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Os 25 melhores locais para visitar na Alemanha

É um dos países mais diversificados e bonitos da Europa e tem muito para ver e descobrir. Estes são os melhores locais para visitar na Alemanha.

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Alemanha
Alemanha

A Alemanha é um país que sempre despertou a imaginação dos turistas mais curiosos. O povo alemão é visto como frio, conservador e metódico e, provavelmente, associamos essa imagem também às suas cidades. Mas não é bem assim… As cidades alemãs são organizadas e bem preservadas, sem dúvida, mas também são coloridas e cheias de vida. Algumas delas parecem ter resistido ao passar dos séculos e parecem, ainda hoje, cenários que nos fazem recordar a Idade Média. Grandes cidades como Berlim ou Munique atraem milhões de turistas todos os anos, mas pequenos tesouros como Cochem ou Celle começam a entrar no mapa do turismo europeu. São muitas as atracções turísticas e os pontos de interesse na Alemanha e a sua lista de locais considerados como Património da Humanidade é extensa. Há de tudo um pouco para os turistas mais exigentes: pequenas cidades medievais, palácios repletos de romantismo, grandes cidades com monumentos e muita cultura e parques naturais. Estes são os melhores locais para visitar na Alemanha.

 

1. Berlim

A cidade de Berlim, capital da Alemanha, é uma cidade cada vez mais na moda entre os turistas portugueses. Berlim pode não ser tão majestosa como outras cidades europeias (Paris ou Londres, por exemplo) mas possui um charme muito especial e cativante, talvez por causa do seu passado histórico. De facto, Berlim foi uma cidade dividida durante várias décadas. Ainda hoje é possível encontrar vestígios do famoso e infame muro de Berlim, que dividiu a cidade entre a zona de influência ocidental e a zona de influência soviética.

Berlim
Berlim

Grande parte da cidade foi destruída durante a segunda guerra mundial mas, bem ao estilo alemão, reergueu-se e foi capaz de preservar o seu encanto histórico e aliar este sentimento a um toque de modernidade. Não faltam atracções turísticas e pontos de interesse em Berlim, suficientes para manter os turistas ocupados durante vários dias. Por isso mesmo, para aproveitar e descobrir a cidade ao máximo, é aconselhável elaborar um roteiro turístico de Berlim com antecedência e escolher os locais que pretende visitar. Museus, palácios, monumentos, parques verdes… há de tudo um pouco na capital da Alemanha.

 

2. Munique

Uma metrópole moderna com simpatia e uma longa tradição, charmosa e descontraída, animada, mas também sonhadora: Munique é a cidade alemã mais famosa pelo seu estilo de vida. Não é preciso ser rico e bonito para se sentir em casa em Munique, mas isso não atrapalharia. Se bem que a definição de riqueza é muito relativa: quem pode passear pelo centro da cidade com tempo e tranquilidade, parando aqui e ali, sentindo a atmosfera local, bem pode considerar-se rico. E beleza, é claro, também é relativa. Mas não há dúvida de que uma das praças mais bonitas da Alemanha é a Marienplatz, o coração de Munique, com a antiga e a nova Câmara Municipal, Altes e Neues Rathaus. O seu famoso toque dos sinos pertence a Munique tanto quanto a cervejaria Hofbräuhaus e a igreja Frauenkirche, o símbolo da cidade, com as cúpulas verdes das suas torres, que podem ser avistadas de longe.

Munique
Munique

Um passeio pelo Viktualienmarkt é uma festa para todos os sentidos, há simplesmente de tudo aqui – desde coisas tipicamente bávaras até exóticas. Só não tente negociar preços – isso não faz parte do estilo de viver em Munique. Isso vale principalmente nas ruas nobres de comércio, como a Ludwigstraße, Maximilianstraße, Kaufinger Straße e Tal: aqui está reunido tudo o que há de melhor e mais caro, desde moda actual até antiguidades maravilhosas. As coisas ficam mais baratas, mas também mais alegres, nos bairros da moda em Munique, que há muito tempo incluem não só Schwabing, mas também a área em torno da praça Glockenbachplatz, da Gärtnerplatz e da rua Müllerstraße. Já uma visita ao parque Englischer Garten, o oásis de lazer em Munique, entre o rio Isar e a cidade, é gratuita e uma garantia de pura descontracção. Tudo é válido: simplesmente não fazer nada ou observar quem pratica o “Slackline” balançando na corda-bamba (melhora ainda: participar), ou surfar no Eisbach. Para passar uma tarde tranquila aqui, você ainda pode escolher entre duas das cervejarias ao ar livre, os “Biergärten”, mais bonitas da cidade: uma delas fica junto à Chinesischer Turm (torre chinesa), a outra às margens do lago. Aliás, os “Biergarten”, onde um público heterogéneo aproveita à vida à sombras das castanheiras, são um símbolo do verdadeiro estilo de vida de Munique.

