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Os 15 melhores locais para visitar em Castelo Branco

Um cidade deslumbrante no interior de Portugal e ainda praticamente desconhecida. Estes são os melhores locais para visitar em Castelo Branco.

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11. Centro de Interpretação do Bordado

O Centro de Interpretação do Bordado de Castelo Branco é um equipamento projectado para promover a revalorização, recuperação, inovação e relançamento do ex-libris da cidade, classificado como peça artesanal, mas que, na realidade, se assume como uma forma de expressão artística ímpar. O Centro de Interpretação implicou a recuperação de um edifício iconográfico de Castelo Branco, o Domus Municipalis, antiga Casa da Vila, antiga Cadeia e, mais recentemente, Biblioteca Municipal, situado na praça que delimita a Zona Histórica, de traça medieval, e a cidade nova. De beleza reconhecida e exemplo de originalidade no âmbito de manufactura nacional, o Bordado de Castelo Branco apresenta dois factores dominantes: um, de origem artística; outro, de significação económica. O primeiro manifesta a existência de uma arte própria, com estilo de feição peculiar, o segundo admite a concentração desta indústria de bordado na zona do Distrito de Castelo Branco.

Centro de Interpretação do Bordado
Centro de Interpretação do Bordado

No Centro de Interpretação do Bordado de Castelo Branco funciona a Oficina-Escola de Bordado de Castelo Branco, que reúne algumas das mais aptas bordadoras, artífices das peças de genuíno Bordado de Castelo Branco, actualmente na fase final de Certificação, que poderá ser adquirido neste local. O Centro de Interpretação oferece ao visitante um espaço que reúne antigos artefactos e os mais recentes suportes digitais/tecnológicos, num percurso que leva o visitante pelas origens do Bordado de Castelo Branco, desde a sementeira do linho à tecelagem, passando pela criação do bicho da seda e extracção da matéria prima, evolução do Bordado e da técnica (pontos), bem como o enquadramento histórico e a simbologia.

 

12. Ermida de Nossa Senhora de Mércoles

A Ermida de Nossa Senhora de Mércoles está situada nos arredores da cidade de Castelo Branco. Não se conhece com exactidão quem a construiu, mas a tradição atribuiu a sua edificação aos freires da Ordem do Templo.

Ermida de Nossa Senhora de Mércoles
Ermida de Nossa Senhora de Mércoles

O portal da entrada e dois portais laterais são ogivais. No interior existem belíssimos azulejos – possivelmente hispano-árabes – e vestígios de frescos. É constituída por uma só nave e uma capela absidal. Foi alvo de obras de relevo nos séculos XVII, XVIII e XIX. A visita à Ermida de Nossa Senhora de Mércoles, Padroeira da Cidade, é possível mas carece de agendamento prévio com os guardas do recinto.

 

13. Capela Nossa Senhora da Piedade

De planta longitudinal, a capela apresenta uma fachada de dois registos. O primeiro registo possui um portal de arco em volta perfeita ladeado por um vão entaipado de moldura recta e encimado por uma moldura que enquadra cinco vieiras em relevo. No segundo registo foi rasgada uma janela de moldura recta.

Capela Nossa Senhora da Piedade
Capela Nossa Senhora da Piedade

O seu interior é formado por uma só nave, com as paredes revestidas por painéis de azulejos historiados, representando a Adoração dos Reis Magos, a Última Ceia e os Mistérios da Virgem, e finalmente as imagens dos Apóstolos de São Francisco e Santo António.

 

14. Portados quinhentistas

Castelo Branco tem uma Zona Histórica repleta de belos Portados Quinhentistas e uma malha urbana que pouco se alterou. O estudo das casas que ostentam estes Portados Quinhentistas revela tratar-se de uma arquitectura de parcos recursos que, em muitos casos, faz uso de uma decoração que se pode informalmente designar de “Manuelino pobre” ou “Manuelino popular”.

Portados quinhentistas

O seu carácter repetitivo permite à casa corrente contribuir para a definição da imagem da cidade, ocupando a quase totalidade do espaço urbano edificado na Zona Histórica. Para além disso, a casa corrente medieval é um excelente testemunho das necessidades e actividades sociais e profissionais do homem de então. É nos lintéis dos portados e janelas que surgem pormenores decorativos com motivos em alto e baixo-relevo, registos da época e indicadores do ofício ou do desafogo económico e estatuto social do habitante.

 

15. Museu Francisco Tavares Proença Júnior

O Museu Francisco Tavares Proença Júnior foi criado em 1910 pelo arqueólogo de quem recebeu o nome e assume como missão “o estudo e a investigação, a recolha, a documentação, a conservação, a interpretação, a exposição e a divulgação do património cultural que integra o seu acervo, com especial relevo para as colecções de Arqueologia e de Têxteis, entendidas enquanto referentes identitários, fontes de investigação científica e de fruição estética”. A sua missão é também a divulgação do património local e regional não representado no acervo do Museu e considerado expressivo da identidade das comunidades da região de influência do Museu.

Museu Francisco Tavares Proença Júnior
Museu Francisco Tavares Proença Júnior

A Arqueologia, matriz fundadora do Museu, ganha agora uma maior relevância, ocupando todo o R/C do edifício, através da elaboração de um programa coerente de exposições temporárias, promovendo-se ao mesmo tempo o estudo, a conservação e a divulgação do espólio existente nas reservas. Para além da Arqueologia, nas exposições temporárias privilegiar-se-á, também, a arte têxtil, a arte sacra, a etnografia, o mobiliário e outras áreas relacionadas com a cultura regional. Sublinhe-se que um dos núcleos principais do Museu é o da Arte Têxtil, em que predominam as colchas de Castelo Branco.

1 COMENTÁRIO

  1. Concordo plenamente com a descrição deste e-mail. Conheço estes locais e sinto-me muito feliz quando os revejo. Aconselho a visitar esta aprazível cidade e não perder o jardim do Paço Episcopal.

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