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Portugal: os 18 melhores destinos para um fim de semana romântico

Férias românticas a dois ou apenas uma escapada no fim de semana... Descubra os 18 melhores destinos para um fim de semana romântico em Portugal.

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fim de semana romântico
Óbidos

Está a planear férias românticas com a sua cara metade? De norte a sul de Portugal, existem vários destinos onde pode passar um fim de semana romântico. Pequenas e sossegadas aldeias com ruelas e cascatas, vilas no topo de montanhas com um vista deslumbrante para o pôr do sol…

Deslumbre-se com as sugestões e comece já a planear um fim de semana romântico a dois nos melhores destinos de Portugal. Estes são 18 destinos para um fim de semana romântico em Portugal.

1. Monsaraz

Monsaraz
Monsaraz

Monsaraz, a airosa vila medieval de Monsaraz, mantêm a sua magia de outrora como poucos lugares no mundo.

Feita de cal e xisto, este lugar sussurra-nos, por entre o eco dos nossos passos nas suas ruas, magníficas histórias de reis audazes, cavaleiros templários, gentes bravas e damas de beleza singela. Suspensa no tempo, a histórica vila alentejana, uma das mais antigas de Portugal, é um destino obrigatório na sua lista de lugares a visitar no Alentejo.

2. Soajo

fim de semana romântico
Soajo

No Soajo, pequenas casas erguidas com blocos de granito ladeiam as ruas de pedra, guiando o visitante para o largo onde se ergue o singular pelourinho, Monumento Nacional desde 1910. Uma simpática face antropomórfica inscrita, coroada com um triângulo no topo, a lembrar um chapéu de três bicos, dá-nos as boas-vindas a esta aldeia, onde o visitante encontrará uma atmosfera descontraída e muito acolhedora.

Na periferia da área urbanizada, num ponto alto dominado por um grande afloramento granítico, visite a eira comum, um imponente conjunto de 24 espigueiros construídos em pedra, com elementos arquitectónicos que datam dos sécs. XVIII e XIX, onde a comunidade guardava os cereais, sobretudo o milho, abundante na região. As cruzes no topo representam protecção divina dos seus conteúdos, sobrevivência da comunidade, “o pão nosso de cada dia”.

3. Marvão

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Marvão – José Flacho

Marvão, a «Mui nobre e Sempre Leal» Vila de Marvão, assim denominada pela Rainha D. Maria II, está localizada no distrito de Portalegre, Alto Alentejo. Fica situada no topo da Serra do Sapoio, a cerca de 860m de altitude, bem próxima da fronteira de Espanha.

Entre a vila de Castelo de Vide e a cidade de Portalegre, em pleno Parque Natural da Serra de S. Mamede, Marvão domina a paisagem serrana a partir no seu ponto mais alto. A extraordinária vista sobre a área que envolve Marvão torna-se inesquecível e inesgotável. Paisagens espantosas podem ver-se a partir da Torre de Menagem ou da Pousada de Santa Maria.

4. Estorãos

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Estorãos (Ponte de Lima)

Estorãos é uma pequena aldeia minhota situada a cerca de seis quilómetros de Ponte de Lima onde corre a ribeira que lhe dá o nome. As águas vindas do alto da serra de Arga serpenteiam no meio de pinheiros, vinhas e campos estrumados criando pequenos lagos e represas onde trutas e lampreias se escondem de turistas e pescadores.

A paisagem é magnífica. O recorte azulado e sombrio da serra contrasta com o verde dos campos e as cores outonais das vinhas e searas criando verdadeiros jardins que pedem muitos passeios e descobertas rústicas.

5. Castelo de Vide

Castelo de Vide é uma bonita Vila alentejana, sede de concelho, localizada numa colina da Serra de São Mamede, num local bafejado pela beleza. O casario branco florido da Vila que sobe e desce a colina, encimado pelo Castelo, cruza-se com anos de história e ocupação bem remota, uma vez que na zona existem diversos legados megalíticos, como o Menir da Meada.

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Castelo de Vide

Castelo de Vide, pela beleza que orgulhosamente exibe, com uma vegetação rica, é conhecida por “Sintra do Alentejo”, tal é o seu encanto e esplendor, uma das localidades mais românticas da região Alentejana.

6. Óbidos

Foto: Joe Price

A lindíssima vila de Óbidos, de casas brancas enfeitadas com buganvílias e madressilvas foi conquistada aos mouros pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, em 1148. Mais tarde, D. Dinis doou-a a sua mulher, a rainha Santa Isabel. Desde então e até 1883, a vila de Óbidos e as terras em redor foram sempre pertença das rainhas de Portugal.

