Início História Talvez tenha sangue real e não saiba: lista dos apelidos das famílias...

Talvez tenha sangue real e não saiba: lista dos apelidos das famílias nobres portuguesas

Quer reclamar um antigo castelo ou palácio como herança? Conheça os apelidos de origem nobre em Portugal e no Brasil e veja se tem sangue real.

49
Sala dos Brasões
Sala dos Brasões

Já pensou que talvez possa ter sangue real e não saiba? Talvez tenha até direito a um castelo ou palácio como herança e ainda vai a tempo de o reclamar. 🙂 Brincadeiras à parte… existe uma sala no Palácio Nacional de Sintra, conhecida como a Sala dos Brasões, onde estão pintados os brasões das 72 famílias da nobreza portuguesa no tempo do Rei D. Manuel I. Mas antes, um pouco de história sobre a nobreza portuguesa.

Sala dos Brasões
Sala dos Brasões

A primeira nobreza portuguesa formou-se a partir do reinado de Dom Afonso VI (1072-1109), Rei de Leão, com homens descendentes de fidalgos leoneses estabelecidos ao norte de Portugal, em especial entre os rios Douro e Minho. Esta era a região dos solares e dos homens mais poderosos do reino. Eles uniam fidalguia de nascimento à autoridade e ao prestígio de cargos públicos.

Eram seguidos na hierarquia, em ordem decrescente, pelos “infanções”, “cavaleiros” e “escudeiros”. Denominação de origem espanhola: “filho de alguém”, aplicando-se aos funcionários superiores e originando a palavra “fidalgo”, que, no século XIV, generalizou-se e passou a nomear todos os nobres de linhagem, designando assim a mais alta categoria da nobreza, sem dependência de cargo.

Sala dos Brasões
Sala dos Brasões

No tempo de D. Manuel I (1495-1521), por exemplo, quando foram designados os capitães da armada de Pedro Álvares Cabral que chegaram ao Brasil em 22 de Abril de 1500, a nobreza portuguesa já registava essa ordem que datava do século XII. Os nobres integrantes da esquadra de Cabral obedeciam a essa característica, uma vez que a maioria descendia de famílias oriundas de Leão e Castela, radicadas em Portugal, já com numerosas gerações de serviço. As poucas excepções – como Bartolomeu Dias, que recebeu grau e armas transmitidos à sua descendência – demonstram a importância atribuída ao feitos nesse período dos descobrimentos.

A nobreza tomou carácter palaciano e, para receber novos graus, o agraciado precisava de comprovar gerações de serviços prestados ao rei.

Sala dos Brasões
Sala dos Brasões

Foi também no reinado de D. Manuel I que foram estabelecidas regras que definiriam o uso dos graus de nobreza, bem como o uso das armas heráldicas, evitando abusos na adopção de ambos e estabelecendo os direitos da nobreza. Os nobres ficaram sujeitos ao rei e foram organizados em duas ordens, cada uma com três graus:

“Ricos -homens” (primeira ordem), que começavam como “moço fidalgo”, passavam a “fidalgo-escudeiro” e chegavam a “fidalgo-cavaleiro”; segunda ordem, em que estavam os “escudeiros-fidalgo” e “cavaleiros-fidalgo”.

Apesar dos séculos XV e XVI terem sido ricos em actos de bravura e feitos heróicos, os feitos ligados aos descobrimentos não representaram acréscimo aos símbolos, atributos e novas armas no brasonário português. Poucas foram concedidas, e nem todas as mercês heráldicas foram registadas. O mesmo não ocorreu com os envolvidos nos combates, sobretudo por ocasião da ocupação do norte da África, encontrando-se maior número de brasões com atributos próprios, como a “cabeça de mouro”.

Sala dos Brasões
Sala dos Brasões

A heráldica dos Descobrimentos fica restrita aos símbolos herdados de família, ligadas às localidades de origem, como a de Nuno Leitão da Cunha, com nove cunhas simbolizando o senhorio de Cunha-a-Velha, ou aos “falantes”, como as cabras, dos Cabral, sem sugerir ou representar os desafios encontrados no mar e sua conquista. O brasão de Nicolau Coelho, que tem o contra-chefe ondado em prata e azul podendo simbolizar o mar conquistado, constitui a única excepção. O brasonário da armada comandada por Pedro Álvares Cabral é um retrato de sua época, com fidalgos, cavaleiros e escudeiros que nos brasões deixaram a marca familiar. Todos os nobres eram considerados vassalos do rei.

 

A Sala dos Brasões

O Rei Dom Manuel I fez reunir todos os brasões e insígnias existentes no reino para organizar e normalizar o uso de armas e da concessão de brasões. Este material foi reunido num livro e escolhidos os 72 brasões das famílias principais da alta nobreza de Portugal, famílias essas, consideradas ilustres em honra, história e bens. Estes 72 brasões foram pintados no tecto da Sala dos Brasões do Paço Real de Sintra, actualmente denominado Palácio Nacional de Sintra.

Sala dos Brasões
Sala dos Brasões

Também conhecida como Sala de Armas, é um dos melhores exemplos da afirmação do poder real. No centro do tecto desta sala que mede aproximadamente 14 por 13 metros, estão representadas as armas do Rei Dom Manuel I, circundadas por seis brasões representando sua descendência masculina (os príncipes) e dois brasões em lisonja (em forma de losango) representando sua descendência feminina (as princesas). Abaixo destes estão os setenta e dois brasões da mais notável nobreza da época, dispostos em ordem de importância, que estão assentes no ventre de veados sobre cujas cabeças repousa o timbre de cada família.

