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Os 17 povos que deram origem aos portugueses

Somos muitos mais do que Lusitanos e são muitos os povos que estão na origem dos portugueses. Descubra os 17 povos que são os antepassados de Portugal.

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povos
Celtas

Os livros de História, quando mencionam os antepassados dos portugueses, fazem referência sobretudo aos Lusitanos, à presença Romana e aos Mouros. No entanto, os povos que deram origem aos portugueses estão longe de ser apenas esses. Ainda antes dos Lusitanos, muitos povos habitaram o território que hoje corresponde a Portugal. Alguns desses povos não deixaram vestígios e tudo o que sabemos sobre eles provem da leitura das crónicas históricas dos gregos e dos romanos. É o caso, por exemplo, dos Estrimníos, dos Sefes ou dos Cempsos, cuja história apenas pode ser conhecida através das crónicas do escritor latino Avieno, no século IV.

Note-se ainda que muitos povos são catalogados como pertencendo a tribos celtas falar de todos eles é uma tarefa complicada. Exemplo disso são os Tamagani, na zona de Chaves ou os Gróvios, na zona do Minho. E há ainda algumas surpresas, como os escravos negros que foram usados para povoar a zona do Sado ou os Franceses que vieram povoar algumas partes do Alentejo no século XII. Descubra os 17 povos antepassados dos portugueses, que deram origem à nação que somos hoje.

 

1. Estrimníos

Os Estrímnios (em latim: Oestremni são dados como o primeiro povo nativo conhecido de Portugal. Oestremni significaria (povo do) extremo ocidente. Estendiam o seu território da Galiza (Noroeste de Espanha) até ao Algarve. Este povo de hábitos rudes dormia no chão, alimentava-se de carne de bode e pão feito a partir de farinha de bolotas e praticava sacrifícios humanos durante os quais examinavam as vísceras das vítimas para predizer o futuro.

Ofiússa
Castros

Vindos de leste, chegaram os Sefes, guiados pela sua deusa-serpente, Ofiusa. Estes eram menos numerosos que os Estrímnios. No entanto, os Estrímnios eram um povo de agricultores pacíficos e os Sefes, além de bons guerreiros, possuíam uma religião mais desenvolvida e quase exterminaram os Estrímnios, tendo sobrevivido apenas alguns povoados dispersos pelo território que antigamente dominavam.

 

2. Ofis (ou Sefes)

A passagem dos Sefes como força invasora pelas planícies do Alentejo encontra-se arqueologicamente documentada, seja pelo desaparecimento súbito e inexplicável de povoados na Serra de Huelva e nas duas margens do Guadiana (o povoado de Passo Alto, na margem direita do Chança, é um caso paradigmático), seja pela alteração do modelo de povoamento no Alentejo Central, com as populações abandonando as suas quintas na planície, sem preocupações defensivas, e recuperando ou construindo grandes povoados fortificados, no cimo dos montes, como se pode comprovar nos povoados da Serra d’ Ossa.

sefes
Cromeleque dos Almendres

Fundam uma primeira cidade, Dipo, que sobrevive até à epoca romana e que muito acreditam estar no subsolo de Évoramonte. E avançando para oeste e para noroeste fundam sucessivamente Beuipo (Alcácer do Sal), Olisipo (Lisboa) e Colipo (Leiria), avançando até às margens do Mondego. A terminação em “-ipo” das povoações que fundaram (os topónimos que o tempo não devorou), não nos ilude quanto à sua proveniência, pois a esmagadora maioria dos povoados em “-ipo” encontra-se a sul do Guadalquivir.

 

3. Cempsos

Os cempsos foram uma tribo que habitou o sudoeste da Península Ibérica na Antiguidade. Habitavam a região do Cinético, nome dado na Antiguidade ao Algarve, e faziam parte dos cinetes, motivo pelo qual, mais tarde, Avieno deu o nome de lugum cempsicum ao actual cabo Espichel. Os cempsos viveram na região conhecida como Cuneum Ager (“Campo Cónio”), sendo assim uma variante étnica dos cónios, talvez com fortes influências lígures ou célticas.

