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Os 25 melhores locais para visitar na Alemanha

É um dos países mais diversificados e bonitos da Europa e tem muito para ver e descobrir. Estes são os melhores locais para visitar na Alemanha.

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11. Colónia

“Kölle alaaf”: quando se houve esse chamado, a cidade entra em transe, uma época que chamam também de “Fastelovend”, ou Carnaval. Dizer que as pessoas ficam totalmente desvairadas ou fora de si é pouco para descrever o que acontece na cidade da famosa catedral na semana que antecede a quarta-feira de cinzas. O Carnaval em Colónia começa oficialmente no dia 11/11 às 11:11 horas e termina, como nos outros lugares, na quarta-feira de cinzas. Mas é só isso que o Carnaval de Colónia tem em comum com os outros e, principalmente na última semana, quando o Carnaval de rua toma conta da cidade, fica claro que a festa aqui é de outra categoria. Essa alegria especial da cidade é resultado também – e isso durante o ano inteiro – dos bares característicos e aconchegantes nas redondezas das praças Alter Markt e Heumarkt, e das grandes cervejarias espalhadas por todo o centro histórico. Nelas, além das especialidades da região, litros e mais litros da cerveja típica da cidade, a “Kölsch”, são servidos sem parar, e o clima costuma ser tão descontraído que parece que o Carnaval em Colónia nunca termina.

Colónia
Colónia

Cada tipo de Kölsch tem um sabor individual – e também, é claro, a sua própria cervejaria. Já os garçons, que aqui são chamados de “Köbes”, parecem não se deixar contagiar pela alegria geral, mas isso faz parte: segundo a tradição, um verdadeiro Köbes deve ser sempre um pouco rude. A única coisa que restringe um pouco a alegria dos habitantes de Colónia é o fato de que, descendo o Reno, a uns 30 quilómetros fica Düsseldorf, a cidade vizinha um pouco mais fina, cuja existência é considerada resultado de uma série de situações infelizes, na melhor das hipóteses.

 

12. Mainz

A paisagem da cidade é dominada há mais de 1.000 anos por uma obra arquitectónica: a catedral de Mainz. Uma das obras sacras mais importantes da Alemanha, cuja pedra fundamental foi colocada por volta do ano de 975, por ordem do bispo Willigis, ele impera majestosa no centro da cidade. À sua sombra, estende-se a parte de Mainz que data da Idade Média e da Antiguidade: pelas ruas estreitas e tortuosas, com nomes como Nasengässchen (Beco do Nariz) ou Heringsbrunnengasse (Rua da Fonte de Arenques), nas diversas lojinhas, boutiques e cafés em torno do belo jardim Kirschgarten, com suas românticas casas de enxaimel, e da fonte Marienbrunnen, corre uma vida dinâmica. Quando o dia vai chegando ao fim, você percebe que Mainz é mesmo a rainha do vinho entre as cidades alemãs; a região de Rheinhessen é a maior zona vinícola do país e a cada ano a nova geração de vinicultores prova que é capaz de alcançar resultados extraordinários.

Mainz
Mainz

Os habitantes de Mainz gostam de desfrutar de seus produtos em adegas e bares aconchegantes, baptizados com nomes religiosos como “Klingelbeutel” (cesto da coleta) ou “Beichtstuhl” (confessionário). O “Weinmarkt” (Feira do Vinho) é também uma das três maiores festas da cidade. Quando ela foi realizada novamente pela primeira vez depois da guerra, em 1946, as forças de ocupação francesas contribuíram com 100.000 litros de vinho, um grande gesto de reconciliação e amizade. Como não poderia deixar de ser no Reno, uma das outras grandes festas de Mainz é a Fastnacht, o carnaval da região. A outra é a Johannisnacht, que acontece sempre em quatro dias no final de Junho: uma festa cultural gigantesca, que originalmente pretendia homenagear Johannes Gutenberg e manter viva sua lembrança. Hoje, ela tornou-se uma mistura alegre de música, costumes antigos, variedades, culinária e, naturalmente, barracas de vinho.

 

13. Leipzig

Deve ser algo muito especial que faz o tempo em Leipzig passar conforme as notas musicais. E isso tem uma tradição literalmente notável: desde 1254, o ano em que documentos mencionam pela primeira vez o coro Thomanerchor, um dos coros de meninos mais antigos do mundo, a música criou raízes nos corações das pessoas e nos veneráveis muros da cidade. É o caso da Gewandhaus, sede da orquestra criada em 1743 com o mesmo nome, a Gewandhausorchester, que durante muito tempo foi dirigida pelo maestro Kurt Masur, o semblante da revolução pacífica. Os impressionantes órgãos da casa produzem um efeito sonoro inesquecível, com seus 6.638 tubos. Ou a maravilhosa ópera, uma das mais antigas da Europa, famosa pelo seu repertório do barroco até o moderno.