 

As 72 famílias

Listagem dos Brasões e sua correspondente localização na Sala de Sintra
A – Armas do Rei Dom Manuel I 3 – Castro 36 – Miranda
B – Infante Dom Yoam 7 – Castro (da Penha Verde) 6 – Meneses
C – Infante Dom Luis 63 – Cerveira 44 – Mota
D – Infante Dom Fernando 59 – Coelho 29 – Moura
E – Infante Dom Afonso 32 – Corte-Real 54 – Nogueira
F – Infante Dom Henrique 45 – Costa 1 – Noronha
G – Infante Dom Duarte 2 – Coutinho 47 – Pacheco
H – Infante Dona Isabel 8 – Cunha 10 – Pereira
I – Infanta Dona Beatriz 5 – Eça 46 – Pessanha
42 – Aboim 69 – Faria 57 – Pestana
27 – Abreu 18 – Febos Monis 64 – Pimentel
71 – Aguiar 61 – Ferreira 67 – Pinto
23 – Albergaria 53 – Gama 60 – Queiróz
14 – Albuquerque 65 – Góios 34 – Ribeiro
24 – Almada 56 – Góis 31 – Sá
16 – Almeida 68 – Gouveia 39 – Sampaio
15 – Andrade 21 – Henriques 62 – Sequeira
66 – Arca 33 – Lemos 52 – Serpa
4 – Ataíde 19 – Lima 13 – Silva
25 – Azevedo 49 – Lobato 48 – Sotomaior
58 – Barreto 30 – Lobo 9 – Sousa
55 – Bethancourt 40 – Malafaia 37 – Tavares
72 – Borges 17 – Manuel 20 – Távora
28 – Brito 38 – Mascarenhas 50 – Teixeira
35 – Cabral 41 – Meira 51 – Valente
43 – Carvalho 12 – Melo 11 – Vasconcelos
26 – Castelo-Branco 22 – Mendonça 70 – Vieira

Talvez tenha origem judaica e não saiba: lista de apelidos judaicos em Portugal e no Brasil

49 COMENTÁRIOS

    • Deve ficar curiosa, pois eu também pergunto pelos Vimara ou Vimarae ou Vimarana, dos Gonçalves, Monteiro, os Moura, Atouguia ou Atougia, Simões, Barbosa, Baptista, aonde estão os nomes na sala mais importante da nobreza.

      Barbosa, Simões e Baptista, Atouguia, são filhos de Infantes portugueses aonde estão estes ?

      Estão nomes de casas, de Espanha que não são originários de Portugal e constam nesta ilustre sala dos brasões, muitas das casas ditas da nobreza, não o são, algumas são originárias de França, outras de Espanha e Portugal, não tem os nomes dos filhos de Infantes. Estranha sala da Nobreza portuguesa.

      Se alguma vez se mudar para a Monarquia, a sala vem abaixo completamente contam mentiras.

      cafa Simoens foi filho de Infante; Semhor Dom Tevtonio dade Braganza quarto Arcevipo de Evora. Prodiit ille Eborae apud Francifcumî Simoens 1614

      Dom Sancho Nunez de Barbofa era filho do Conde Dom Nuno de Cella noua, & fobrinho de São Rofendo, fegundo diz o Conde Dom Pedro.Porem nifto ha difficuldade, por quanto o Conde Dom Nuno morreo no anno de mil & vinte,como temos notado de algúas efcrituras antigas, & afsi nos parece mais prouauel que feriaSancho Nunes feu filho, ou decendente. Procede dele(alem da fuccefaõ do Conde Dom Vafco, de que fica dito) or via de feu filho Nuno Sanches á cafa de Barbofa tão illuftre no tempo antigo, & em o prefente quafi deminuida, ou aca bada. Saõ fuas armas em campo de prata húa banda azul com tres crecétes de ouro entre dous Leões

      João

  1. São cristãos-novos aqueles que têm nomes de árvores tais como Oliveira, Silveira, Pereira, Pinheiro, etc, originários de famílias judias, que por força da inquisição católica trataram de se adaptar a vida portuguesa para não serem levados a fogueira pelos bispos…

    • Nenhum cristão novo uso um apelido inventado. Os cristãos novos utelizavam qualquer apelido existente em Portugal. Isso gerou protestos vindo da nobreza, por que eram tâmbem utilizados os apelidos da fidalgia. Aqui alguns exemplos: Pereira, Carvalho, Oliveira, Silva, Pinheiro, Silveira etc. todos apelidos da nobreza! Os nomes com nome de plantas não são de origem judaica. Um cristão novo tinha de ser burro para usar um apelido que o denunciase perante a inquisição. Diferente são os apelidos que foram tomados pelos judeus na Europa Central na passagem do sec 18 para o sec. 19. Esses sim, escolhiam apelidos inventados por eles proprios, muitas vezes escolhidos entre a natureza ou não. Más esses judeus ja não eram perseguidos. Por exemplo Rosental, Wiesental, Morgentau, Spielberg, Grunspann, Morgenrot, etc. Se querem procurar as origens sefaraditas, não podem ir atraves dos apelidos portugueses,mas sim procurar nos registos, até poderem encontrar esses antepasados. Más aquelas familias que são realmente de origem judaica, costumam de o saber, por que praticaram o judaismo em segredo até ao fim das perseguições. Depois voltaram a praticar a sua religião abertamente!

    • Os ditos apelidos judaicos são de tempos muito anteriores aos cristãos novos. Basta estudar historia, para descubrir o fosso que devide as epócas em que já existiam os os tais apelidos e os cristãos novos. Dois exemplos: São Nuno de Santa Maria ( D. Nuno Alvares Pereira) *1360-+1431, D. Gonçalo Pereira (Arcebispo de Braga) *1280- +1348. Não venham agora dizer que o Bispo era judeu!

      • Por acaso esse sr. era judeu e muitos mais frades e missionários que na intimidade continuavam as suas práticas judaicas. Mais ainda a famosa sopa da pedra que muita gente pensa que se deve a um frade é na verdade a herança de um cristão novo que continuava a praticar os rituais judaicos. Explico: no judaismo é pratica recorrente ferver água numa panela com uma pedra para “purificar” essa panela e então o sr. frade purificava a panela onde ia fazer a sopa primeiro e depois fazia a sopa com aquilo que pedia ou as pessoas davam. Já agora a alheira também é uma criação judia. Sabia?

