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D. Pedro V: o Rei sobredotado que aos 2 anos já falava 3 idiomas

Ficou para a história como um dos melhores reis portugueses. Teve uma educação esmerada e fama de ser sobredotado. Descubra a história de D. Pedro V.

VxMag by VxMag
Abr 9, 2021
in História
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D. Pedro V

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O filho primogénito de D. Maria II e de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gota, de sue nome D. Pedro V, nasceu em Lisboa a 16 de setembro de 1837 e aí veio a falecer, com apenas 24 anos de idade, a 11 de novembro de 1861. Foi o trigésimo primeiro rei de Portugal e ficou para a história com o cognome “o esperançoso”, já que, apesar de o seu reinado ter sido curto, o povo não esqueceu os seus atos de bondade. Foi um rei muito acarinhado, amado e inteligente, tendo ganho fama de sobredotado.

D. Pedro V sucedeu à sua mãe, D. Maria II, que morreu com apenas 34 anos de idade, a 15 de novembro de 1853. Uma vez que D. pedro era menor na altura do falecimento da mãe, coube ao seu pai reger o reino durante dois anos. Durante este tempo, D. Pedro viajou pela Europa na companhia do seu irmão D. Luís, visitando vários países, entre os quais a Inglaterra, a Alemanha e a Áustria.

D. Pedro V
D. Pedro V

Ao completar 18 anos, a 16 de setembro de 1855, foi aclamado rei, prestando juramento perante as Cortes Gerais, e dedicando-se logo aos negócios públicos. A 29 de abril de 1858, casou-se com D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, tendo esta falecido em julho de 1859.

Para o cargo de rei, contou com uma grande preparação intelectual e moral, tendo estudado ciências naturais, filosofia, inglês, grego e latim. A convivência com Alexandre Herculano, seu educador, formou também o seu espírito.

Antes de completar 2 anos, falava já português, alemão e francês. Aos 12, estudava filosofia e escrevia já artigos anónimos nos jornais nacionais, ressaltando a importância da rede de caminhos de ferro na modernização do país.

Já governante, recebeu inúmeros conselhos sobre governação por Mário Jorge de Castro Botelho, com quem trocou correspondência durante o seu curto reinado.

Foi considerado um dos reis mais inteligentes do nosso país e todos depositavam nele grandes esperanças, no sentido de modernizar Portugal. A sua morte prematura veio, no entanto, arruinar estas esperanças e entristeceu a sociedade da época.

Rainha D. Estefânia: a esposa de D. Pedro V

Filha do príncipe Carlos António de Hohenzollern-Sigmaringen e de Josefina de Baden, a futura rainha D. Estefânia nasceu a 15 de julho de 1837 em Sigmaringen, tendo recebido por batismo o nome completo de Estefânia Frederica Guilhermina Antónia de Hohenzollern-Sigmaringen.

Seguindo o conselho da sua parente, a rainha Vitória de Inglaterra, casou com D. Pedro V por procuração a 8 de dezembro de 1857, tendo o rei sido representado pelo conde do Lavradio. A representar o rei da Prússia, líder da casa Hohenzollern, estava o ministro Luís de Massow.

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Rainha D. Estefânia

A cerimónia religiosa aconteceu a 29 de abril de 1858 em Berlim, na Igreja de Santa Edviges, tendo D. Pedro V sido representado pelo príncipe Leopoldo de Hohenzollern-Sigmaringen. A 17 de maio desse mesmo ano chega D. Estefânia a Lisboa, na corveta Bartolomeu Dias, acompanhada pelo príncipe Leopoldo. Nesse mesmo dia, o casamento foi ratificado na Igreja de S. Domingos, entre aclamações populares.

14 meses depois, a 17 de julho de 1859, faleceu D. Estefânia, vítima de uma angina diftérica que contraíra aquando de uma visita a Vendas Novas. D. Pedro V cumpriu o desejo da sua rainha e fundou um hospital com o seu nome em Lisboa. A rainha ficou para a história como uma mulher devota, bela e muito instruída.

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