Cromeleque do Xerez
Cromeleque do Xerez

Estas hipóteses, no entanto, permanecem em aberto, na falta de qualquer indício significativo que permita elucidar melhor esta questão. Nicolae Densusianu, na sua obra Dacia Pré-histórica, localiza a tribo dos cempsos nas proximidades do Cănicea, numa aldeia da Roménia habitada nessa época pelos coniscos. Os cempsos terão  fundado Sesimbra.

 

4. Lusitanos

Os lusitanos são normalmente vistos como uns dos antepassados dos portugueses do centro e sul do país e dos extremenhos. Eram um povo celtibérico que viveu na parte ocidental da Península Ibérica. Primeiramente, uma única tribo que vivia entre os rios Douro e Tejo ou Tejo e Guadiana. Ao norte do Douro limitavam com os galaicos e astures – que constituem a maior parte dos habitantes do norte de Portugal – na província romana de Galécia, ao sul com os béticos e ao oeste com os celtiberos na área mais central da Hispânia Tarraconense.

Lusitanos
Lusitanos

A figura mais notável entre os lusitanos foi Viriato, um dos seus líderes no combate aos romanos. Apesar de as fronteiras da Lusitânia não coincidirem perfeitamente com as de Portugal de hoje, os povos que aqui habitaram são uma das bases etnológicas dos portugueses do centro e sul e também dos extremenhos (da Extremadura espanhola).

 

5. Fenícios

Os Fenícios eram um povo de navegadores e comerciantes originário do actual Líbano e da zona costeira da moderna Síria. A abundância de peixe das nossas costas interessou os Fenícios na pesca e na salga de peixe, mas também na procura de metais, como a prata, o cobre e o estanho.

Civilização Fenícia
Civilização Fenícia

Traziam produtos, como tecidos, vidros, porcelanas, armas e objectos de adorno, para fazerem as suas trocas comerciais. Fundam as Feitorias, isto é, uma espécie de postos comerciais, no litoral. Criaram o primeiro alfabeto, constituído por 22 consoantes, e utilizaram o papiro para escreverem. Infelizmente, em termos materiais e arquitectónicos temos poucos vestígios sobre este povo (o subsolo do claustro da Sé de Lisboa é um dos poucos exemplos).

 

6. Gregos

Os Gregos chegaram depois à Península, concorrentes comerciais dos Fenícios, fundam várias colónias, tais como Alcácer do Sal. Estes introduziram a civilização helénica no Sul e Leste  da Península. Como vestígios da sua presença deixaram a ânfora (uma das primeiras peças para armazenar mantimentos), vasos e moedas. Embora se considerem lendas, diz-se que Ulisses fundou Lisboa, e o filho deste, Abidis, fundou Santarém.

Navio Grego
Navio Grego

A maior contribuição grega na cultura das populações deste território foi sem dúvida a noção de moeda, que começou a ser cunhada localmente em Emporion no século V a.C. e em Rodes no século seguinte. Esta prática, porém, só se tornou corrente nos restantes territórios da Península Ibérica nos anos posteriores e sob a influência de Cartago.

65 COMENTÁRIOS

  1. Matéria maravilhosa, talvez artigos futuros possam detalhar de forma individual cada um destes povos. Principalmente os judeus que devem render boas reflexões

  2. A calçada à portuguesa só terá a ver com a estrada romana na medida em que o solo é sobreposto com pedra. Na calçada à portuguesa são utilizados o calcário, o basalto e o granito. Na calçada romana é utilizada a pedra como lage, continuada conforme a forma inicial não sendo aparada, o que não acontece com o modo da aplicação da calçada à portuguesa em que as peças são preparadas e ajustadas previamente. A primeira vez que se utilizou este processo terá sido em Lisboa, utilizando-se granito e basalto e outras pedras escuras a fim de esconder a sujidade do piso. É certo que usamos o método romano, utilizando a lage mas não é linear dizer que foi a partir dele que nasceu a calçada à portuguesa. Os Romanos usaram o ladrilhado com peças pequenas mas nunca o usaram em piso destinado a estrada.