 

3. Frankfurt

Quando se fala em Frankfurt, talvez se pense primeiro em grandes negócios, corretores, bancos e bolsa de valores. Tudo é verdade – mas não é só isso. Pois Frankfurt tem um circuito de museus como poucos. Principalmente o Museumsufer, na parte sul do Meno, é impressionante, tendo à frente o maravilhoso instituto de arte Städelsche Kunstinstitut, com a galeria municipal, a Städtische Galerie. Um dos museus de arte mais importantes da Alemanha, que fica no coração do centro de museus de Frankfurt, ele apresenta obras-primas da arte europeia produzida durante nove séculos. A ala ampliada no subsolo, abriga o acervo a partir de 1945, que inclui estrelas como Joseph Beuys e Gerhard Richter. Um pouco adiante, na direção leste, as atrações são o Museu do Cinema e o Museu da Arquitectura, que é, ele próprio, um exemplo de arquitectura inovadora e nada convencional. E a poucos metros de distância encontra-se o Museum für Angewandte Kunst (MAK), o museu de arte aplicada: 1.000 anos de artesanato artístico expostos em uma obra impressionante do arquitecto americano Richard Meier.

Frankfurt
Frankfurt

Do outro lado do Meno, também a poucos minutos de distância, vale a pena visitar o museu de arte moderna projectado por Hans Hollein, Museum für Moderne Kunst (MMK), ou ver uma exposição no Kunsthalle Schirn, que já se estabeleceu como um dos principais espaços para exposições na Alemanha e na Europa. As diversas galerias em torno da catedral expõem arte, em menor escala e um pouco fora das correntes convencionais, mas também de qualidade seleccionada. E até o metro serve de espaço para a arte, como na estação Dom/Römer, onde o projecto “Grenzland” mostra trabalhos que combinam arte, arquitectura e design. A cultura e a história judaicas ultrapassam também limites do concreto, desde os primórdios do século XII até seu recomeço após 1945. O museu judaico, Jüdisches Museum, nos salões históricos do Palácio Rothschild, e a sucursal do museu na Judengasse (Beco dos Judeus), dão um testemunho autêntico e emocionante disso.

 

4. Rothenburg ob der Tauber

Rothenburg ob der Tauber, uma cidade pequena com grande reputação. Em nenhum outro lugar a Idade Média foi tão bem conservada como aqui. Será que paramos no tempo? Quem andar pela cidade antiga, com as suas casas centenárias, praças e cantinhos acolhedores, com torres, fontes, portas, fortes, arsenais e adegas, bem poderia acreditar que sim. Ainda que Rothenburg seja tão pequena, a quantidade de lugares históricos, museus, igrejas, mosteiros e monumentos é enorme. Portanto, é bom reservar tempo suficiente. Talvez também para aproveitar Rothenburg como ponto de partida para explorar o Roteiro romântico, a estrada de veraneio mais famosa – e provavelmente também a mais bonita – da Alemanha.

Rothenburg ob der Tauber
Rothenburg ob der Tauber

Seja na direcção de Füssen, dos Alpes, ou de Würzburg no Meno: aqui, a Alemanha parece sair de um conto de fadas, recheado de castelos monárquicos, belas paisagens e, não menos importante, delícias culinárias. Uma viagem como um sonho: o Roteiro romântico é pura nostalgia, no bom sentido. Voltando a Rothenburg, a nostalgia está presente também durante uma visita à “Weihnachtsdorf Käthe Wohlfahrt”. Aqui, na maior loja de artigos natalícios da Europa, aberta durante o ano inteiro, há simplesmente de tudo para tornar a sua festa de Natal perfeita: pirâmides natalicías, quebra-nozes, os típicos “Räuchermännchen” (bonequinhos usados para queimar incenso), velas, toalhas de mesa festivas e muito mais.

 

5. Castelo de Neuschwanstein

O castelo de Neuschwanstein, no sul da Baviera, é provavelmente uma das atracções mais fotografadas da Alemanha. Com a construção do castelo, a partir de 1869, Ludwig II uniu elementos do castelo de Wartburg com a simbologia do castelo do Santo Gral, da ópera “Parsifal”, de Wagner. Para Ludwig II, o castelo de Neuschwanstein era principalmente um refúgio. Rei da Baviera desde 1864, ele detestava sua residência oficial, a cidade de Munique, uma vez que apenas dois anos mais tarde foi subjugado pela Prússia. Além disso, ele preferia dedicar-se às artes. Como não podia mais ser o soberano do seu verdadeiro reino, ele criou o seu próprio mundo encantado. Entre os compartimentos do palácio mais representativos, há dois salões. O Salão dos Cantores toma detalhes do salão de cantores e festas do castelo de Wartburg como exemplo para combiná-los em uma sala maior e mais sumptuosa que o original – com a diferença de que, aqui, nunca ninguém cantou, nem nada foi festejado.

Neuschwanstein
Neuschwanstein, Alemanha

A sala do trono, com dois andares, arcadas e quinze metros de altura, trem uma ornamentação ofuscante em azul e ouro. Mas o interesse maior de Ludwig II era o “Salão do Santo Gral”, que combinava sua paixão pela Idade Média com a técnica mais moderna da época. Mesmo com relação à comida, o rei insistia em suas referências à Idade Média – sua sala de refeições está decorada com motivos do Torneio dos Trovadores de Wartburg, da lenda e ópera de Tannhäuser. Seus aposentos tinham inspiração no gótico e há detalhes fazendo referência a óperas de Wagner, como a pia com uma torneira em forma de cisne, uma homenagem à ópera “Lohengrin”. Uma outra atracção de Neuschwanstein é a gruta com pequenas cascatas e iluminação colorida, que transmite a ilusão de se estar em uma gruta de estalactite. Vale a pena também dar um passeio até o castelo de Hohenschwangau, que foi reconstruído em 1832 no estilo gótico a partir de ruínas do século XII, ou ao Balneário Romano em Tegelberg.

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