Início História 14 fantásticas curiosidades sobre o 25 de Abril de 1974

14 fantásticas curiosidades sobre o 25 de Abril de 1974

Uma revolução não se faz apenas de tensão e negociações. Faz-se também com episódios insólitos. Descubra 14 curiosidades sobre o 25 de Abril de 1974.

30557
0
COMPARTILHE

Html code here! Replace this with any non empty text and that's it.

14 fantásticas curiosidades sobre o 25 de Abril de 1974

No dia 25 de Abril de 1974, Portugal viveu a revolução dos cravos. Uma revolução pacífica, sem derramamento de sangue e que impressionou o mundo. A revolução portuguesa iria mesmo influenciar outras revoluções em outros países, como em Espanha, no Brasil e na Venezuela, por exemplo. A revolução dos cravos acabou com décadas de ditadura e deu ao país motivos para sonhar com outro futuro. Não se conseguiu concretizar todos os sonhos da altura, mas a verdade é que vivemos hoje em liberdade graças à coragem e à determinação de um punhado de valentes soldados e capitães. Descubra 14 curiosidades sobre o 25 de Abril de 1974.

1. Quantos anos durou o Estado Novo?

O Estado Novo foi instaurado em 1933, por António de Oliveira Salazar. Até então, o país vivia numa Ditadura Militar desde 1926, a que Salazar pôs um fim quando foi eleito Presidente do Conselho, um ano antes.

A política praticada era semelhante à que existia na Alemanha, Itália e até Espanha, se bem que com algumas diferenças – uma delas era a associação com a igreja, que caminhava lado a lado com o Governo. Mesmo depois da subida de Marcello Caetano a Presidente do Conselho, em 1968 (devido a doença de Salazar), o Estado Novo continuou, se bem que com menos força. O regime só caiu em 1974, 41 anos depois de ser instaurado. Ao todo, foram 48 de ditadura em Portugal.

2. A revolução começou com um pneu furado

A lembrança foi relatada à Agência Efe por Vasco Lourenço, hoje presidente da Associação 25 de Abril, criada para manter vivo o espírito daquele movimento que acabou num piscar de olhos com o regime e criou a base para a volta da democracia em Portugal.

“Quando retornávamos de uma de nossas primeiras reuniões, tivemos um pneu furado e o trocamos. Eram duas da madrugada, mais ou menos, quando disse a Otelo que não íamos solucionar nada com requerimentos e papéis, que devíamos fazer um golpe de Estado e convocar eleições. Ele olhou-me e disse: ‘Mas tu também pensas assim? Esse é meu sonho!'”, contou.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here