.

Ainda assim, nem tudo é boa ideia quando passa de mão em mão. Em alguns casos, o desgaste invisível ou as questões de higiene anulam qualquer vantagem financeira e podem representar riscos sérios para a saúde e a segurança.

Há itens em que o usado simplesmente não compensa. Eis cinco coisas que não devem ser compradas em segunda mão.

Capacetes de mota ou bicicleta

No topo da lista está um item diretamente ligado à segurança pessoal. Os capacetes são concebidos para absorver impactos uma única vez.

Mesmo que o exterior pareça intacto, o interior pode ter microfissuras resultantes de uma queda anterior, reduzindo drasticamente a capacidade de proteção. Acresce ainda o fator tempo: os materiais degradam-se com os anos, e num capacete usado é impossível saber a idade real ou o historial de utilização.

Cadeiras auto para bebés

Tal como os capacetes, as cadeiras de criança para automóvel têm prazos de validade e normas de segurança em constante atualização.

Uma cadeira que tenha estado envolvida num acidente — mesmo ligeiro — deve ser descartada. Além disso, modelos mais antigos podem não cumprir os requisitos atuais de proteção lateral ou de fixação, colocando a segurança da criança em risco.

Colchões

O preço elevado de um colchão novo leva muitas pessoas a considerar opções usadas, mas este é um dos casos em que a poupança pode sair cara.

Colchões acumulam humidade, ácaros, bactérias e resíduos orgânicos ao longo dos anos. O risco mais sério é a introdução de percevejos em casa, uma praga difícil e dispendiosa de eliminar. Do ponto de vista ergonómico, um colchão já moldado ao corpo de outra pessoa pode provocar dores nas costas e problemas de postura.

Pneus

Recorrer a pneus usados pode parecer uma solução rápida, mas é uma falsa economia.

A borracha envelhece, perde elasticidade e aderência, sobretudo em piso molhado. Para além disso, um pneu pode ter danos internos invisíveis, causados por impactos ou reparações mal feitas, aumentando o risco de rebentamento em andamento.

Maquilhagem e produtos de cuidados da pele abertos

Produtos de beleza usados representam um risco sanitário real. Batons, máscaras de pestanas ou cremes em boião podem conter bactérias e fungos logo após o primeiro contacto com a pele.

Mesmo que tenham sido pouco utilizados, não há forma segura de garantir que não estão contaminados. Além disso, muitos destes produtos oxidam após a abertura e podem causar irritações, alergias ou infeções cutâneas.

Quando o usado deixa de compensar

O mercado de segunda mão é uma excelente opção para muitos artigos, como móveis de madeira, livros, utensílios ou roupa que possa ser bem higienizada. No entanto, quando estão em causa segurança física ou higiene profunda, o risco ultrapassa largamente a poupança.

Nesses casos, investir num produto novo, com garantia e certificação, é uma decisão mais sensata a médio e longo prazo.

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VxMag

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