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As 15 melhores casas de fado de Lisboa

Símbolo máximo da capital e cada vez mais apreciado por turistas e portugueses de todas as idades. Conheça as 15 melhores casas de fado de Lisboa.

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Fado
Fado

 

Perca-se nas ruelas e bairros lisboetas, reviva os séculos passados dos nossos poetas nas vozes dos nossos fadistas e ao som do trinar da guitarra portuguesa. Casas de Fado em Lisboa é uma tradição exibida com orgulho em qualquer guia turístico. Actualmente já não é um gosto dividido pela idade e podem ver-se as casas de fado em Lisboa repletas de juventude!

 

1 – Café Luso – Travessada Queimada, 10

Fado, Tradição sem Tradução – é o lema desta casa de fado.

O Café LUSO, Casa de Fado fundada em 1927, situa-se na sétima colina de Lisboa, a mais alta, onde se implantou o Bairro Alto há aproximadamente 500 anos.

Num dos bairros mais emblemáticos de Lisboa, O Café Luso instalou-se nas antigas adegas e cocheiras do Palácio Brito Freire, edifício do séc. XVII. A beleza estrutural só rivaliza com o fado na sua acústica perfeita.

 

2 – Faia – Rua da Barroca, 54-56

As guitarras portuguesas marcam a sua presença nas paredes deste espaço tradicional. Os candeeiros e as arcadas relembram jardins portugueses mas o espaço é bem acolhedor e caseiro.

As fotografias na parede contam a história do fado e do Faia.

Este espaço com 68 anos sofreu uma remodelação de imagem modernizou-se, sem perder a tradição do fado e da gastronomia portuguesa.

 

3 – Senhor Vinho – Rua do Meio à Lapa

O restaurante Senhor Vinho foi fundado em 1975 com o intuito de bem servir os seus clientes quer a nível gastronómico quer artístico. Localizado no bairro típico da Madragoa-Lapa, o Senhor Vinho é um ícone dos restaurantes de Fado, contando com a presença dos melhores artistas e guitarristas de Fado a actuar no seu espaço.

A ementa está repleta de cozinha típica portuguesa e de uma notável garrafeira que, aliadas à alma fadista que se vive neste espaço, fazem desta refeição uma inesquecível experiência a não perder.

Com uma decoração tradicional mas requintada e um ambiente sóbrio típico de casas de Fado, no restaurante Senhor Vinho poderá saborear o que de melhor se faz na cozinha e na música portuguesas, quer numa saída romântica ou até mesmo num jantar de negócios.

 

4 – Duetos da Sé – Travessa do Almargem, 1B

O ambiente de requinte e elegância não deixa perder a tradição do fado nem da gastronomia portuguesa, apenas a aguça. O ambiente à meia luz é acolhedor e ganha alma com o piano na sala.

Reconhecida pelo fado de qualidade, não deixa de enveredar por outros estilos, embora bem portugueses.

As paredes de areia e pedra trazem à memórias as antigas portuguesas.

 

5 – Adega Machado – Rua Norte, 91

No início do século passado ainda se chamou “Barrete Verde”, mas depressa adoptou o nome que lhe deu a fama, Adega Machado. A fachada da Adega Machado muito diz da sua história, com os azulejos Thomaz de Mello. A sala principal respira o sentido cosmopolita de um dos bairros mais emblemáticos da capital, o Bairro Alto.

 

6 – A Severa – Rua Das Gáveas

A Severa foi inaugurada em 1955, permanecendo na mesma família. A conjugação perfeita entre restauração e artes no Bairro Alto propicia experiências fantásticas.

Acompanhar a tradicional gastronomia portuguesa ao som do melancólico mas igualmente delicioso fado é a proposta d’A Severa.

Delicie-se com os murais em azulejos alusivos a Lisboa.

 

7 – Tasca do Chico – Rua dos Remédios, 83

Acolhedora, escura e rústica – assim é a Tasca do Chico. A Tasca do Chico pode ser encontrada no Bairro Alto e em Alfama onde os fados têm particular destaque.

O fado ao vivo é umas das atracções principais, tal como os petiscos portugueses numa nova tasca velha que se estendeu a Alfama.

 

8 – Casa de Linhares – Rua de São João da Praça

Num edifício renascentista que ruiu no terramoto de 1755, as abóbadas em barrete de clérigo ainda dão o ar da sua graça. O pé-direito de sete metros e as colunas de pedra apenas enfatizam o ambiente criado pela lareira de grandes dimensões.

Emblemática casa dos Condes de Linhares onde Luís Vaz de Camões passou os seus últimos dias.

Um misto de história e tradição nas paredes, à mesa e no fado que se ouve.

 

9 – Clube do Fado – Rua de S. João da Praça, 92-94

Os arcos e as abóbodas são o toque especial a qualquer casa antiga. No Clube de Fado, os traços de arquitectura denunciam o que se vai passar: silêncio que se vai cantar o fado.

O ambiente familiar condiz com a decoração sóbria de outrora.

 

10 – Dragão de Alfama – Rua Guilherme Braga, 8

É uma casa portuguesa com certeza. A entrada com pedra da calçada, degraus de mármore, portas altas de madeira e de ferro vive num imaginário da arquitectura portuguesa do final do Século XVIII. O salão nobre é de uma elegância, requinte e bom gosto difíceis de encontrar.

Uma experiência a não perder.

 

11 – Marquês da Sé – Largo do Marquês Lavradio, 1

Ainda algo protegida dos turistas, o Dragão de Alfama é a verdadeira taberna portuguesa.

A decoração enaltece todo o sentimento fadista com os pratos tradicionais portugueses.

 

12 – Mesa dos Frades – Rua dos Remédios, 139 A

Uma antiga capela dá origem a uma pequena casa de fados. De ambiente acolhedor, está decorada com painéis de azulejos portugueses.

 

13 – Parreirinha de Alfama – Beco do Espírito Santo, 1

Dos azulejos portugueses, à garrafeira em tijoleira, às traves no tecto que servem de despensa para temperos, o pormenor do Zé Povinho a dar as boas-vindas, este ambiente tipicamente português não desilude.

 

14 – Tasca do Jaime d’Alfama – Rua de São Pedro, 40B

No típico Bairro da Graça, um sítio genuíno e à antiga espera por si. A experiência de fado vadio à desgarrada é única.

O típico sítio onde os proprietários são extremamente simpáticos e os convidam à alma lisboeta.

 

15 – Taverna Del Rey – Largo do Chafariz de Dentro

A Tasca Taverna D’ El Rey é um restaurante típico português. Estando em Alfama, a Taverna D’ El Rey oferece um ambiente bairrista, bastante tradicional português.

O restaurante está carregado de história e simbolismo. O espaço que no passado funcionou como uma tasca de venda de carvão e vinho, é hoje propriedade da fadista Maria Jô-Jô.

O espaço foi remodelado, sendo decorando o teto com madeira a fazer lembrar as caravelas de antigamente e calcetando o pavimento com calçada portuguesa, com desenhos de grandes claves, que nos transportam imediatamente aos acordes do fado que aqui podemos ouvir.

 

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