Envolvida por uma cintura de muralhas medievais e coroada pelo castelo mouro reconstruído por D. Dinis, que hoje é uma pousada, Óbidos é um dos exemplos mais perfeitos da nossa fortaleza medieval. Como nos tempos antigos, a entrada faz-se pela porta sul, de Santa Maria, embelezada com decoração de azulejos do séc. XVIII.

7. Sintra

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Foto: Joe Price

Lindíssima vila no sopé da Serra do mesmo nome, as suas características únicas fizeram com que a UNESCO ao classificá-la como património mundial fosse obrigada a criar uma categoria específica para o efeito – a de “paisagem cultural” – que desta forma considera tanto a riqueza natural como o património construído na vila e na serra. A Serra de vegetação luxuriante, está inserida no Parque Natural Sintra-Cascais.

Sintra foi desde tempos muito remotos o local escolhido para a fixação de diversos povos que passaram pela Península Ibérica e aqui deixaram marcas da sua presença, muitas das quais estão expostas no Museu Arqueológico de Odrinhas, nas redondezas.

8. Mértola

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Mértola

Mértola, onde as cegonhas vêm fazer ninho e o gracioso casario branco se debruça sobre o Guadiana, há ainda o encanto de um museu vivo à sua espera. Depois de um tempo de esquecimento, a vila revitalizou-se graças à intervenção de arqueólogos que não só criaram um conceito inovador de museu aberto, como nele integraram a recuperação de artes tradicionais.

No seu passeio pelo traçado irregular das ruas, intacto na sua expressão medieval, vá folheando páginas desta História. Na Câmara Municipal, a Myrtlis romana; na Torre de Menagem do Castelo (com vista fabulosa sobre as margens do rio), a época pré-islâmica; no Museu Islâmico, um velho sonho dos arqueólogos realizado numa das colecções mais importantes do mundo; numa antiga igreja, uma colecção de arte sacra. Mértola é, sem dúvida, um dos locais mais bonitos do Alentejo.

9. Pinhão

Pinhão
Pinhão

Pinhão é considerado o centro geográfico da Região Demarcada do Douro e é aqui que se situam muitas das quintas produtoras do vinho do Porto, algumas oferecendo alojamento na modalidade de turismo no espaço rural.

Digno de nota é o edifício da Estação de Caminhos de Ferro, construída no final do séc. XIX, cujo interior é inteiramente revestido de painéis de azulejos.

10. Alcoutim

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Sanlucar de Guadiana

Alcoutim, apesar de ter perdido as muralhas que durante séculos a defenderam, mantém nas suas ruas estreitas e íngremes, a atmosfera tranquila de uma vila algarvia serrana. Um passeio de alguns minutos leva à descoberta de casas centenárias e da Igreja da Misericórdia. Para terminar importa descer até à beira-rio, marcada pela sóbria ermida de Santo António e pela antiga Casa dos Condes de Alcoutim.

Depois é saborear uns momentos de repouso, na companhia de uma bebida fresca numa esplanada, enquanto se aprecia o barco de pesca que regressa ou os veleiros ancorados na pequena marina, vendo-se a povoação espanhola na outra margem do rio.

11. Cuada

Cuada
Cuada

Sem acesso fácil ao mar, a Cuada teve na agricultura a sua principal fonte de subsistência durante séculos. A outra fonte de algum rendimento provinha da tecelagem, já que o lugar se transformou num verdadeiro alfobre de tecedeiras, havia casas que possuíam dois e três teares, muito procuradas pelo esmero do seu trabalho.

A Aldeia da Cuada foi abandonada nos anos 60 pelos seus habitantes que emigraram principalmente para a América e tem vindo a ser reconstruída pelos proprietários Teotónia e Carlos Silva que abraçaram este projecto de uma vida e com determinação estabeleceram a ligação entre o passado e o presente recuperando as casas de pedra mantendo a traça rural e a mesmo tempo adaptando-as ás exigências necessárias para umas férias de sonho.

12. Talasnal

Talasnal
Talasnal

Descobrir o Talasnal representa mergulhar no mundo mágico da Serra da Lousã e embrenhar-se numa vegetação luxuriante por onde espreitam veados, corços, javalis e muitas outras espécies.

Aqui reina a Natureza, sensível, que pede respeito. Mas que permite inúmeras possibilidades de lazer e de desportos activos. Aqui sente-se o pulsar da terra e a sua comunhão com os homens quando se avistam ao longe as aldeias. Parecem ter nascido do solo xistoso, naturalmente, como as árvores.

