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Os 15 maiores portugueses de sempre

São reis, navegadores, médicos, poetas, generais... Será sempre difícil elaborar uma lista deste tipo, mas aqui estão os 15 maiores portugueses de sempre.

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13. Egas Moniz

Egas Moniz
Egas Moniz

Nascido António Caetano de Abreu Freire de Resende no seio de uma família aristocrata rural, a dos Viscondes de Baçar, seu tio paterno e padrinho, o padre Caetano de Pina Resende Abreu e Sá Freire, insistiria para que ao apelido(sobrenome) fosse adicionado Egas Moniz, em virtude de a família de Resende descender em linha directa de Egas Moniz, o aio de Dom Afonso Henriques.

Foi galardoado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1949, partilhado com Walter Rudolf Hess.

Completou a instrução primária na Escola do Padre José Ramos, em Pardilhó, e o Curso Liceal no Colégio de S. Fiel, dos Jesuítas, em Louriçal do Campo, concelho de Castelo Branco. Formou-se em Medicina na Universidade de Coimbra, onde começou por ser lente substituto, leccionando anatomia e fisiologia. Em 1911 foi transferido para a recém-criada Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa onde foi ocupar a cátedra de neurologia como professor catedrático. Reformou-se em Fevereiro de 1944.

 

14. Nuno Álvares Pereira

Nuno Álvares Pereira
Nuno Álvares Pereira

Considerado como o maior guerreiro português de sempre e um génio militar. Comandou forças em número inferior ao inimigo e venceu todas as batalhas que travou. É o patrono da infantaria portuguesa.

Camões, em sentido literal ou alegórico, explícito ou implícito, faz referência ao Condestável nada menos que 14 vezes em «Os Lusíadas», chamando-lhe o “forte Nuno” e logo no primeiro canto (12ª estrofe) é evocada a figura de São Nuno, ao dizer“por estes vos darei um Nuno fero, que fez ao Rei e ao Reino um tal serviço” e no canto oitavo, estrofe 32, 5.º verso: “Ditosa Pátria que tal filho teve”.

Uma escultura sua encontra-se no Arco da Rua Augusta, na Praça do Comércio, em Lisboa, outra no castelo de Ourém e uma, equestre, no exterior do Mosteiro da Batalha. Tem também uma estátua em Flor da Rosa, um dos dois locais apontados como sua terra natal.

São Nuno foi canonizado pelo Papa Bento XVI, em 26 de Abril de 2009, e sua festa é a 6 de Novembro.

 

15. Salgueiro Maia

Salgueiro Maia
Salgueiro Maia

Salgueiro Maia, como se tornou conhecido, foi um dos distintos capitães do Exército Português, que liderou as forças revolucionárias durante a Revolução de 25 de abril, que marcou o final da ditadura. Filho de um ferroviário, Francisco da Luz Maia, e de sua mulher Francisca Silvéria Salgueiro, frequentou a Escola Primária em São Torcato, Coruche, mudando-se mais tarde para Tomar, vindo a concluir o ensino secundário no Liceu Nacional de Leiria (hoje Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo). Depois da revolução, viria a licenciar-se em Ciências Políticas e Sociais, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa.

Em Outubro de 1964, ingressa na Academia Militar, em Lisboa e, acabado o curso, apresenta-se na Escola Prática de Cavalaria(EPC), em Santarém, para frequentar o tirocínio. Foi comandante de instrução em Santarém. Integrou uma companhia de comandos na então guerra colonial.

Em 1973 iniciam-se as reuniões clandestinas do Movimento das Forças Armadas e, Salgueiro Maia, como Delegado de Cavalaria, integra a Comissão Coordenadora do Movimento. Depois do 16 de Março de 1974 e do Levantamento das Caldas, foi Salgueiro Maia, a 25 de Abril desse ano, quem comandou a coluna de blindados que, vinda de Santarém, montou cerco aos ministérios do Terreiro do Paço forçando, já no final da tarde, a rendição de Marcelo Caetano, no Quartel do Carmo, que entregou a pasta do governo a António de Spínola. Salgueiro Maia escoltou Marcelo Caetano ao avião que o transportaria para o exílio no Brasil.

11 COMENTÁRIOS

  1. […] Um exército de cerca de 19 000 a 20 000 cavaleiros e soldados portugueses, ingleses, galegos e biscainhos havia largado de Lisboa a 25 de Julho de 1415, embarcado em 212 navios de transporte e vasos de guerra (59 galés, 33 naus e 120 embarcações pequenas). Na expedição seguia a fina flor da aristocracia portuguesa do século XV, incluindo os príncipes Duarte (o herdeiro), Pedro, Duque de Coimbra e Henrique, Duque de Viseu, além do condestável Nuno Álvares Pereira. […]

  2. Faltou falar de Salazar que não permitiu já naquela época os planos do governo mundial,. De Alexandre Herculano , João Bonanza

    • Oh sim esse grande democrata e defensor dos direitos humanos. Aquando de ano de 1975 ele tinha deixado uma taxa de 70% de analfabetismo como herança. …

  3. Milgram não disse o que lhe atribuem… o que está transcrito é uma “interpretação” de alguém da Wikipedia em português.

  4. Destes todos destaco Don João II, Marquês de Pombal, talvez Don Dinis. Faltam três grandes portugueses que a tutela do Noticias ao Minuto se esqueceu, se calhar propositadamente porque interessa que sejam os comentadores a fazê-lo. São eles Dr. Oliveira Salazar, Álvaro Cunhal e Gen. Ramalho Eanes. Incluo novamente o Marquês de Pombal nos últimos quatro grandes portugueses.

  5. João Ferreira de Almeida, traduziu a Bíblia para o Português a partir dos originais Aramaico, hebraico e grego, começou quando tinha 16 anos.

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