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Os 15 monumentos mais bonitos do Porto

Cidade Invicta, de beleza austera, começa a abrir as portas ao mundo e a deslumbrar cada vez mais turistas. Descubra os 15 monumentos mais bonitos do Porto.

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monumentos mais bonitos do Porto
Porto

 

Cidade Invicta, de beleza austera e simples, o Porto começa a deslumbrar o mundo e a encantar cada vez mais turistas que visitam a capital no Norte de Portugal. Nos últimos anos sucedem-se os prémios. A cidade está mais bonita, muitos edifícios foram recuperados ou estão em recuperação e os turistas chegam em grande número. Descubra connosco os 15 monumentos mais bonitos do Porto.

 

1. Torre dos Clérigos

Obra barroca, da autoria de Nicolau Nasoni, construída na primeira metade do século XVIII. A Torre é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade do Porto. A vista panorâmica sobre a cidade e o rio Douro, que se alcança do alto da Torre, vale bem o esforço de subir a escadaria com cerca de 240 degraus.

Torre dos Clérigos – Nicholas Stark

Aproveitando os recentes trabalhos de renovação e reconversão de um dos mais prestigiados edifícios da cidade do Porto, apoiados num projecto que cedo resolveu os constrangimentos de acessibilidade do complexo, foi instalado de um posto de percepção multissensorial que simulasse a experiência de subida à Torre do Clérigos, acessível e disponível a todos os visitantes. Presente no edifício dos Clérigos encontra algum do Acervo da Irmandade e a Colecção dos Christus, onde pode fazer uma viagem pelo tempo e pelo espaço, onde a arte e a religião se complementam.

 

2. Palácio da Bolsa

O Palácio da Bolsa é dos monumentos históricos mais importantes do Porto e lugar de visita obrigatória. Foi construído na segunda metade do séc. XIX em estilo neoclássico, destinado a ser sede da Associação Comercial do Porto, o que reflecte a importância desta actividade na história da cidade. O edifício passou a servir de Bolsa do Comércio por ordem da rainha D. Maria II em 1841, mas acabou por ser devolvido à Associação em 1911.

Foto: Teresa Teixeira

No interior, vale a pena visitar o Pátio das Nações e o magnífico Salão Árabe. Inspirado no estilo mourisco, é um espaço único de riqueza decorativa criado por Gonçalves e Sousa em 1862. Aqui realizavam-se os actos oficiais mais importantes, tendo recebido estadistas mundiais. Actualmente é utilizado para eventos culturais.

 

3. Sé Catedral

Situada no topo do morro de Pena Ventosa, a Catedral portuense é de fundação muito antiga, embora nada reste do tempo anterior à fundação de Portugal. A primeira notícia referente à vetusta Sé do Porto remonta ao século VI – pois em 589, ano do III Concílio de Toledo, presidido pelo monarca visigodo Recaredo, teve assento D. Constâncio, bispo da Igreja Portucalense. No século VIII, os muçulmanos conquistaram o Porto, arrasando a primitiva Sé Catedral e mudando-se os bispos titulares para Oviedo e outras dioceses do Norte da Península Ibérica. Reconquistada a cidade para as armas cristãs, a Sé episcopal seria reconstruída.

Sé Catedral

Após um período em que se declarou “sede vacante”, estando encarregue do governo da diocese uma série de cónegos-arcediagos, o bispo francês D. Hugo é eleito em 1114. Recebendo avultadas doações de D. Teresa e, posteriormente, de D. Mafalda (respectivamente mãe e mulher de D. Afonso Henriques), D. Hugo procede à reedificação da nova Sé Catedral ao longo do século XII.

 

4. Igreja dos Congregados

A Igreja dos Congregados data de 1680 e está situada na Praça Almeida Garrett, no Porto.A sua frontaria em estilo Barroco é do século XVII. As janelas são forradas com azulejos modernos, representando cenas da vida de Santo António.

Igreja dos Congregados

Os vitrais da Igreja dos Congregados são já deste século, e a decoração do interior da capela-mor foi feita com painéis representando passagens da vida de Santo António. Ainda no interior destacam-se dois painéis, a Assunção da Virgem e a Sagrada Família.

 

5. Paço Episcopal

A história da construção desta residência episcopal principia no século XIII e termina no século XIX. Seiscentos anos de uma história marcada por remodelações, construções e reconstruções, que marcaram a sua traça arquitectónica. Em 1734, o arquitecto do Porto, Nicolau Nasoni, foi contratado para realizar um projecto de remodelação do Paço, tendo acompanhado as obras até 1737. Da sua autoria, parece ser, a magnífica escadaria em granito, que nos leva, degrau a degrau, envoltos num belo jogo de cores e de luz – criado pela deslumbrante clarabóia que remata a cúpula – aos salões nobres do edifício.

Paço Episcopal do Porto

O Paço, como hoje o conhecemos, evidencia uma arquitectura tardobarroca com fusão no neoclássico, e deve-se a Dom Frei João Rafael de Mendonça, Bispo do Porto entre 1771 e 1793. As obras só terminariam em 1871, quase cem anos depois da reconstrução ordenada por Dom Rafael. Para esta delonga, muito contribuiu o facto de o Paço ter acolhido nas suas dependências uma bateria de defesa da cidade durante o Cerco do Porto, entre 1832 e 1833. Alvo de alguns bombardeamentos, foram graves os danos causados no edifício.

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