      • O Nuno Alvares Pereira, não era de Aviz, nem foi da casa de Bragança, o tal apelido que fala não é apelido é um lugar. Era de um lugar que insignificante, mas atiram que foram bispos, e sei lá mais o quê, tanta mentira.

        Provas da casa de Aviz e da casa real portuguesa, repare nisto se favor, registos da monarquia e não do Estado Novo e da Republica, Pereira não existia, era alcunha e o que inventam.

        Lugares de Sá, Camara, Pereira e são ditos nobres da tal sala de Sintra, de lugares, sinceramente, tanta mentira que se criou.

        Não deixa de caufar embaraço efte apelido em tal tempo; porque os Froiafes,& Pereiras,de quem fala o Conde Dó Pedro,ainda os não auia em Portugal, nem entre os
        variedade na calidade daspefoas ainda que as vezes fejaó de hum mefmo apelido. Dos Pereiras ja fe tocou em outros lugares, o que Na Era de 1221, que he anno de 1193. em o Martim Martinz com feus filhos ven- fotz. de ao Abbade de Loruão Dom Afonfo húa herdade no lugar de Saas, & neta efcritua età o nome de Pero Calema entre outros que afsinão

        O nuno nem aparece na casa de Aviz desde o seu principio, é tudo fabricações da republica, deixo registos originais.

        IV». .v.. » v. .. v….

        D. Fr.Fernao Rodrigues de Siqucira, scndo Commen* dador môr da Ordem : tonaou possc do Mestrado, que lhc deu o Senhor Rey D. Joaô I. no anno de 13 86. no feu tempo vindo viíitar a Ordem hum Mestre de Calatrava, foy recebido, e tratado, como hoípede, mas naò como Superior, nafórma daifençaó impetrada pelo feu antecessor: aperfciçoou a Igrcja, e Convento de Aviz. Servìo ao Senhor Rey D. Joaó o I. na batalha de Aljubarrota : governou este Rcyno na aufencia, que sez délie para Afrîca o Senhor Rey D. Joaò t. aconquistar Ceuta. Cclebrou hum Capitulo Gérai no anno de i4i4.morrco no anno de 143 3. ao ultimo de Agofto: foy fepultado no Convento de Aviz emhum fepulcro demarmore, ecom elle fc íèpultáraó os Mestres de Aviz por eleyçaó; porque passou para a Coroa Real a administraçaó da Ordem por Bullas Pontificias.

        O nuno Pereira não era mestre de Aviz, como diz a republica é tudo mentira.

        ELREY D. JOAÕ I.
        XL. Efte Sello he de cera parda, pendente de huma trança de lãa azul, e branca, com efta letra:
        Seello dos Contos de ElKey de gal. Cidade de Lixboa.
        Eftá em huma Carta paííàda em nome delRey D. Joaõ o I. a D. Pedro de Menezes, Conde de Viana , Senhor de Villa-Real, Almirante dos Reynos de Portugal, e Algarve, e Alferes do Infante íèu filho , Capitao, e Governador da Cidade de Ceuta, para que o Guarda mór da Torre do Tombo lhe dê o traslado da Carta, que EIRey D. Diniz mandou dar ao Almirante Micer Manoel

        PeííàPeííànha, e acaba: E ajjelado do Sello dos Contos da Cidade de Lisboa dada na dita Cidade a 8 do mes de Mayo. ElRey o mandou per o dito Fernam Lopes feu Vajfalo Guardador das ditas efcripturas. Gonçalo Anes a fez. Era do nacimento de NoJJo Senhor Je/u Chrillo 14]}. Eftá no Cartorio do Conde de VillaNova, maço 4 das merces antigas, num. 27, donde a tirey.

        XLI. Efte Sello he de chumbo , pendente de fios de íèda verde, vermelha, azul, e branca, com efta letra : Sigillum Domini Joannis Regis Portugaiia Algarbii.

        Eftá em huma doaçao feita ao Condeftavel D. Nuno Alvares Pereira dos bens de Alvaro Gonçalves, que paííàra aCaftella em deferviço delRey: feita em Alvites, Termo de Mirandella , a 11 de Outubro da Era de 1425 , que he Anno de Chrifto de 1578 , dous annos depois dei Rey governar. Affonfo Coudo afez. Guarda-fe no Archivo da Caía de Bragança, maço das doações antigas.

        XLII. Efte Sello he de chumbo, diferente do outro, como fica debuxado, pendente de feda encarnada , e azul, com efta letra : Sigillum Domini Joannis Regis Portugalia Algarbii.

        Eftá em huma efcritura delRey D. Joao ol. em que promette a fua nora a Infante D. Leonor de Aragao, mulher do Infante D. Duarte fuccefíòr da Coroa , íète mil florins para íèu alimento. Foy feita em Coimbra a 4 de Novembro de 1428.

        Coníèrva-íè na Torre do Tombo na Caíà da Coroa, gaveta 17, maço í.

        . XLIII. He efte Sello em cera branca, pendente de numa trança, tecida de lãa branca , e azul,

        com efta letra: Sigillum Domini Joannis Regis Portugalia O* #..»*.. .’

        Eftá em huma Carta paflàda em nome delRey, em a qual eftá encorporada outra , em que pertenciaõ os açougues de Beja ao Conde de Arrayolos, e acaba nefta forma: Em a Cidade de Lisboa aos 16 dias de Junho; El Rey o mandou por Diogo Af Jonfo bacharel em leys, feu vaffalo, do feu Defembargo, Juiz dos feus feitos. Joao1 de Lisboa a fez era do nacimento de nofo Senhor Jeíu Chri/lo de 1422. Eftá no Cartorio da Caía de Bragança no maço das doações antigas.