13. Almeida

Almeida
Almeida

Almeida terá tido origem na migração dos habitantes de um castro lusitano, localizado a Norte do lugar do Enxido da Sarça, ocupado em 61 a.C. pelos Romanos, e depois pelos povos bárbaros. Dada a sua situação em planalto, os Árabes chamaram-na Al-Mêda (a Mesa), Talmeyda ou Almeydan, tendo construído um pequeno Castelo (séc. VIII- IX).

Almeida perante a necessidade de modernizar as obsoletas estruturas medievais, empenhou-se após a Restauração, na construção de uma renovada máquina de guerra que se pudesse adaptar às novas armas de fogo, e que lhe permitisse selar a fronteira. A Praça-forte é de planta hexagonal, constituída por seis baluartes, aos quais correspondem o mesmo número de revelins.

14. Parque Terra Nostra

Parque Terra Nostra
Parque Terra Nostra

Embora inicialmente ignorado pelos primeiros povoadores, o Vale das Furnas começou a ser popular no final do séc. XVIII, devido ao crescente interesse no uso de águas minerais para o tratamento de doenças como o reumatismo e a obesidade. As Furnas possuíam centenas de pequenas nascentes e cursos de água, todas com diferentes propriedades. O Parque Terra Nostra estava no centro desta magnífica hidrópole, um autêntico paraíso nos Açores.

Por volta de 1775, Thomas Hickling, um abastado comerciante originário de Boston, que foi Cônsul Honorário dos Estados Unidos em São Miguel, mandou construir uma casa de madeira, que tomou o nome de Yankee Hall, assim como um grande tanque de água com uma ilha no meio e rodeou-o de árvores. Ainda é possível hoje em dia ver um carvalho inglês plantado por Hickling.

15. Mata do Buçaco

Mata Nacional do Buçaco
Mata Nacional do Buçaco

Se há local fresco e tranquilo para passear, esse lugar é a Mata do Buçaco. Com seis percursos pedestres, devidamente identificados, a mata convida-o a partir à descoberta da sua botânica deslumbrante. Siga até ao Vale dos Fetos e delicie-se nos seus lagos, refresque-se nas inúmeras fontes espalhadas pela cerca e admire os recantos naturais desenhados pela vegetação luxuriante.

Pode também explorar a mata através dos percursos históricos: admire as imponentes portas da cerca ou as ermidas construídas pelos Carmelitas Descalços, que se erguem em perfeita harmonia com o arvoredo. Percorra os Passos da Paixão de Cristo, suba ao Miradouro da Cruz Alta e por fim tempo, vá até ao lugar de Almas de Encarnadouro para visitar o Museu Militar.

16. Cerdeira

Cerdeira
Cerdeira

A Cerdeira é um local mágico. Logo à entrada, uma pequena ponte convida-nos a conhecer um punhado de casas que espreitam por entre a folhagem. Parece que atravessamos um portal para um mundo fantástico. Tudo parece perfeito neste cenário profundamente romântico. O chão de ardósia guia-nos por um caminho até uma fonte no meio de uma frondosa vegetação.

Entre encostas declivosas rasgadas por linhas de água que se precipitam lá do cimo, a Cerdeira aninha-se, na mais bucólica envolvente. Esta é uma aldeia que a arte e a criatividade ajudaram a refundar. Aliás, em certos momentos do ano, esta aldeia é animada por encontros temáticos que juntam arte e botânica.

17. Sortelha

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Sortelha

Sortelha é uma das mais belas e antigas vilas portuguesas, tendo mantido a sua fisionomia urbana e arquitectónica inalterada até aos nossos dias, sendo considerada uma das mais bem conservadas.

A visita pelas ruas e vielas do aglomerado, enclausuradas por um anel defensivo e vigiadas por um sobranceiro castelo do séc. XIII, possibilita ao forasteiro recuar aos séculos passados, por entre as sepulturas medievais, junto ao pelourinho manuelino ou defronte igreja renascentista.

18. Piódão

Piódão
Piódão

Enquanto percorremos a Serra do Açor, ao mesmo tempo que nos deixamos encantar pelo aspecto majestoso e puro da paisagem, a curiosidade e a impaciência invadem-nos. Piódão teima em permanecer escondido para, inesperadamente, deslumbrar com a sua arquitectura, que tão bem exemplifica a capacidade que temos para de forma harmoniosa nos adaptarmos aos mais inóspitos e também mais sublimes locais.

Como se de um presépio se tratasse, as casas distribuem-se em redor dos socalcos, nas quais pontuam o azul e o xisto, por entre sinuosas e estreitas ruelas, que em cada canto escondem a história da Aldeia Histórica de Portugal de Piódão.

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