  3. Boas!
    Sucinto mas cativante, no entanto realço a falta de alguns povos relevantes, a denominação não muito clara de alguns dos mencionados e também a desordem cronologica da presença destes povos.
    Falta mencionar pelo menos – a origem dos Iberos (hoje Bascos), possivelmente vindos das montanhas do Caucaso.
    Com a queda do Império Romano passaram pelo território hoje de Portugal os Álanos e os Vândalos.
    Os aqui mencionados muçulmanos são uma referência ultra simplista dos povos que se instalaram em Portugal, pois neste período a maioria da população era nativa e eram conhecidos por Moçarabes pelos cristãos e Romanos pelos muçulmanos, mas não podemos esquecer a enorme contribuição dada pelos povos de origem Berber que chegaram neste período junto com gentes das mais diversas origens como do Iraque, Irão, Síria e Iémen.
    Chamar de franceses às gentes de Nice do século XII é muito forçado pois nem francês esta gente falava, melhor dizer Occitanos ou Languedoquianos, neste período e até posteriormente muitos Galegos também se instaláram por cá. Franceses instaláram-se muitos nos Açores durante o período do povoamento junto com Flamengos.
    Bem haja!

  4. Os hábitos tem muita força e pelos vistos continua-se a acreditar numas conclusões resultantes de demasiada simplificação da história que não corresponde ao perfil genético da actual população!
    Os romanos tiveram talvez o maior impacto cultural e 8 séculos de ocupação depois os bárbaros e o império dos árabes que também deixou o seu impacto no desenvolvimento cultural .curiosamente o impacto na descendencia genétuca não ckrresponde nem á longa permanência destes impérios nem á maior influencia e rastos culturais!.
    Haverá assim e muito que distinguir duas caracterusticas fundanebtaus da população de um dado território uma a da cultura e a outra da herança biológica e as suroresas sào muitas e bem diferenciadas dos preconceitos existentes!

    • OS Romenos estiveram 500 anos na peninsula Iberica os Mouros sim estiveram perto de 800 anos na peninsula Iberica, nao percebo porque a pessoas a dizerem o contrario.

  5. O apagamento da origem principal dos portugueses é constante. É ideológico, político, portanto. Ao escrevrem isro:
    “Ao norte do Douro limitavam com os galaicos e astures – que constituem a maior parte dos habitantes do norte de Portugal – na província romana de Galécia”
    e ao juntarem estes povos (os galaicos) nas nossas origens, duas conclusões se retiram: “a maior parte dos habitantes do Norte de Portugal” (mais de 3 milhões) não contam segundo o autor para as origens dos “portugueses”; a segunda, até parece que o facto da reconquista ter sido feita a partir do Norte e, consequentemente, ter havido uma leva enorme de “galaicos” para sul, não conta também para nada.
    Nada que nos admire, só falta dizer que Portugal nasceu do nada, por obra e graça do Espírito Santo.

    • Ideológico é o seu comentário.

      O título é os 17 povos que derem origem aos portugueses. Como deve saber já cá havia gente antes da nacionalidade. A ancestralidade da maioria dos actuais portugueses não começa com a reconquista.

      Pronto, para ficar satisfeito pede-se à VortexMag para fazer um artigo sobre os Galaícos.

      • A única coisa positiva a retirar do seu comentário é que não se estendeu muito para dizer absolutamente nada. Nada como intelectuais de pacotilha. Leia de novo o comentário do leitor a ver se compreende. Após várias tentativas é capaz de conseguir. Não desista.

    • Os Galaicos não são Celtas? A matéria fala nos Celtas. Pronto já pode ficar mais satisfeito.

      O seu grande problema idiológico é Lisboa ser a capital de Portugal.