    • A inquisição não foi apenas da Igreja Católica mas também da Ortodoxa, da Anglicana que queimou até os católicos, da Luterana, da Calvina, entre outras.
      Atribuir a Inquisição exclusivamente aos católicos é ignorância ou má fé.
      A inquisição a partir do século X era uma exigência dos reis ou do povo que por ignorância atribuiam qualquer coisa ao mal, ao demônio ou bruxas e o clerp destas Igrejas também acreditavam nessas coisas.
      Coordenar o povo dawuela época com a ética de hoje e falta de bom senso e inteligencia, quantos forsm mortos pelo comunismo na Russia, China, pelo nazismo e na guerras que se srguiram? E o aborto no mundo é menos.cruel que.a inquisicao? Isso so no Sec X.
      Pensa-se que foram mortos aproximadamente em torno de 300 mil pessoas em todas as inquisicoes de todas as Igrejas, só ma Russia foram mortos entre Lênin e Stalin mais de 42 milhões de pesdoas e mais 30 milhões na China da Revolução Cultural.

      A inquisicao

    • Carvalho e Rodrigues, eram casas.

      PEDRo ALVARES DE CARVALHo, filho de D. Catharina da Guerra, e de Alvaro de Carvalho, fuccedeo na fua Cafa, foy Senhor do Morgado de Carvalho, e Capitaõ de Alcacer Ceguer em Africa. Cafou com D. Maria de Tavora, filha de D. Martinho de Tavora, que foy Capitaõ de Alcacer Ceguer, onde os Mouros o mataraõ, e de D. Ifabel Pereira, filha de Ruy Dias de Sampayo, Senhor de Anciaens, e Villarinho, e de D. Contança Pereira, fobrinha do Condetavel D. Nuno Alvares Pereira; e tiveraõ os filhos feguintes: = ” ALVARO DE CARVALHo, com quem fe continúa. = GIL FERNANDES DE CARVALHo, Commendador na Ordem de Chrifto, que fervio na India com grande reputaçaõ, e morreo voltando para o Reyno. = * 1; BERNARDIM DE CARVALHo, Commendador da Facha na Ordem de
      Chrito, Capitaõ de Tangere no anno de 1554, onde confeguio gloriofos fuccefos naquela guerra, em que he memoravel a derrota do Alcaide Seros, que matou com grande parte da fua gente; governou dez annos com prudencia, e acerto, como refere o Con-Ericeira, Hifloria de de da Ericeira. Cafou com D. Violante de Mendo- #… o liv. 2, Pogoça, filha de Diogo Lopes de Soufa, Capitaõ de Dio, e tiveraõ = DIoGo LoPES DE CARVALHo,
      Capitaõ de Mazagaõ, Commendador da Facha na Ordem de Chrifto , onde teve outra Commenda. Morreo etando contratado para cafar com huma fi-
      lha de Tritaõ da Cunha. = 14 ANDRE DE CARVALHO, que morreo na India. = 14 D. IsABEL DE MENDoçA, mulher de Gil Fernandes de Carvalho, Senhor de Carvalho. = 14 D. MARIA, e D. BERNARDINA, Religiofas no Convento de Santa Clara de Lisboa. = 14 ALVARO DE CARVALHO, que foy Capitaõ de Malaca, onde o mataraõ os Hollandezes.
      := 14 PEDRo ALVARES DE CARVALHo, fem eftado. = 13 MARTIM DE TAvoRA, e ANDRE DE
      CARVALHo, foraõ Religiofos da Companhia. = ANToNIo DE CARVALHO, e CHRISTovAõ DE
      CARVALHo, que morreraõ fem deixar geraçaõ = D. CoNSTANÇA DE TAvoRA, adiante. = D. CATHARINA, Freira no Paraifo de Evora, = e RUY DE SousA DE CARVALHo, que foy o oitavo
      • Hi/toria de Targere filho na ordem do nafcimento : foy Governador de Tangere

      Rodrigues é casa de Espanha e tem ligação a Lara, uau.

      Cafou ElRey fegunda vez no anno de 1253. com a Rainha D. Brites, fendo viva fua primeira mulher, que ele repudiou, com o defejo de ter fuccefaõ, de que fe lhe feguiraõ digotos com o Papa, como largamente contaõ as nofas Hitorias. Era filha delRey D. Afonfo X. de Catella, e de D. Mayor Guilhem de Gufmaõ, Senhora de Alcocer, Vienna, e Azanhon, de taõ grande qualidade , que della fe póde afirmar, que era de alta esféra, por fer filha de D. Guilhem Peres de Gufmaõ , Rico-homem, Senhor de Becilha, e de D. Maria de Giraõ, filha de D. Gonçalo Rodrigues Giraõ, Rico-homem, Senhor de Autilho, e ametade de Carrion, Mordomo dos Reys D. Afonfo VIII. e S. Fernando, e de fua mulher D. Sancha Rodrigues de Lara, filha de D. Rodrigo Rodrigues de Lara, Rico-homem, Senhor de Penhalva, Quintanilha, e Trafpinedo.

      João

  2. Desejo saber sobre a familia Moniz e Meneses ,da Ilha da Madeira.
    Obrigada pela atençao.
    Maria Barros Salles.

  3. My great great grandfather was a soldier in the 48th Nottinghamshire (foot) regiment, who fought at the battles of Talavera, Albuera and Badajoz, (where he was injured) and he met and married a Maria da Silva when his regiment was in the area of Albuera, Olivenza. Their first child was born in 1812 there). Many many of our relatives bear the middle name of De Silva or Da Silva.

  4. A Dinastia “LAMEIRA” é muito antiga. Data da era de 1.200. Para conhecer o Brasão de armas visitem o endereço abaixo.

    • Desconheço a Dinastia Lameira e a Dinastia de Habsbourg conhece é ainda mais antiga

      Será que pode postar aqui registos em latim da época dos Lameira ?

