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8 grandes mentiras da História de Portugal

Nem tudo o que aparece nos livros de história é verdade. Todos os países têm mentiras na sua história. Descubra 8 grandes mentiras da História de Portugal.

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mentiras da História de Portugal
Inês de Castro

8 grandes mentiras da História de Portugal

Costuma dizer-se que a história é escrita pelos vencedores e, por isso, nem sempre conta toda a verdade. Todos os países têm grandes ou pequenas mentiras na sua história e também há mentiras na História de Portugal. Desde réis que mudaram de nome, castelos mais recentes do que os livros falam ou capitais que não o são… descubra 8 grandes mentiras da História de Portugal.

  1. A capital oficial não é Lisboa
Lisboa
Lisboa

Embora possa parecer estranho… é verdade! Ao contrário da grande maioria das capitais mundiais, não há um único documento oficial que declare que Lisboa é a capital de Portugal.

E como é que isto aconteceu? Em 1255, o Rei D. Afonso III resolveu mudar toda a sua corte da antiga capital, Coimbra, para Lisboa, que entretanto se tinha tornado a maior e a mais importante cidade do país. Lisboa ganhou impulso para o seu crescimento sobretudo devido às boas condições do seu estuário para acolher navios de mercadorias, atraindo assim cada vez mais população e ganhando um estatuto e uma importância estratégica superiores a Coimbra.

Assim sendo, Lisboa tornou-se apenas Capital de facto pela simples razão de se ter tornado a moradia permanente do Rei e da sua corte. Nunca foi emitido qualquer documento que oficializasse Lisboa como capital do país

  1. Os Lusitanos foram os nossos antepassados
Lusitanos comandados por Viriato a combater os Romanos
Lusitanos comandados por Viriato a combater os Romanos

Os Estrímnios (em latim: Oestremni são dados como o primeiro povo nativo conhecido de Portugal. Oestremni significaria (povo do) extremo ocidente. Estendiam o seu território da Galiza (Noroeste de Espanha) até ao Algarve.

Vindos de leste, chegaram os Sefes, guiados pela sua deusa-serpente, Ofiusa. Estes eram menos numerosos que os Estrímnios.

Mais tarde chegaram à Hispânia os Galaicos e os Lusitanos, tendo encontrado vestígios da grande destruição causada pela guerra que os Sefes moveram contra os Estrímnios – povoados destruídos, campos de cultivo arrasados, sepulcros violados e reutilizados pelos Sefes – e povo de Ofiusa reagiu com violência à chegada destes novos povos ao território que tinha acabado de conquistar.

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