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As 10 igrejas mais bonitas de Lisboa

Lisboa já teve mais igrejas do que Roma mas foram destruídas em 1775. As que persistem, são deslumbrantes. Descubra as 10 igrejas mais bonitas de Lisboa.

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igrejas mais bonitas de Lisboa
Igreja de São Paulo

Quais são as igrejas mais bonitas de Lisboa? Quase todas as igrejas de Lisboa foram destruídas no terremoto de 1755. Mas a partir daí, muitas outras foram construídas. Não são tão antigas como as igrejas do resto do país, mas são majestosas e belas, algumas delas com belíssimos painéis de azulejos tipicamente portugueses. Das mais humildes às mais sumptuosas, das pequenas às maiores, se procura as melhores igrejas para casar ou apenas para visitar, descubra as 10 igrejas mais bonitas de Lisboa.

 

Nota: Fotos de Paulo Bastos e Joe Price

 

1. Igreja de Santa Maria de Belém

A Igreja de Santa Maria de Belém fica no Mosteiro dos Jerónimos. O Mosteiro dos Jerónimos, mosteiro manuelino, situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. A Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, ou de Santa Maria de Belém, apresenta uma planta em cruz latina, composta por três naves à mesma altura (igreja salão).

Mosteiro dos Jerónimos – Joe Price

À entrada encontram-se os túmulos de Vasco da Gama e de Luís de Camões, ambos do século XIX, do escultor Costa Mota. Continuando, na parede norte, podem apreciar-se os confessionários e, no lado sul, os janelões decorados com vitrais da autoria de Abel Manta.

 

2. Igreja do Menino Deus

Perto do Castelo de São Jorge, a Igreja do Menino de Deus é um monumento que vale a pena visitar. Foi mandada construir em 1711 pelo rei D. João V, para cumprir um voto quando nasceu o seu herdeiro varão. Substituiu então uma igreja conventual que existia no local, onde existia uma pequena imagem do Menino de Deus.

Igreja do Menino Deus

O plano atribui-se ao João Antunes, autor também da Igreja de Santa Engrácia, sendo um excelente exemplar do estilo barroco tão apreciado pelo arquitecto. O interior é magnífico, ao gosto do rei que patrocinou a obra, D. João V, o Rei Magnânimo, que também mandou construir o monumental Convento de Mafra. NO interior, de notar o trabalho polícromo em mármore, a talha dourada das capelas e as telas de André Gonçalves.

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