      João

  5. Acho que eu sou da nobreza então pq meu sobrenome é Tavares e eu descobri que a minha mãe e a família dela tem parentesco com o antigo Barão de Cocais, eu sou muito da nobreza sim kkkkkkkk

  6. O que o blog sabe ou pode saber sobre cidade de Afonso Lopes de uma cidade antiga com um grande largo que da para ver ao alto um castelo, neste largo tinha sobrados e um deles com escadas que dava a uma sala com uma cadeira, e um livro de capa de couro com uma luneta com lentes amarelas que permite ver vivos e mortos?

  7. estranho como uma das 1º familias do tempo de D Sancho nem sequer esta ai representada, (Matos) familia nobre oriunda do lugar de Matos.

    • É sempre estranho o porquê de eliminarem dos livros actuais, filhos do antigo e tudo tem um propósito. Recontar a história inventando outras personagens que nem existiram, é a Republica e historiadores no seu melhor. Ainda bem que existem registos antigos como estes e outros que falam das armas dos Mattos de um pinheiro, com raizes em prata, ladeado com dois leões.

      Que contem a historia de Portugal desdo tempo del Rey Dom
      Antonio Brandao – 1632

      Em a Era de mil duzentos & quarenta, que he anno de mil du zentos & dous era Alcaide da Livro da Goarda Pedro Paes de Mattos, °:4 afsi confia de hũa escritura do * as fol. ii.3 – – ! mofteiro da Salzcdafcita no §Iz o Arcebifpo D. Rodrigo, que antes dels 1211
      છેટું ; Rey D Sancho falecer D Rodrigo foy oprimido muitcs dias de húa doença trabalhofa. O Toledo. Sâmo Pontifice Innocencio Terceiro na confirmação que fez do tetamento del Rey fuppoem a mefma verdade,& dá a entender o del”. fer particular merce do Ceo o fobreuir a elRey ete tempo de aflição pera tratar do bem de fua alma & chorar os peccados da vida paffada. Is qui tangit montes, & jhingt; fumigant, cor tuum tetigjßè videtur ad pænitentiam falutarem, dum corporali agritudine te affigens ad samandas/pirituales ægritudines te induxit. Aquelle Senhor (diz o Papa Innocencio ael Rey Dom Sancho) que tocando os montes os faz fumegar, parece que quis tocar vofo coração, & reduzilo á penitencia faudauel, cm quanto com a aflição da doença do corpo vos mouco a procurar faude das enfermidades da alma. E fem duuida não foy pequena felicidade delRey Dom Sancho darlhe o Senhor no fim da vida doença taó larga & trabalhofa,na qual ficaua mais à mão a negociação de arrependiméto,& perdaó de culpas em q andaua por meio de afeiçoésilicitas, as quais continuou muito tempo. Contudo não tenho por tão largo o prazo deta doença,como alguns nofos autores efereuem: nem creo fez elRey feu tetamen to dous annos antes que falecef. fe, mas que húa & outra coufa fucederia alguns mefes antes de fua morte; porque o teftamento fe ordenou emOutubro do anno de 121o, como logo veremos, & elReyfaleceo em Março do anno feguinte de 1211. ponto em q todos nofos ecritores fe enganaraó, affirmando que morrera no anno de 1212. Algűas escrituras fe haó de referiradiante,das quais conta ferja Rey D. Afono Segú do nefte anno de 1211.

      Boa Tiago

    • Os Araujos tem alguma importância

      Camello , Sc foraó pays de Dona Catharina , que casou com Duarte de. Mendoça , fidalgo conhecido , de quesicou huma tilha z 8C foraó tambem pays de Gaspar Camello , que \eve muyta descendencia: terceyro, Joaó Vaz de Medeyros, que casou com Isabel de Frias , tilha de \Qui de Frias , dos quaes nasceo outro Rui Vaz de Medeyros , Cavalleyro do habito de Christo : quarto ,JurdáoVaz de Medey ros ,cas ado,& com filhos, em Villa Franca :quinto , huma filha , que casou com Diogo Asfonso Colombreyro, deque nasceo Dona Maria da Costa 8C Medeyros, mulher de Francisco de Betencor ò: Sà ,que voltou para a Madeyra: sexto, Guimar Rodríguez de Medeyros , de que logo sallaremos :lep—Ñ timo, Maria de Medeyros , que casou com Rodrigo Alvarez , filho de ¡, . ‘Alvaro Lopes do Vulcaó. :Do: ictuflni’ sida!: Guimar Rodriguez de Medeyros ,sexta filha de Rui Vaz de Medey— gax Arq-#joa ros, se ajuntàraò os antígos , 8: ¡ilustres Araujos , de que se tratar quizesç ‘ semos , ainda recopilando , seria nunca acabar. O primeyro pois chamaz do Araujo ( conforme ao Conde D. Pedro tit. 56. 5. 8.) soy Payo RO. driguez de Araujo , 8( tomou tal appcllido dos Araus, ou Araus , dos quaes descendia, &c que o tempo verteo em Araujos ,8C com ser casado com D. Brites Velho de Castro, sempre seus descendcntcs conserváraó_ o appellido de Araujos, 8C asiim soy pay de Vasco Rodriguez de Araujo, senhor de Araujo, Lindozo, 8( Outras terras z 8C soy primeyro avò de Gonçalo Rodriguez de Araujo , 8C segundo avò de Pedreanes de Araujo , 8: terceyro avò de outro Payo Rodriguez de Araujo , Emb3y~ -xador delRey Dom Joaó I. a Castella ; &r quarto avò de Alvaro Rodriv guez de Araujo , Commendador de Rio Frio , 8: senhor das Outras ter* ras; 8C quarto avò tambem de terceyro Payo Rodriguez de Araujo, que x casou com D. Aldonsa , filha de Pedro Gomes de Abreu , senhor de Re: galados z &c quinto avò de D. Margarida de Abreu , que cas- tu com D. *Rodrigo Sotomayor ,’filho do Conde de Caminha l’cdmlves Soto¡ ma Or. y I 7 z Destes pois tào illustres Araujo; era Lopeanes dc Araujo, que sendo tam principal varaó de Entre Douro 8( Minho, 8: de Vi— anna, veyo para Saó Miguel em I 5‘ 06. 6: casou com a sobredita Guimar Rodríguez de Medeyros , 8( tiveráo cinco filhos : primeyro , Maria dc Araujo , que cal‘ou com Antonio Furtado em Villa Franca , de que nas. ceo Lopeanes Furtado , marido de lgnes Correa , silha de Gonçalo Correa; 8C nasceo mais Leonor de Medeyros , mulher de F ernáo V az Pacheco : segundo, Brites de Medeyros , mulher dejoaó da Mota na mesma Villa Franca, que era filho dej‘orge da Mota , de que nascèraó Joaó de Medeyros,& Miguel Botelho,que cas ou com Solanda Cordeyra, filha deJoaó Rodriguez Cordeyro :tei‘ceyro , Miguel Lopes de Araujo , que casou com Catharina da Costa , fill): de Gaspar Pires o Velho ,8C delles nascèraó F rancísco de Araujo casado em Lisboa , EN: Alanoel de Medeyros, 8C Maria ide Medeyros, que casou com ManoelRebello ,silho de Balthezar Rebello : quarto, Hieronymo de Araujo , que casou com Anna Facheca ,filha de Manoel Vaz Pacheco, 8C de Catharina Gomes Raposa , dos quaes nascèraó Gaspar de Araujo , 8C Antonio _ › de I 72 Com a dita família dos. Medeyros , 8C pela dita sobreditai . V.=Das mesmas {nu-ym’ nobres gera’çïcssisi “1’97 de Araujo , 8C Francisco de Araujo , 8C Isabel de Medeyros , que casou com Paulo Gago da Camera , filho de Rui Gago: quinto, F rancilca de Medeyros, que casou com o Bach‘arel juristajoaó (ionçalves , a que alguns chamàojoaó Gonçalves Ramalho , que da serra de S. Gonçalo de Amarante tinha vindo para esta Ilha de Sao Miguel ;8C delles naícèraó D. Brites de Medeyros , que casou com o Doutor jorge de Amaral 8C Vasconeellos , que de Portugal tinha ido à llha , &t foraó pays dos Padres Francisco de Amaral , &c Christová‘è de Amaral , da Companhia . . dejESUS , &c do Doutorjoaó de Amaral 8C Vasconcellos , 8( de Gre- DM M – –A ..Ñ gorio de Amaral, &t de huma D.].oanna , F reyra em Cellas de Coím- .nm dom “5-7 bra. De todos os sobreditos Medey ros ,8C Araujos houve tantos mais des- a cendcntes ,que todaa llha de S. Miguel está cheya dellesa ‘