    • Mas é mesmo: ainda faltam os Túrdulos, os Turdetanos, os Vetões, os Draganos, entre tantos, tantos outros. E já nem falo nas sub-etnias dentro de cada um desses povos (os celtas dividiam-se em inúmeras sub-etnias e tribos, o mesmo com os Iberos, etc). Enfim, um mosaico muito mais denso do que o mostrado neste artigo…

      • claro. e os batutanos? eheheh. Normalmente há mais nomes que tribos. mas é verdade, tudo é muito mais complexo que isto. mas ainda bem q alguém avançou com a ideia. assim podemos aportar mais ideias e assim aprender. ninguém jamais vai conhecer o passado meio distante mas pelo menos divertido-nos a pensar

      • estamos a falar de história. da história dos povos que terão feito a história deste território. Da minha parte e de outros aqui não há espaço para nacionalismos nem para moralistas políticos. não estamos a falar da peste nem da metáfora q usas. dá para entender? na história, como ciência , não há espaço para vitimas nem vencedores. tudo é um processo natural no qual não podeos interferir( dada a distancia temporal).

    • já foi mais q mencionado. chegaram em 711 a convite de um dos dois reis visigodos(germânicos) para matar o outro (irmão). cumpriram com o combinado….mas depois pensaram…mas estes gajos têm o território assim de abandonado?….fraticidas?….agora queremos tudo! esse tudo durou até os próprios se começarem a dividir. os generais eram sauditas, o exército era berbere, Touareg e mais… o resultado é a história q conhecemos, again and again.

  6. A história (os vestígios) dos Fenícios em Portugal
    é bastante mais do que isso. Parece não haver a mínima dúvida
    que foram eles quem fundou Lisboa, mas não só.

  7. na verdade estudei historia universal,mas falarem de gregos e fenicios e nao meterem cartagineses,ja me faz duvidar ,pergunto alguem nos enganou (professores ) durante anos?,nao falam em celtas celtiberos etc ,quem quer protagonismo,como podem falar em factos que nao existem,nao ha memorias ,deixem a hsitoria como estava e ensinem aos alunos de hoje ,faziam u mgrande favor aos Portugueses,so queria que este senhor que inventou alguns nomes aqui,disse-se em que enciclopedias viu alguns nomes e so farsas e farsantes

    • calma….
      devo recordar que entre fenicios e cartagineses a diferença é temporal e não genética…. se queres falar de cartagineses falas de uma época , se preferes falar de fenicios falas de outra…. mas no fundo é o mesmo povo em épocas distintas. viva a história!

  8. Faltam os Suevos, que depois da queda do império romana, fixaram-se no nordeste da Península Ibérica. O reino Suevo compreendia os territórios da atual Galiza e Minho, sendo Bracara Augusta (Braga), cidade anteriormente fundada pelos romanos, a capital.

  9. Fenícios, Romanos, Árabes (Moçarabes e Barberes incuídos) e Visigodos foram os principais povos que deixaram marcas no atual território português que ainda preduram até aos nossos dias.

  10. Finícios, Gregos, Romanos, Árabes (com Moçárabes e Barberes incuidos) e Visigodos foram estes os povos que deixaram marcas no atual território português que preduram até aos nossos dias.

  11. Muçulmanos não são “um povo”, mas uma religião, por assim dizer. Melhor seria dizer berberes, mouros e árabes. Boa matéria, fácil e de leve leitura

  12. Erro (falta) indesculpável:
    Aqui falta a menção à Turdetânia, muito antes dos fenícios e ao tempo helenístico, com pegada até Alcácer do Sal.
    Os turdetanos, foram de facto quem primeiro viveu em larga escala toda uma área que se projectava até ao rio Guadalquivir (Sevilha).

  13. GOSTEI DE TODOS ESTES COMENTÁRIOS. AFINAL …..A HISTÓRIA ESTÁ MUITO VIVA. DIZ-SE POR AÍ QUE A HISTÓRIA ESTÁ MUITO DESPREZADA, DIMINUIÇÃO DE TEMPOS LECTIVOS NAS ESCOLAS, ETC. – SERÁ VERDADE????

  14. é pá… quando se fala na origem primeiro penso no condado portucalense… que pelo que entendi sao grovios… nem celtas nem lusos nem tanas…

  15. Os mouros estiveram em Portugal logo apos a queda do imperio romano. Estes , romanos, sua presença foi hostil aos locais.Quanto aos mouros, estiveram apenas elites militares mouras e não como se diz grandes quantidades de população moura entre nos. A relação com os mouros foi relativamente pacifica ao contrario desta com os Romanos. O envolvimento familiar entre mouros e locais , era ficcional na medida que muculmanos e povos lusitanos e povos ibericos não pertenciam a mesma cultura religiosa.Lisboa foi uma cidade ocupada por arabes todavia foi lusitana e não moura. Os Portugueses são fundamentalmente de origem celtibera, visigotica , sueva muito embora tenham sido influenciados por outros povos que aqui passaram.

