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Os 12 melhores locais para visitar em Penafiel

Repleta de jardins românticos, museus e igrejas com séculos de história: descubra os melhores locais para visitar em Penafiel.

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5. Museu Municipal de Penafiel

O Museu Municipal de Penafiel, situado em pleno centro histórico e comercial da cidade é num dos edifícios mais emblemáticos para a comunidade penafidelense. Dependente da Câmara Municipal de Penafiel, o Museu, é, há mais de cinquenta anos, uma estrutura permanente, alicerce da política de planificação e gestão dos recursos culturais do município, com uma intervenção activa na preservação e promoção de valores significantes do património móvel, imóvel e imaterial. Constituído desde 1948, junto da Biblioteca, no palacete do Barão do Calvário, ficou a dever-se à persistência de Abílio Miranda, seu primeiro director.

Museu Municipal de Penafiel
Museu Municipal de Penafiel

Actualmente instalado no palacete Pereira do Lago, na Rua do Paço, edifício recuperado pelos arquitectos Fernando Távora e Bernardo Távora. O Museu Municipal beneficia agora de uma ampla área de exposição e serviços que permite acolher visitantes e utentes com qualidade. O visitante poderá desfrutar neste espaço museológico das cinco salas temáticas da Exposição Permanente dedicadas à Identidade, ao Território, à Arqueologia, aos Ofícios e à Terra e Água, onde se privilegiou um discurso expositivo claro e moderno, apoiado em diferentes níveis de informação destinados a diversos públicos, e com recurso a numerosos e inovadores suportes multimédia, onde a interacção, a pedagogia e o divertimento são a linha de força.

 

6. Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa

O Mosteiro de Paço de Sousa foi fundado no século X por Trutesendo Galindes e sua mulher Anímia. Ligado à família dos Ribadouros, foi um importante mosteiro beneditino. A Igreja, edificada no século XIII no mesmo local do templo anterior [século XII], apresenta uma decoração muito própria. Utiliza ornamentação vegetalista talhada a bisel e desenvolve longos frisos no interior e no exterior da Igreja, à maneira da arquitetura visigótica e moçárabe [séculos V-VIII].

Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa
Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa

Terá sido em Paço de Sousa que nasceu uma corrente com base na tradição pré-românica e influenciada por temas oriundos do românico de Coimbra e da Sé do Porto, dando origem ao que se designa de “românico nacionalizado”. No interior da Igreja encontra-se o túmulo de Egas Moniz de Ribadouro, aio do rei D. Afonso Henriques, o qual resulta da junção de duas arcas tumulares: uma dos finais do século XII e outra do século XIII. A capela-mor, a sacristia, o claustro e o que resta do edifício monástico datam dos séculos XVII e XVIII.

 

7. Cabroelo

A aldeia de Cabroelo é um excelente exemplo de uma aldeia preservada. Este pequeno núcleo rural com construções de granito está à sua espera, envolto numa paisagem deslumbrante, onde os moinhos, azenhas e as fachadas de traça original foram totalmente recuperados e pedem para ser visitados. Na aldeia, as construções são na sua maioria em granito, as eiras em xisto e os pequenos espigueiros em madeira.

Cabroelo
Cabroelo

Integrada na rede “Aldeias de Portugal”, Cabroelo oferece ainda ao visitante ruelas rústicas de grande beleza, que o levam por exemplo à Capela de S. Mateus, construção que data do ano de 1872. A população de Cabroelo dedica-se fundamentalmente à agricultura e toda a paisagem envolvente pode ser apreciada ao longo do caminho pedestre que liga o Museu da Broa ao Parque de Lazer da Capela.

 

8. Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios

A Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios situa-se num importante território do período da Reconquista Cristã, a “civitas de Anégia”. A “Anégia” enquadra-se na reorganização político-militar conduzida pelo rei Alfonso III das Astúrias com o objectivo de criar condições de segurança para a fixação da população no vale do Douro, no século IX. A primeira referência à Igreja de São Miguel remonta ao final do século XI, correspondendo o actual templo a uma reforma ocorrida no século XIV.

Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios
Igreja de São Miguel de Entre-os-Rios

É um exemplar que combina soluções construtivas próprias do estilo românico com elementos do estilo gótico, nomeadamente a decoração vegetalista do arco cruzeiro e do portal norte. Este portal recebeu uma decoração mais requintada do que o portal principal, apresentando uma arquivolta decorada com motivos em ponta de diamante e folhas talhadas a bisel, semelhante ao arco cruzeiro do interior da Igreja. A capela principal, da Época Medieval, foi alongada e alteada no século XVIII, recebendo também, neste período, um retábulo barroco de estilo nacional ornamentado com emblemas Marianos.

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