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10 jardins de visita obrigatória em Portugal

Procura jardins para visitar em Portugal? Se é fã de espaços verdes e românticos, escolhemos 10 jardins de visita obrigatória que você não pode perder.

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Jardim do Paço Episcopal – Castelo Branco
Jardim do Paço Episcopal – Castelo Branco

Procura jardins para visitar em Portugal? Visitar um jardim pode ser dos passeios mais relaxantes que poderá fazer, sozinho, em família ou acompanhado pela sua cara-metade. Hoje damos a conhecer 10 jardins de visita obrigatória em Portugal. Sim, porque descansar não é só ficar esparramado no sofá a ver televisão. São autênticos paraísos onde pode relaxar em família, sozinho ou com a sua cara metade. Não invente desculpas para ficar sentado no sofá! Toca a andar!

 

1. Jardim do Paço Episcopal – Castelo Branco

Jardim do Paço Episcopal – Castelo Branco

O Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco revela-se como um dos mais originais exemplares do Barroco em Portugal. Em especial no que respeita à estatuária: aos aspectos simbólicos e à disposição dos seus elementos em percursos temáticos. Por entre os canteiros de buxo erguem-se simbólicas estátuas de granito, em que se destacam os Novíssimos do Homem, Quatro Virtudes Cardeais, os Signos do Zodíaco, as Partes do Mundo, entre outras.

 

2. Jardins do Palácio Vila Flor – Guimarães

Jardins do Palácio Vila Flor – Guimarães
Jardins do Palácio Vila Flor – Guimarães

Localizado no centro da cidade de Guimarães, o Palácio Vila Flor e os seus jardins remontam ao século XVIII e, desde então, as suas funções e intervenções foram numerosas. Mantiveram-se intactos os jardins de buxo que se desdobram em socalcos fronteiriços à fachada norte do palácio. Foi recentemente requalificado o jardim e encontra-se aberto ao público.

 

3. Parque das Termas da Curia – Anadia

Termas da Curia
Termas da Curia

O Parque da Curia, para além do Hotel, possui um lago artificial, onde é possível passear numa embarcação, com pedais, para duas pessoas (gaivotas), diversas pontes, campos de jogos e casa de chá. O estilo do parque inspira um ambiente romântico com jardins, um lago central, e uma pequena gruta, proporcionando aos visitantes saudáveis passeios ao ar livre.

 

4. Parque de Serralves – Porto

Jardim de Serralves
Jardim de Serralves

Localizado no centro da cidade do Porto até nos esquecemos que estamos numa cidade. A variedade dos jardins é uma das características mais visíveis no conjunto de todos os jardins. Aqui encontra uma Casa de Chá, onde é possível relaxar, e um belo lago repleto de peixes e patos. É o sítio ideal para se fugir da azáfama da cidade sem ter de ir para longe.

 

5. Jardim da Fundação Gulbenkian – Lisboa

Jardim da Fundação Gulbenkian – Lisboa
Jardim da Fundação Gulbenkian – Lisboa

Antes de ser o jardim da fundação foi o parque de Santa Gertrudes, Jardim Zoológico e Feira Popular e até uma residência privada para condes aqui já existiu. Hoje, a Fundação Gulbenkian e os seus jardins oferecem, bem no centro de Lisboa, uma bela flora e fauna e têm as suas portas sempre abertas.

 

6. Jardim da Quinta das Lágrimas – Coimbra

Jardim da Quinta das Lágrimas – Coimbra
Jardim da Quinta das Lágrimas – Coimbra

A Quinta das Lágrimas deve o seu nome às desventuras do romance entre a dama Inês de Castro e o príncipe D. Pedro. A romântica tragédia coloca neste local a morte da bela Inês. A Fonte dos Amores já aparece documentada pouco depois da morte de Inês de Castro, e integra-se hoje num parque de árvores centenárias, ruínas medievais e neo-góticas, tanques e regatos.

 

7. Mata Nacional dos Sete Montes – Tomar

Mata Nacional dos Sete Montes – Tomar
Mata Nacional dos Sete Montes – Tomar

A Mata Nacional dos Sete Montes é o ex-líbris em termos de património da cidade de Tomar. Possui florestas e jardins que, pertenceram durante séculos à Ordem de Cristo. Em 1938 voltaram à posse do Estado depois de ter pertencido durante um século à família Costa Cabral que a tinha adquirido em conjunto com o Convento de Cristo. A flora é rica, aqui podem-se encontrar, por exemplo, pinheiros mansos e bravos, carvalhos, olaias, ciprestes e seculares oliveiras.

 

8. Mata Nacional do Buçaco

Mata Nacional do Buçaco
Mata Nacional do Buçaco

A Mata Nacional do Buçaco teve origem há cerca de 200 anos quando, em 1629, aqui se estabeleceu uma comunidade de Frades Carmelitas Descalços. Foram estes monges os responsáveis pela criação e manutenção desta verdadeira maravilha natural, até 1834, altura em que foram extintas as ordens religiosas em Portugal. No final do século XIX, o rei D. Carlos teve aqui um pavilhão de caça, mais tarde transformado em hotel, o famoso Palace do Bussaco.

 

9. Jardim Botânico da Madeira

Jardim Botânico da Madeira
Jardim Botânico da Madeira

Localiza-se a cerca de três quilómetros do centro do Funchal. Aqui poderá admirar cerca de 2000 espécies de plantas, incluindo plantas exclusivas da Ilha da Madeira e de outras ilhas do Atlântico, tais como os Açores, as Canárias e Cabo Verde. Neste jardim estão representadas cerca de 100 espécies indígenas, que vão desde as que crescem nas encostas mais expostas da ilha até à típica vegetação.

Pode encontrar plantas de zonas do Globo ecologicamente opostas, tais como plantas dos Himalaias e dos trópicos. Reúne algumas das aves mais exóticas e mais raras. As Catatuas e os Loricos das ilhas tropicais Asiáticas, os Periquitos Australianos, os Papagaios Anões, entre muitos outros.

 

10. Parque de Monserrate – Sintra

Palácio de Monserrate - José Flacho
Palácio de Monserrate – José Flacho

O Parque de Monserrate, outrora quinta de pomares e culturas, existe como tal desde o séc. XVIII, quando Gerard DeVisme alugou a quinta à família Melo e Castro, sua proprietária. Desde então, todos os que se seguiram – William Beckford, a família Cook, o Estado Português e, finalmente, desde Setembro de 2000, a Parques de Sintra-Monte da Lua, S. A. – esforçaram-se por criar um maravilhoso jardim botânico, ímpar nas suas características.

Crucial no seu desenvolvimento esteve o que se viria a tornar o 1º Visconde de Monserrate, Francis Cook. Juntamente com o pintor paisagista William Stockdale, o botânico William Nevill e o mestre jardineiro James Burt, criaram-se cenários contrastantes que se sucedem ao longo de caminhos sinuosos por entre ruínas, recantos, cascatas e lagos, sugerindo, através de uma aparente desordem, o domínio da Natureza sobre o Homem.

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