    • calma! os mouros chegaram à iberia , não a portugal, que ainda não existia. essa iberia (711) era visigoda, não romana…e os visigodos eram “germânicos” e não latinos. O contrário Filipe, os mouros sim que tiveram presença. os romanos eram uma elite que se instalava para gerir e governar. eram poucos e não se misturavam com os nativos. possivelmente existiria mais ADN mouro que romano na iberia não fossem outros povos bem mais antigos que os romanos mas que viriam também da península itálica (há quem diga que os lusitanos são descendentes do povo coním, vindo da atual Ligúria, italia) é tudo mto confuso como para ter ideias fixas!!!!

      • o povo chamava-se koni, ou cónio, e não vieram da Liguria, chegaram até lá e muito mais, existe até uma forte possibilidade de terem sido eles a ensinar o alfabeto aos fenícios.

  16. faltou mencionar os celtas gauleses bretões, porque os lusitanos eram galaicos , e todos estes povos eram das origens ibéricas-hispânicas que foram para as ilhas britânicas . Se bretões, gauleses, celtas são de raça hispânica , subentende-se que são espanhóis de raça, e se os lusitanos são galegos também são espanhóis . Então não podemos esquecer de mencionar o rei Arthur e os Percival, lancelote , etc … , . Haja tanta idiotice sobre estes celtas , bretões e lusitanos são todos uma rebostalha espanhola . assim LSouza

    • ou seja, para ti, o passado é consequência do presente e não o contrário. os povos celtas e ibéricos são espanhóis, os francos são franceses, os romanos são italianos, os Vikings eram suecos, noruegueses etc…e os lusitanos claro, só poderião ser bons portuguêses! penso que não compreendo a tua ideia.

  17. A maior falta é dos Turdetanos. Um povo muito interessante, e para mim como filho de Loulé onde foram encntradas bastantes lapides deles, são demasiado desconhecidos Bom artigo..

    • esses turdestanos não são aquilo a que se chama bastetanos?. possíveis descendentes de cartagineses ou mestiços dos mesmos com povos indigenas? é tudo muito confuso…essas lapides não são aquelas com escrita cartaginesa/fenícia? ou mais bem grega?

  18. OS mouros estiveram na peninsula Iberica quase 800 anos e nao 500 anos nos.Nos primeiros anos os ibericos podiam praticar outra religiao mas tinham de pagar um imposto mas em ‘pouco tempo’ Toda a iberica era muculmana. Portugal esta em 5 lugar na lista dos paises com mais ADN arabe e espanha esta em 10.

    • CLARO QUE TEMOS ADN DO LEVANTE MAS ISSO VEM DE MILHARES DE ANOS ATRAS , OS MULCUMANOS ANDAVAM LA LONGE NO CU DUMA GALINHA NA SELVA AFRICANA

  19. não devia comentar, mas é o meu tema preferido… tenho vontade. já foi dita tanta coisa mais interessante que o texto original…. parabéns a quem escreveu o texto!…não pelo conteúdo mas sim por ter criado um pequeno espaço de expressão de ideias “brainstorming?”. realmente sinto que está muito simplista. mas encontro ideias q não conhecia. nessas 17 tribos faltam algumas claro. não fala dos visigodos que no fundo vieram ocupar a aristocracia romana e moldar em muito a cultura ibérica. são muito significativos na história ibérica… mas há suevos, vándalos de passagem para Marrocos…os berbers(maioria nas invasões árabes e ocupação da Ibéria). prefiro chamar francos e não franceses aos que chegaram da flandres no sec.XIII a convite do rei Denis. é que na minha humilde curiosidade penso que uma das grandes questões europeias dos últimos 1800 anos está uma fricção entre visigodos e francos, pelo menos no centro sul da Europa. não esquecer que uma das familias na génese da nação pt é do sul de frança…e que apesar de visigodos já estariam bem casados com a dinastia franca do Carlo magno…. é tudo muito complexo….o principal mote tem sido o poder e não a familia… mas bem haja a estes espaços de comentariado!

