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Os 12 melhores locais para visitar em Barcelos

Uma verdadeira pérola minhota, bem perto de Braga, com muito para descobrir. Estes são os melhores locais para visitar em Barcelos.

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9. Museu de Olaria

O Museu de Olaria ocupa o edifício da antiga “Casa dos Mendanhas Benevides Cyrne”, situado em pleno centro histórico da cidade. Foi criado em 1963 e abriu ao público em 1995. Integra a Rede Portuguesa de Museus (Instituto dos Museus e da Conservação) desde o ano 2000. O seu acervo, que conta actualmente com cerca de 9000 peças, é constituído essencialmente por colecções de cerâmica portuguesa fosca e vidrada (de norte a sul) e estrangeira (de Angola, Argélia, Brasil, Timor, Chile, Espanha e Cabo Verde).

Museu de Olaria
Museu de Olaria

Tem como missão a aquisição, a investigação e a divulgação desse importante património olárico, bem como, a sua preservação. Poderá apreciar peças de louça preta, louça vermelha fosca, louça vermelha vidrada e figurado.

 

10. Igreja de Nossa Senhora do Terço

Em 1707, o Bispo de Braga D. Rodrigo de Moura Teles deu ordem para o lançamento da primeira pedra de um convento de freiras beneditinas, obedecendo assim ao pedido do rei D. João V para cumprimento do desejo de seu pai D. Pedro II. Uma inscrição na parede ao lado do portal assim o conta. O exterior da Igreja de Nossa Senhora do Terço é muito sóbrio e simples mas o interior releva-nos uma dos melhores exemplos do barroco português, com a harmoniosa combinação entre pintura, azulejos e talha.

Igreja de Nossa Senhora do Terço
Igreja de Nossa Senhora do Terço (360portugal.com)

O tecto de caixotões de madeira e os painéis de azulejos que cobrem totalmente o corpo da igreja, pintados em 1713 pelo mestre António de Oliveira Bernardes, mostram uma iconografia riquíssima sobre a vida de São Bento. Na capela-mor, P.M.P., um outro mestre azulejador barroco, assina dois painéis contando a fundação do monumento e a entrada da primeira freira no convento. De notar ainda o trabalho do púlpito de dossel atribuído a Gabriel Rodrigues Álvares e os altares de talha dourada atribuídos a Ambrósio Coelho que completam o programa decorativo da igreja, de reconhecida qualidade.

 

11. Paços do Concelho

Este edifício é o resultado de uma série de anexações, reformas e acrescentos a partir do núcleo dos velhos Paços do Concelho, a que a grande remodelação e ampliação iniciada em 1849 procurou dar uma certa unidade. Aglomera o antigo Hospital do Espírito Santo, que serviu de posto de assistência dos peregrinos a Santiago de Compostela e a antiga Capela de Santa Maria, ambos do século XIV.

A Torre e Casa da Câmara são do século XV e a Igreja da Misericórdia do século XVI. Todas as faces da história deste(s) edifício(s) foram-lhe devolvidas já nos nossos dias através de uma acção de reabilitação e valorização.

 

12. Igreja Velha de Manhente

Constituiu-se em um convento de modestas proporções, cuja data de fundação poderá remontar até à primeira metade do século X, e do qual restam apenas, em nossos dias, a chamada Torre de Manhente e a Igreja Matriz de Manhente. O mosteiro foi fundado por D. Pedro Afonso Dorraes e sua esposa D. Gotinha Oeris, tendo passado depois à sua filha D. Teresa Pires casada que foi com D. Ramiro Aires, Nobre e Rico-homem do Condado Portucalense e um dos primeiros a usar o nome de família Carpinteiros. O templo tem feições românicas, é de arquitectura religiosa, gótica e barroca. A antiga igreja monacal românica é constituída por uma planta longitudinal, com nave única, capela-mor e adossada lateralmente, estreita sineira e sacristia.

Igreja Velha de Manhente
Igreja Velha de Manhente

A igreja também apresenta fachada principal em empena, rasgada por portal românico, de quatro arquivoltas decoradas, com temas característicos do românico da bacia do Cávado e de Braga, tais como folhas lanceoladas, motivos entrelaçados, rosetas, axadrezado com rolos, quadrifólios, dentes de serra e óvalos. As arquivoltas apoiam-se em impostas decoradas com corações invertidos, que se prolongam pela fachada. Este tipo de decoração é semelhante ao usado no portal da igreja do Mosteiro de Santa Maria das Júnias. As três arquivoltas interiores apoiam-se igualmente em colunas com bases decoradas e capitéis semelhantes aos do Mosteiro de Ermelo, em Ansiães, decorados por colchetes, folhas lanceoladas, motivo vegetal, acantos e entrelaçados.

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