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Os 12 melhores locais para visitar em Penafiel

Repleta de jardins românticos, museus e igrejas com séculos de história: descubra os melhores locais para visitar em Penafiel.

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Penafiel
Quinta da Aveleda

Outrora conhecida como São Martinho de Moázeres e como Arrifana de Sousa, Penafiel é uma cidade antiga, tendo sido comenda da Ordem de Cristo que auxiliou algum do seu desenvolvimento na época medieval. Ainda hoje toda a região de Penafiel mantém um aspecto graciosamente rural, pese embora todo o desenvolvimento industrial e progresso que a região tem manifestado.

Penafiel
Penafiel

A arquitectura tradicional elaborada com os materiais da região, granito e xisto, foi em muitos locais devidamente conservada. Penafiel orgulha-se do seu rico património, albergando importantes Monumentos, tais como a renascentista Igreja Matriz, ou Igreja de São Martinho, que acolhe a capela-mor gótica da anterior Igreja consagrada ao Espírito Santo, onde em 1540 foi estabelecida a confraria do Santíssimo Sacramento. Pela região encontram-se diversos Palacetes e Casas Senhoriais, bem como belas Quintas, que espelham o poder económico que Penafiel tem conseguido ao longo dos séculos, como são exemplo os Palácios do Barão do Calvário ou as Casas da Aveleda. Estes são os melhores locais para visitar em Penafiel.

 

1. Quintandona

A aldeia de Quintandona, integrada na freguesia de Lagares, concelho de Penafiel, apresenta grandes potencialidades de desenvolvimento turístico, já que se trata de uma aldeia típica preservada, com uma beleza e arquitectura singulares, situada próximo dos grandes centros urbanos. Na verdade, Quintandona, com as suas construções em pedra de lousa e de xisto, e a paisagem agrícola e florestal que a envolve, quando “descobertas” pelas gentes urbanas das proximidades, conduzirão a uma grande procura turística.

Quintandona (Penafiel)
Quintandona (Penafiel)

Como se disse, as casas são todas em xisto, tal como o solo, o que se constitui um elemento diferenciador, pois no concelho de Penafiel a rocha mais abundante é o granito. Na aldeia existe ainda uma capela com mais de 200 anos e uma associação – Os ComoDEantes – que aprofundou aqui as suas raízes, dinamizando o teatro. Quanto à paisagem rural de Quintandona, ela evidencia que as populações locais vivem da agricultura, sendo de destacar o caminho que vai desde a aldeia até ao Monte da Pegadinha, um miradouro natural de toda a zona.

 

2. Quinta da Aveleda

Basta um breve passeio pela Quinta da Aveleda para perceber que aqui a qualidade e perfeição são algo de natural… algo que está presente nos mais pequenos detalhes da sua história e que a família Guedes procura aplicar em tudo o que faz há mais de 300 anos. Além do seu importante património arquitectónico, a Quinta da Aveleda é também conhecida pelos seus parques e jardins, onde florescem raras espécies de árvores, algumas das quais centenárias, como o cedro japonês, o cipreste dos pântanos ou a sequóia americana.

Quinta da Aveleda

Ex-libris da região do Alto-Minho, é uma grandiosa construção em estilo neo-clássico, dos princípios do século XIX. É um conjunto de velhos documentos do século XVII fornecem a chave da sua história. A Quinta da Aveleda é uma empresa familiar que há mais de três séculos é dirigida e orientada por gerações da mesma família, cujo talento foi desde sempre devotado a produzir vinhos com a qualidade que se lhes reconhece e cuja fama desde há muito ultrapassou as nossas fronteiras. Preservando até hoje o seu cariz familiar, a Quinta da Aveleda evoluiu ao longo dos tempos combinando dedicação, tradição e inovação.

 

3. Castro de Monte Mozinho

Situado em Oldrões, no concelho de Penafiel, na região Norte do País, o Castro de Monte Mozinho, também conhecido por Cidade Morta de Penafiel, é um dos grandes tesouros arqueológicos do País. Localizado num outeiro destacado de suave declive, sobranceiro à ribeira de Camba, afluente do rio Sousa, constituiu um importante ponto estratégico de defesa e observação do território. As escavações arqueológicas e estudo deste importante património têm-se sucedido desde a década de 1930, existindo igualmente um recente projecto museológico de preservação, dinamização e divulgação do espaço.

Castro de Monte Mozinho
Castro de Monte Mozinho

Os estudos têm demonstrado que este terá sido um povoado castrejo de época romana, fundado no século I d.C. mas com uma ampla cronologia de ocupação, chegando mesmo a atingir o século V. O castro seria fortificado com três linhas de muralhas e uma área habitada de cerca de 22 hectares, tendo sofrido várias reformulações, observáveis nos diversificados tipos de construção. No Museu Municipal encontram-se actualmente duas estátuas de guerreiros galaicos que estariam na entrada na muralha do século I. Na área urbana exterior à primeira muralha apresenta-se um ‘podium’ de um pequeno templo, na rua principal, e já fora do espaço urbano, destaca-se uma necrópole.

 

4. Museu da Broa

Na Capela, freguesia do concelho de Penafiel, inserido numa paisagem rural deslumbrante, encontramos o Museu da Broa. Composto por seis moinhos recuperados e funcionais, o visitante é transportado até ao tempo em que estes constituíam um importante factor de sobrevivência. As mós trabalhavam noite e dia sem parar, produzindo a farinha que dava o sustento aos nossos antepassados: a broa. Em contacto puro com a natureza, enquanto aprecia o verde da paisagem, o património recuperado, a melodia da água por entre as pedras, o visitante poderá observar o Ciclo Tradicional da Broa em dez painéis, distribuídos pelos moinhos.

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Museu da Broa

Neles estão representadas as etapas que trazem a broa à nossa mesa: o trabalho árduo no campo, a alegria na eira, o movimento da moagem, a recompensa pelo esforço de preparação da fornada de broa. Os moinhos voltam a ganhar vida e o percurso deste ciclo traz-nos lembranças de um tempo que vale a pena (re)viver. O Museu da Broa constitui um espaço cultural, pedagógico, patrimonial e de lazer preservado para memória da nossa história colectiva.

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