  20. Os Luzitanos são GREGOS. Eles falavam grego, lutavam como gregos, vestiam-se como gregos e toda a culinária deles era de origem grega. Heródoto fala sobre eles. E conta até porque saíram da Grécia. Foram os Luzitanos que trouxeram o nome SOUZA para a Península Ibérica. O nome original era SOZUZA e até falam da época em que o povo de Sozuza se misturou com italianos. Lembrem que os gregos são irmãos dos italianos. Estou esperando mais testes de DNA aqui no Brasil para confirmar os pontos obscuros dessa mestiçagem. Ah, os Celtas são os italianos tanto quanto os Romanos antigos. Não existe separação entre Celtas e Italianos. São o mesmo povo porém com aparência diferente.

  21. Sra. Fernanda, eu não iria escrever sobre ao seu artigo mas me obrigo a faze-lo . Peço-lhe que leia os autores da antiguidade a começar por J.D. MAKIE HISTÓRIA DA ESCÓCIA em o qual autor relata as origens DOS ESCOCESES QUE VIERAM DO EGITO DOS TEMPOS DOS FARAÓS leia, ESCOCESES SÃO CELTAS-GAULESES . Mas FRANCISCO SOTA (autor espanhol) EM O LIVRO HISTÒRIA DO PRINCPADO DE ASTURIAS E CANTABRIA foi mais esclarecedor que J D MAKIE, e relata que os espanhóis vieram de CANAÃ que seus antepassados eram MOABITAS e AMONITAS DESCENDENTES DE LOT um PARENTE DE ABRAÃO os quais saíram de SODOMA . Que os CELTAS SÃO ESPANHÓIS DA GALICIA ., que eles CELTAS-ESPANHOIS SÂO MOABITAS-CANANEUS e NÃO INDO-EUROPEUS. Quanto aos ROMANOS E LATINOS leia TITO LIVIO HISTÓRIA DE ROMA, o mesmo autor relata que bos Romanos quando sofriam com as pragas , pestes, secas, etc.., OS ARUPICES SACERDOTES DA RELIGIÃO DO LACIO E ROMA , MANDAVAM ENTERRAR VIVOS UM CELTA (GAULES) e UM GREGO para imolar aos deuses latinos para ter as suas benecies. Peço-lhe de novo LEIA e NÃO escreva mais ASNEIRAS pois seu artigo FOI SIM UM COMENTAIO (sem R ) e não um COMENTARIO, foi UMA BABOSEIRA DAS MUITAS que se escrevem nestes Blogs. Assim LSouza

  22. Considero que, no artigo, falta uma referência aos Vikings. Estes faziam incursões, nunca dominaram zonas territoriais na área correspondente ao que é hoje Portugal, mas deixaram vestígios de ordem genética. Em algumas localidades do país, essencialmente no centro-norte litoral, encontram-se indivíduos/as com características físicas idênticas aos do povo citado. Esses mesmos indivíduos também surgem em algumas localidades do interior centro e do Norte Português.
    Esta informação carece de uma base cientifica, mas, contudo, não pode ser minimizada, porque há evidências que não podem escondidas ou omitidas sobre a ascendência do povo português, que não é explicável só pelos ou com os Lusitanos. É nesse sentido que o artigo é importante, porque faz referência a uma situação que, muitas vezes, nos é omissa, e que constitui a nossa verdadeira problemática, em termos da nossa verdadeira ascendência.

    • Entraram por quase todos os rios portugueses de norte a sul. Naquela época quase todos os rio portugueses eram navegavéis muito para além do que são agora. Lisboa tembém foi atacada várias vezes.

  23. O atual território português durante a presença árabe também teve uma população eslava. Foram trazidos pelos árabes como mercenários nas batalhas e alguns eram escravos das elites árabes.

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