      João

  8. SINTO ME ORGULHOSO POR FAZER PARTE DESTA NOBREZA POIS SOU DA FAMILIA FERREIRA JOSE MARIA TALVEZ PODE ATE HAVER INDICE DA PARTE DE DONA MARIA I ESTUDO MUITO SOBRE A FAMILIA REAL A PONTO DE SABER QUE DOM PEDRO I FILHO DE DOM JOÃO VI CONTEM –17 NOMES SEU FILHO DOM JOÃO II –15 NOMES A PRINCESA ISABEL -10 NOMES AMEI SABER DESSA HISTORIA CITADA ACIMA MESMO ANTES SEN FÃ DE LEITURAS NA BUSCA DE CONHECIMENTOS DA FAMILIA REAL AGORA AUMENTOU O INCENTIVOS SABEM QUE FAÇO PARTE DA NOBREZA OBRIGADO POR INFORMAR -ME DESTA SOBERANIA QUE MUITO NOS ERGUEU COM DESCOBERTA E AVANÇO DO PROGRESSO QUE NOS DEU A HONRA DE TER SANGUE NOBRE BEM ENFATIZADO O PASSAR PARA NOS , POS POS -MISS LORD

    • Os filhos de João VI machos, eram bastardos de sangue, só pertenceram a Carlota Joaquina, para lhe responder com verdade, foi pedir a duas agências governamentais, uma da Suiça e outra dos EUA, a infidelidade da Carlota Joaquina que ia com todos.

      03/01/2020, 05:09
      enviado por: igenea.com

      Dear Mr.,
      thank you for your message.
      The male lineage of the House of Bourbon and the House of Braganza are not the same.
      João of Orléans-Braganza is not from a male Braganza lineage but from the House of Orleans (which is a male lineage of the House of Bourbon).

      Therefore, the male Braganza lineage was another Y-DNA profile than the male Bourbon lineage.

      E depois tenho um registo de 1522 de Jacques de Bourbon filho do Sultão da Turquia e tenho em latim, e o registo de dezenas de agências de genetica, Francesas, Inglesas, Finlandesas, EUA, Espanholas confirmam o cromossoma y paterno que não vem de Henry IV, nem de Louis VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV, XV e XVI, não vem destes reis e está provado.

      Nesta vida, exige se a verdade, as cortes de Lamego de 1143, mostra quem é legitimo e as agências da genetica, vem comprovar registos de 1143, 1798, 1833, 1834. Os que dizem ser realeza, vão ter que provar que tem o cromossoma Y como eu tenho e não digo a 7 ventos que venho de lá.

      O meu sobrenome, existiu sempre nas Realezas Europeias. Ninguém tem sangue de Bourgonha, porque Sebastião faleceu, sem herdeiros, o D. António de Crato, faleceu sem herdeiros.

      Vieram os Philippus de Espanha e estes tem o sangue o mesmo da casa de Limburg, o mesmo de D. Afonso Henriques. Ai se eu falasse, tenho a minha linhagem toda completa em latim, quem são as pessoas que tem latim ?, os senhores e senhoras teriam que fazer a vénia, mas estamos na Republica, somos todos iguais.