Leipzig
Leipzig

Quem nunca deixa de ser moderno em Leipzig, mesmo com o passar do tempo, é Johann Sebastian Bach, o mais famoso cantor solista da igreja Thomaskirche, assim como Richard Wagner, natural de Leipzig, e Felix Mendelssohn Bartholdy, que fundou aqui o primeiro conservatório alemão, em 1843, ou ainda Robert Schumann e Clara Wieck, que fascinaram a cidade tanto como músicos como par amoroso. Os habitantes de Leipzig têm também um caso de amor apaixonado com um dos cafés mais antigos da Europa: desde 1711, o Zum Arabischen Coffe Baum é o ponto de encontro predilecto de religiosos e outras grandes personalidades. Bach, Schumann, Liszt, Grieg, Wagner e outros frequentaram a casa. E a lista inclui também Goethe e Lessing, além de Napoleão e Augusto, o Forte. Uma prova de que Leipzig atraía e atrai gente de todos os tipos, não só músicos e compositores.

14. Castelo de Hohenzollern

Quando o príncipe herdeiro prussiano, aos 24 anos, visitou as muralhas abandonadas de seus antepassados, numa noite de verão do ano de 1819, começou a sonhar com a sua reconstrução. Coroado mais tarde como rei Frederico Guilherme IV, ele era considerado um homem espirituoso, empreendedor e amante das artes. O seu coração tinha uma queda poética e sentimental pela Idade Média, o que o levou a encarregar o famoso arquiteto berlinense Friedrich August Stüller de realizar a reconstrução. Este inspirou-se em edificações medievais da França e da Inglaterra, onde o gótico e o neogótico passavam por um renascimento e eram bastante populares. A pedra fundamental foi colocada em 1852 e em 1867 a reconstrução tinha sido terminada. O castelo tem 140 quartos. Vale a pena ver principalmente a biblioteca com suas paredes pintadas, os aposentos do rei, uma sala com a árvore genealógica e o “Salão Azul”, o quarto da rainha. Ele ostenta um tecto de painéis quadrados, ou “caixotão”, folheado a ouro, pisos com valiosos mosaicos e retratos de regentes prussianas.

Castelo de Hohenzollern
Castelo de Hohenzollern

Na sala do tesouro há objectos da memória prussiana expostos, entre eles a coroa real do imperador Guilherme II. As paredes do saguão de entrada estão decoradas com uma pintura da árvore genealógica dos Hohenzollern. Ela representa os Reis prussianos, imperadores alemães e seus sucessores até os dias de hoje. Passeios Não deixe de visitar a catedral de Ulm. Com uma altura de 161,53 metros, a torre da catedral de Ulm é a maior torre de igreja do mundo. A construção da igreja foi praticamente concluída entre 1377 e 1543, conservando seu estado original até hoje. Na cidade de Villingen-Schwenningen, você encontra um centro histórico medieval, além da catedral em estilo gótico primitivo, a prefeitura em gótico tardio, o Museu Franciscano e as muralhas da cidade.

 

15. Bamberg

Situada sobre sete colinas, no coração da paisagem da Francónia, a cidade imperial e diocesana com mais de mil anos de história é chamada por muitos também de “Roma da Francónia”. À sombra da catedral imperial, ela é uma obra de arte característica e muito bem conservada do urbanismo entre a alta Idade Média e o barrocos burguês. O centro histórico, mantido sem alterações, inclui os três bairros históricos Bergstadt, Inselstadt e Gärtnerstadt. Todas três pertencem ao património mundial da UNESCO e representam de forma especial as cidades da Europa Central desenvolvidas a partir das estruturas básicas do início da Idade Média. Já no ano de 1007, quando Henrique II promoveu Bamberg a sede da diocese e do poder, a cidade estava destinada a ser monumento, centro da nova diocese e também uma segunda Roma. O projecto é caracterizado por cinco construções sagradas na forma de uma cruz latina.

Bamberg
Bamberg

A paisagem histórica da cidade caracteriza-se por inúmeras construções monumentais dos séculos XI a XVIII e cerca de 1.200 monumentos arquitectónicos. A catedral de São Pedro e São Jorge é uma das catedrais imperiais e a construção que mais se destaca no centro histórico. No interior fica a estátua do cavaleiro de Bamberg, o “Bamberger Reiter”, uma obra de arte de perfeita simplicidade e valor inestimável, o túmulo do papa Clemente II, o único jazigo de um papa na Alemanha, e o túmulo do imperador Henrique II e sua esposa Kunigunde. A praça da catedral é complementada pela luxuosa Nova Residência barroca e pela “Alte Hofhaltung”, antiga administração da corte. Outras atrações são a antiga câmara municipal Brückenrathaus, os jardins Rosengarten, com vista do centro histórico, as Gerberhäuser, casas de curtume no antigo canal, o bairro Mühlenviertel e a aldeia de pescadores “Klein Venedig” (pequena Veneza). Sem esquecer, é claro da cerveja de Bamberg: é aqui que existe a famosa Rauchbier, uma cerveja com um sabor acentuado, como defumado, que pode ser apreciada juntamente com outras especialidades locais de preferência durante um passeio individual, o BierSchmeckerTour, pelos bares e cervejarias da cidade bávara.

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