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A aldeia mágica de Drave, berço da família Martins

Rodeado de altos montes, Drave é um lugar mítico. A visão que do estradão se tem do povoado lá no fundo, é surpreendente. O Solar dos Martins e a capelinha dedicada à Nossa Senhora da Saúde destacam-se do esceta dos montes, uns atrás dos outros, a recortar-se da luz do poente, é sublime. Sublime é também a perspectiva que a seguir se tem do Vale de Paivô.

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Foto: Rui Videira

Já ouviram falar de uma aldeia que se encontra numa montanha mágica? Onde é possível encontrar lagoas e cascatas? Uma aldeia perdida no tempo completamente isolada do mundo, rica em paz de espírito, serenidade e uma imensa plenitude de quem vive fora da civilização? Venham descobrir este recanto fascinante.

A belíssima Drave é uma aldeia anexa à freguesia de Covelo de Paivô, concelho de Arouca. Aldeia perdida numa cova entre a serra da Freita e a serra de S. Macário. Aldeia típica em que as casas são feitas de pedra denominada pedra Lousinha, sendo sua cobertura de xisto.

Os arruamentos são irregulares, isolada das aldeias vizinhas com fracos acessos impraticáveis no Inverno.

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Drave

Rodeado de altos montes, Drave é um lugar mítico. A visão que do estradão se tem do povoado lá no fundo, é surpreendente. O Solar dos Martins e a capelinha dedicada à Nossa Senhora da Saúde destacam-se do esceta dos montes, uns atrás dos outros, a recortar-se da luz do poente, é sublime. Sublime é também a perspectiva que a seguir se tem do Vale de Paivô.

Foto: Rui Videira
Foto: Rui Videira

Drave, foi berço da família Martins, desde 1700, tendo o padre João Nepomuceno de Almeida Martins, tomado a iniciativa de reunir neste local em 1946 aqui mais de 500 parentes na primeira reunião familiar, desde então realiza-se a reunião de dois em dois anos. Actualmente esta aldeia é ponto de encontro dos escuteiros.

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Para se chegar a esta aldeia ou se faz o Pr14 a partir de Regoufe, ou partindo do santuário de S. Macário, para sul em direcção à Coelheira, um pouco adiante tomamos o estradão à direita (acessível em parte de carro) até avistarmos a aldeia, onde se destaca a capela.

Foto: Rui Videira
Foto: Rui Videira

Subindo para a aldeia seguindo o rio que envolto em arvoredo torna o local fresco e lindo onde vamos encontrar uma lagoa de beleza extraordinária, local de saborear um banho.

Na parte superior encontra-se um moinho que logicamente era essencial para moer o cereal da aldeia visto esta ficar isolada das outras principalmente no Inverno por períodos longos. Local de um panorama excelente que nos transmite uma paz de espírito incrível.

Drave é magia, é misticismo, um mistério encantador por desvendar. Desabitada, sem electricidade, água canalizada, gás, correio, telefone e telemóvel, a «Aldeia Mágica» tem, por outro lado, o encanto das casas de xisto a contrastar com o branco da capela, o murmúrio das águas da ribeira e um silêncio ensurdecedor maravilhoso.

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