  9. Meu nome é Marcos Valente, filho de Eduardo Válente que é neto de Luiz Paulino Valente de Andrade que é casado cm Joana Emilia de Sá, queria saber onde ele nasceu para eu poder ir ate la

  10. Jurava que a Família Fernandes era nobre, visto que o nosso brasão foi dado por serviços prestados a Coroa, e o primeiro Fernandes conhecido era Diogo Fernandes, Conde de Portucale

    • Dizem que podemos reclamar um castelo, brasões, muito bem.

      Então eu João VII quero reclamar Portugal, Espanha, Bélgica, Inglaterra, Austria e Saxónia, poderei reclamar isto ? Vocês deixam me ?

      Mas não sou nada, não tenho nomes importantes e casas como toda a gente tem, até existem duques, condes, viscondes, barões, existe de tudo. Só tenho uma situação e está comprovado geneticamente, trago em latim coisas que para o comum dos mortais não interessa para nada. Mas para a Monarquia, é tudo, até o meu sobrenome e coisas interessantes.

      Toda a gente festeja a independência de Portugal de 1640, mas quem era João IV de Portugal ?

      Quem era o pai e a mãe de João IV, olhem era o meu 10 avô paterno, tipo engraçado e irmão a Carlos II de Espanha, não me digam que não sabiam ?

      Ninguém tem Sangue Real, ninguém tem o cromossoma Y de Eberbardus I igual, João IV, V, José, Pedro II, V, Carlos I, Luis I e D. Manuel II. Ninguém de vós contem isto, é especifico. Toda a gente sonha, talvez tenham e atiram o barro à parede, pois mas nesta vida, é preciso provas, registos.

      Alemanniæ Dux in lucem edidit Albericum, feu Begonem I. Alsatiæ comitem, nec non Ettonem, five Ettichonem Episcopum Argentinensem, qui A. 765. obiit. Ex Alberico feu Begone I. natus suit Eberhardus I. Alsatiæ Comes, qui ad A. 780 ;Genealogica Stirpis Lotharingica ab Eberhardo IV. Alfitia Comite, usquead Carol Um I. Lotharingiæ Ducem. Eberhardus IV. Alfetiæ Comes Hugonis I. filius primogenitus conjugio 4 sibi copulavit Eadivam Anglorum Regis filiam , sororem Edgitæ Uxoris Ottonis M. Romanorum Imperaoris ; Joannem IV. Ducem Bragantiæ sibi Regem elegere.” Galli in Belgio;

      Pois o meu Eberhardus, que pessoa que viemos de 630 da Saxóniae

      Catharina Ducifîà Bragantiæ , ejusdem Eduardi filia , & Philippus Rex Caftellæ Elizabethæ filiüs.; A Philippo IV. (PhiIippi II. qui armis regno potitus eft, nepote) Lufitani regiminis Caftellani pertaefi, defcifcentes, Iohannem Bragantiæ Ducem,Theodofiifilium, & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: €aftellani id ut in^ juftè, & nequiter fà&um incufànt: Quod non folum jure fànguinis, fed juftae vitoriæ, Philippüs II

      Aqui neste registo que vós deixo, tenho o meu 11 avô paterno Philippe IV da Bélgica é o mesmo que Philippe II de Espanha, o mesmo e casou com a Catharina de Bragança e trago em latim para não haver dúvidas e também tenho o sobrenome que não vou colocar aqui.

      A mim não me interessa se os Ferreiras, Lemos, Albuquerques, Menezes, Moniz, Leite, Sá, tenham direito ou não, serem da Nobreza, toda a gente que se arma em cacados, sonhem à vontade, são todos livres na Republica, todos tem títulos na Republica.
      Eu não quero nenhum título na Republica, nem um, todos vocês podem ficar com eles.

      Só me interessa a Monarquia, leis de 1145, 1706, 1755 e 1834, só isto que quero, mais nada.

      João

    • Os Ferreira Pinto Basto era primos a D. José I, eram a brasonados, mas isso não interessa para nada, portanto o Ferreira Pinto Basto era General das tropas do José I, era e tinha uma empresa de faianças na qual o Rei comprava a louça do primo.

      Os Ferreira talvez sejam também a brasonados, fica satisfeita com informação.

      João

  11. Ser nobre, não está nos nomes, não.

    A Nobreza das pessoas, estão nas acções dessas mesmas pessoas, vocês não sonham quem eu seja, que venha a monarquia novamente, é preciso cumprir com o ADN e sobrenome em linha directa paterna de cromossoma y.

    Todos que reclamam ser nobres, lhes serão riscados seus nomes da história e porquê, vocês hoje não tem culpa dos vossos antepassados, estes cuspiram no prato, estes derrubaram o Rei, juntaram se aos republicanos e maçonaria que representava 1% da revolta.

    Cuspiram no prato da monarquia, entendem. E ao se revoltarem contra o seu Senhor, é razão mais que suficiente para aplicar as ditas leis da Monarquia. Muitos de vós de vossos nomes, antepassados assassinaram milhares de portugueses e tudo foi esquecido. Tudo ficou em águas de bacalhau.

    Juntaram se aos republicanos, mataram a monarquia, acabaram com a Nobreza e agora querem voltar.

    Aqueles que não aspiram a ser nada, a esses lhes será confiado a Nobreza com outros nomes.
    As acções das pessoas é que fazem a Nobreza, é só.

    João

  12. Sr. João este ultimo seu artigo resume tudo, aqueles que traíram a história de Portugal e se venderam a Republica e SUAS SOCIEDADES SECRETAS ONDE SE VENDEM A ALMA , os nomes destas famílias tem ser APAGADOS dos LIVROS DE NOBREZA porque traíram a pátria e o que é mais CARO a religião dos seus antepassados CATÓLICOS-CRIStÃOS que combateram a MOURISMA ISLAMICA e SUA MALDITA ESTRELA . Estes que SE VENDERAM A REPUBLICA E A MALDITA ESTRELA AMALDIÇOADOS sempre seram.. VIVA OS VISIGODOS-OSTROGODOS-PORTUGUESES CATOLICOS-CRISTÃOS SERVOS DO SENHOR JESUS CRISTO e FILHOS DA VIRGEM MARIA RAINHA DOS APOSTOLOS. Assim. LSouza

    • Calma com a sua sugestão, calma, existiram casas com o seu nome de casa de Sousa que também estiveram mal, juntaram se aos revoltosos.

