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Portugal: 37 monumentos que deve visitar pelo menos 1 vez na vida

Não são 5, nem 10, nem 20... são 37 monumentos para visitar em Portugal pelo menos uma vez na vida. E garantimos que vale a pena.

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13. Mosteiro dos Jerónimos

Monumento incontornável da paisagem Lisboeta, este mosteiro situado em Belém mesmo à entrada do Rio Tejo, constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.

Mosteiro dos Jerónimos - Uxio
Mosteiro dos Jerónimos – Uxio

Foi encomendado pelo rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da sua viagem à Índia, e financiado em grande parte pelos lucros do comércio de especiarias. O monumento é considerado património mundial pela UNESCO, e em 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal.

 

14. Mosteiro de Tibães

Fundado no século XI é um dos mais emblemáticos monumentos do distrito de Braga. Antiga Casa-Mãe da Congregação Beneditina Portuguesa, ao longo de sua história, e dada a sua importância no Império Português, o mosteiro reuniu o maior e mais valioso espólio da região.

Mosteiro de Tibães
Mosteiro de Tibães

Nele se destacavam desde a pintura, a escultura e a arte sacra, a uma vasta colecção de livros sobre variados temas. Passou pela mão de privados mas em 1986 o Estado readquiriu o imóvel e após grandes obras de conservação, voltou a ser utilizado pelo público essencialmente para dinamização cultural.

 

15. Cromeleque dos Almendres

O Cromeleque dos Almendres, que se localiza na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, no concelho de Évora, Distrito de Évora, em Portugal. Constitui-se num círculo de pedras pré-histórico (cromeleque) com 95 monólitos de pedra.

Cromeleque dos Almendres
Cromeleque dos Almendres

É o monumento megalítico do seu tipo mais importante da península Ibérica, e um dos mais importantes da Europa, não apenas pelas suas dimensões, como também pelo seu estado de conservação. A região de Évora é densamente coberta por sítios arqueológicos que vão desde o início do Neolítico (7000 a 8000 anos atrás) até a Idade do Ferro, abrangendo menires, antas, necrópoles e povoações pré-históricas.

 

16. Torre de Belém

A Torre de Belém é uma torre fortificada, localizada na freguesia de Santa Maria de Belém. É Património Mundial devido ao papel significativo que desempenhou nas descobertas marítimas portuguesas. O edifício foi encomendado pelo rei João II para ser parte de um sistema de defesa na foz do rio Tejo e uma porta de entrada para Lisboa.

Torre de Belém
Torre de Belém

Construída em 1515 como uma fortaleza para proteger a entrada do Porto de Lisboa, a torre de Belém foi o ponto de partida para muitas das viagens de descoberta, e para muitos os marinheiros foi a última visão da sua pátria.

 

17. Castelo de São Jorge

Foi aqui que a cidade de Lisboa começou, em 1147. O incrível Castelo de São Jorge tem 11 torres e um fosso seco e encontra-se no topo da colina do centro histórico.

Castelo de São Jorge
Castelo de São Jorge

Quem visita o castelo pode subir às torres, caminhar pelas muralhas e também apreciar a vista sobre a cidade, para além de conhecer mais um pouco sobre uma grande parte da história de Lisboa.

 

18. Convento do Carmo

Este convento ficou construído no início do século XV. A sua igreja era a principal igreja do estilo gótico em Lisboa. Depois de ter sido afretado pelo terramoto de 1755 não voltou a ser reconstruído, apesar de ter sofrido algumas alterações.

Convento do Carmo
Convento do Carmo

As ruínas da igreja acolhem a Associação dos Arqueólogos Portugueses e o convento acolhe um quartel da GNR.

 

19. Capela dos Ossos (Évora)

Um dos símbolos de Évora, a Capela dos Ossos encontra-se no interior da Igreja de São Francisco e foi construída no século XVII.

Capela dos Ossos de Évora- Steve Wong
Capela dos Ossos de Évora- Steve Wong

As paredes forradas com ossos e caveiras – estimadas em 5000 – pretendem transmitir a mensagem da transitoriedade da vida. No século XVI, havia 42 cemitérios monásticos na cidade. Ocupavam um espaço muito grande, e pensava-se em um modo de aproveitar essa área para outros fins.

 

20. Templo Romano de Évora

O denominado Templo de Diana, embora o seu nome correcto seja Templo Romano de Évora, é um santuário que não terá sido dedicado à deusa romana da caça mas, provavelmente, ao culto do imperador.

Templo Romano de Évora
Templo Romano de Évora

Datado do século I ou II d. C., este templo romano de Évora é o maior exemplo da arte religiosa romana em Portugal, revelando grande equilíbrio e harmonia de linhas clássicas, próprias da arte greco-romana, apesar das destruições e depredações de que foi alvo ao longo de séculos.

 

21. Castelo de Évoramonte

O castelo de Évoramonte, contrastando com a leitura da aparente fragilidade da espessura das muralhas, devido à sua extensão, impõem-se cinco imensos bastiões de desenho italiano, de traçado cilíndrico.

Castelo de Évoramonte
Castelo de Évoramonte

Foi desenvolvido em grande conformidade com as novas teorias de defesa com artilharia, que se desenvolviam no Europa do Sul, em especial no Norte da Itália.

 

22. Castelo de Almourol

O castelo de Almourol, está situado numa pequena ilha que já era habitada no tempo da ocupação romana da península, a partir do século VIII, foi ocupada pelos muçulmanos, que a terão conquistado aos visigodos.

Castelo de Almourol
Castelo de Almourol

No âmbito da reconquista cristã da Península Ibérica, Almourol foi conquistado por D. Afonso Henriques, em 1129, que o entregou à Ordem do Templo. Esta ordem é responsável pela reconstrução do castelo, conferindo-lhe as características das fortificações templárias. A inscrição existente sobre o portão principal, aponta para a conclusão das obras em 1171.

 

23. Castelo dos Mouros

O Castelo dos Mouros permite admirar, ao longo dos caminhos de ronda, por entre penedos e sobre penhascos, uma paisagem única que se estende até ao oceano Atlântico.

Castelo dos Mouros
Castelo dos Mouros

Sobranceiro à Serra de Sintra, e de configuração irregular, consiste numa fortificação construída em torno do século X após a conquista muçulmana da Península Ibérica, sendo ampliada depois da reconquista cristã.

 

24. Castelo de Guimarães

No contexto da Reconquista cristã da península Ibérica, os domínios de Vimaranes foram outorgados, em fins do século IX, a um cavaleiro de suposta origem castelhana, de nome Diogo Fernandes, que nelas veio a se estabelecer.

Guimarães
Castelo de Guimarães

Uma de suas filhas, de nome Mumadona Dias, desposou o poderoso conde Hermenegildo Gonçalves, vindo a governar, desde meados do século X até ao terceiro quartel do século XI, os domínios de Portucale. Mumadona enviuvou por volta de 928, entrando na posse de vastos domínios, divididos em Julho de 950 com os seus seis filhos.

7 COMENTÁRIOS

  1. Faltou Conimbriga, Igreja de São Francisco no Porto, o conjunto do Cabo Espichel, Igreja de São Roque em Lisboa, os Jerônimos, etc…

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