      Nós tivemos Mouros do nosso lado contra a Igreja Católica, a Igreja Católica em 1195 expulsou os Templarios de Portugal, Espanha e França, se não fossem os mouros da meia lua, hoje não existia Portugal, não existiam as ajudas em África nas descobertas portuguesas, os Mouros em 1195 e até antes desta data, as terras do Norte de África era Vickings, da Bohémia de Hadsbourg.

      o meu 10 avô materno o Gaspar Benemerino, por minha 8 avô materna D. Joanna Mathilda Fez que casou com João V, a Igreja Católica na sua hipocrisia teve bispos, cardeais de Marrocos e Fez. E trago em latim.

      D. O. M. B. M. V. Gaspar ex Sereniffima Benemerina familia, vigefimus fecundus in Africa Rex. dum contra Tyrannos a Catbelico Rege anna rogat auxiliaria, liber effeflus, Through Germany, Bohemia, Hungary, Switzerland

      GASPAR ex seremijfima BENEMERINI Familia, vigefimus fecundus in Africa Rex, dum contra Tyrannos a Catholico Rege arma rogat auxiliaria, fiber effe&us a tyrannide Machometi,sepulchrum hoc GASPARIS BENEMERINI, Infantis de Fez, & cius familia

      O filho de Philippus II de Espanha com Catharina de Bragança, tiveram o Theutónio de Portugal teve o bispo de Fez e este Theutónio com Anna Velasco tiveram como filho o Joaozinho IV de Portugal o meu 10 avô paterno. O Philippus I, II, III, IV tem o meu sobrenome.

      Catharina Ducifîà Bragantiæ , ejusdem Eduardi filia , & Philippus Rex Caftellæ Elizabethæ filiüs.; A Philippo IV. (PhiIippi II. qui armis regno potitus eft, nepote) Lufitani regiminis Caftellani pertaefi, defcifcentes, Iohannem Bragantiæ Ducem,Theodofiifilium, & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: €aftellani id ut in^ juftè, & nequiter fà&um incufànt: Quod non folum jure fànguinis, fed juftae vitoriæ, Philippüs II.

      Tenho tudo em latim, a Igreja defende o seu património, não pensa na fé das pessoas, tenho dito.

      A igreja católica é hipócrita, não me esqueço o que esta gente da Igreja fizeram por Portugal, a vingança serve se fria, contra os homens do Clero.

      João

      • Eu não quero estar a mostrar mais nada, a verdade é dura, os vossos antepassados deitaram tudo a perder, é a verdade e não queria estar criar ilusões da linda história do romantismo da monarquia, muitas famílias foram mesmo inconscientes.

        Não vou eliminar todas as casas, não, mas era o que mereciam, não tenha dúvidas.

        A vossa Imperatriz do Brasil a Leopoldina, existiu a partir de 1900, registo do Estado Brasileiro

        IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA – SUA PRESENÇA NOS JORNAIS DE VIENA E A SUA RENÚNCIA À COROA IMPERIAL DA ÁUSTRIA (A)
        Extrato da certidão do batizado de Dona Leopoldina, feito a 10/05/1900. O original desapareceu na 2ª Guerra Mundial.
        (Arquivo Imperial, Viena)

        Mas para contrariar o Instituto de Petropolis, foi buscar da casa de Hasbourg documento original do ano 1649 da Maria Leopoldina que renunciou à casa da Austria para casar com Carolo Josephus.

        pagina 94

        Cæsareo apud P. P. Capucinos tumulo illatus. Illius memoriam inter alia tuetur mosille , quo se Cælares Austriaci ad tuendum immaculatum Virginis Deiparæ conceptum 8- Decembris cum magistratu Academico solenni voto ad D. Stephani obstringere folent Ex
        tribus conjugibus denas proles sustulit , e quibus tamen unicus Leopoldus Augustam
        Stirpem propagavit. Eas illo, quo in lucem editæ sunt ordine recensibimus.
        Ex prima conjuge Maria Philippi UT. Hisp. Regis filia. I. Ferdinandus IV. Rex Bohemiæ A. 1646. Hungariæ A. 1647. Romanorum A 1653. inauguratus , raris a natura corporis animique dotibus instructus, spes Augustorum Parentum , & Provinciarum secum tumulo intulit A. 1 6 54. die 9. Julii ex Variolis extinctus, cum annum ageret ætatis primum & vicesimum. II. Maria Anna Philippi IV. Hisp. Regis uxor. III. Philippus Augustinus A. A. mortuus A. 1639. IV. Maximilianus Thomas A. A. mortuus A. 1 6 3 9. V. Leopoldus I. M. Romanorum Imperator Patris successor, de quo §. sequente. Ex dtera conjuge Maria Leopoldina Leopoldi A. A. Tyrolensis filia. VI. Carolus Josephus A. A. renunciatus EpiscopUs Passaviensis, Olomucenfis, Uratisiaviensis ordinis Teutonici Magister in store ætatis mortuus A. 1664. die 27. Januarii. Ex tertia conjuge Maria Eleonora Caroli II. Mantuæ Ducis lilia VIL Maria Theresia. VIII Eleonora Maria primum Michaelis Coributi Regis

        Mas o que inventam para terem Imperatriz em 1790 que dizem que casou não sei com quem, depois de apresentar os registos em latim, o Instituto ficou calado. O que inventam para terem uma imperatriz. Nisto tudo a tal Maria Leopoldina teria que ter um sobrenome e as pessoas ditas da monarquia Brasileira, nao tem nada. Inventam tanta coisa, era bom que a Lei de 1706 da Monarquia existisse, era.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here