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Lições da História: quando os refugiados éramos nós, os portugueses

Quando uma crise de refugiados sírios se alastra pela Europa, importa esclarecer o público sobre quando os refugiados éramos nós próprios, os portugueses.

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Emigrantes portugueses em França
Emigrantes portugueses em França

 

Em plena crise internacional de refugiados sírios, um drama humano às portas da Europa, é importante relembrar e aprender com a história. A emigração portuguesa durante o estado novo, vista por um Francês em 1969. “São esquisitos, baixos e com bigodes e barbas. Chegam, na esmagadora maioria, homens. Elas, quando vêm, cobrem os cabelos com panos e não usam saia acima do joelho.

Emigrantes portugueses em França
Emigrantes portugueses em França

Muitas são proibidas pelos maridos de cortarem o cabelo. Por vezes, eles ameaçam-nas com uma chapada ou um murro; elas, subservientes, baixam a cabeça e colam as mãos ao ventre. Trazem com eles uma paixão fervorosa pela religião.

Emigrantes portugueses em França
Emigrantes portugueses em França

Usam colares com o símbolo das suas crenças e são capazes de dar mais do que têm para que o seu local de culto, na sua terra natal, tenha um relógio ou um telhado novo. Rezam, pelo menos, de manhã e à noite. Se puder ser, ao final da tarde, cumprem mais um ritual.

Emigrantes portugueses em França
Emigrantes portugueses em França

Chegam sem falar uma palavra da nossa língua. Parece que fogem de uma guerra qualquer lá no país deles, da fome e da miséria. Não têm, por isso, noção de amor à nação.

Emigrantes portugueses em França
Emigrantes portugueses em França

Fogem em vez de defenderem o seu país e lutarem por uma vida melhor lá, na terra deles, vêm para aqui sujar o nosso país com a sua imundície. Atravessam países inteiros a pé ou à boleia para chegarem aqui.

Emigrantes portugueses em França
Emigrantes portugueses em França

Pagam milhares para saírem do seu país e vêm ficar na miséria. Alguns têm muitos filhos, muito mais do que aquilo a que estamos habituados. Deixam-nos sozinhos ou com os irmãos mais velhos, que não vão à escola. Mas são muito trabalhadores.

Emigrantes portugueses em França
Emigrantes portugueses em França

Bem, na verdade, não roubam exactamente o nosso trabalho, porque aqui há leis que não nos permitem trabalhar 18 horas diárias, embora isso exista e dê jeito a alguns patrões. Mas de certeza que nos roubam qualquer coisa. São diferentes de nós e isso causa-nos má impressão.

Emigrantes portugueses em França
Emigrantes portugueses em França

Não são muito limpos, cospem para o chão e as suas maneiras em público deixam muito a desejar. Vivem em bairros de lata que mais parecem campos de refugiados. Não sei como conseguem. Se é para viverem na miséria, mais valia ficarem na terra deles.”

Diário de um Parisiense, 1969

 

32 COMENTÁRIOS

  1. A minha família foi muita dela pela Europa fora procurar trabalho e a França foi um dos países escolhido.
    Nas estações havia muitos patrões franceses à procura desta mão de obra: Pessoas humildes, respeitadoras,trabalhadoras ( prontas para fazerem os trabalhos que os franceses não queriam).
    Não mendigavam benesses só pediam trabalho . Fugiam da pobreza, mais tarde emigravam para fugir ao serviço militar, cujo destino seria a guerrilha em África.
    Não comparem o que não é comparável.

    • Los españoles también emigramos a Europa en los sesenta-setenta. La diferencia entre los habitantes de la península Ibérica y los musulmanes que actualmente están invadiendo nuestro continente es que los primeros íbamos a trabajar, no a violar mujeres, cometer atentados, crear guettos donde hasta se permiten crear su propia policía de la Sharia, no a exigir e imponer su religión, ni tampoco a asesinar inocentes.
      Españoles y portugueses dejamos el listón muy alto en países como Francia, Suiza o Alemania. Tanto es así, q nos hecharon mucho de menos cuando fuimos sustituidos por turcos en Alemania y otros extranjeros.
      Esto no es ser racista, es decir la verdad, la pura y simple verdad. Puede que en este blog no esteis muy enterados de lo que están haciendo estos particularísimos “refugiados” de ahora. A quienes interese,x favor, investigad un poco y veréis las miles de violaciones y asesinatos, salidas de tono,violencia brutal, robos, agresiones, etc q perpetran a diario. Si a ello sumamos su nulo respeto a las mujeres occidentales (todas las “infieles” o “cruzadas” somos putas según ellos), y el que no quieren trabajar… ya me diréis… En Portugal tenéis suerte:no tenéis muchos musulmanes y esa es la única razón de que no hayáis sufrido aun atentados.Espero de corazón que continuéis así.
      Acoger y ayudar refugiados está muy bien, siempre y cuando éstos no pongan en peligro a la población local.

  2. Não há comparação possível. Entre os portugueses emigrantes com os pseudo refugiados que as organizações de inteligência e espionagem dos vários países europeus já informaram que na sua maioria nem são sírios nem são refugiados. Uma esmagadora maioria vêm de outros países que não estão em guerra e onde se suspeita que muitos tenham ligações a organizações terroristas.

    • Concordo José Ramos não há comparação.
      Além disso há o facto the a religião e hábitos.
      De um país europeu para outro é diferente de um continente para outro. Há muito trabalho no Kuwait e EAU

  3. AI vocés estào mesmo mas mesmo a passar de lado ! nào sabem fazer diferença entre …..Uma Invasào qurerem tudo num tabuleiro e mais …..Outros sim era necessidade para trabalhar nào esperavào nada mais nào esquecendo um grande promenor ! Erào Portugueses ! Erào Hulmides ….Serà que vocé e um desses quer tudo mais alguma coisa ….

  4. Ai Estào Mesmo Passados mas Mesmo ! nào confundir ! Invasores ….Outros que Humildemente tentarào ir a procura de melhor condicoés nào esperavào nada ! Os invvasores querem ser servidos com tabuleiro ! Serà que vocé e um desses INVASORES

  5. esta rapariga era minha amiga nas barracas do canal en aubervillirs mas jà não me lembro o nome dela ,e muito dansava-mos en frente a barraca dela ,boas recordaçois..

  6. É assim que se tenta ludibriar as massas, com comparações destas. Os meus avós foram emigrantes em França e tiveram de mendigar trabalho por pouco tempo, porque cedo de integraram nos hábitos e sobretudo na língua francesa. Era cidadãos integrados e respeitados pelos patrões e muitas vezes faziam questão de de aceitar os convites para almoçar em casa dos meus avós. Não há comparação possível… É quase até vergonhoso tentarem induzir em erro as pessoas desta forma.

    • Totalmente de acuerdo. Es que no hay comparación posible. Los musulmanes no quieren trabajar, tanto los refugiados como los que llegaron antes.Esto es un hecho :el ochenta por ciento de los que viven en Europa viven a cuenta de ayudas que nuestros gobernantes les dan x la cara.Es una vergüenza. Tampoco quieren integrarse en nuestra cultura y ni siquiera respetan nuestras leyes.Incluso los musulmanes de tercera o cuarta generación,nacidos y educados en Europa (precisamente estos son los peores y a los q más ataques de yihad súbita les entran). Para esta gente lo.único importante es su atrasada secta religiosa y claro, como nuestra forma de vida occidental está en franca contradicción con la sumisión del islám… son imposibles de integrar.
      Por último quisiera que os quedéis con estas palabras dichas por el imán de una mezquita en Londres :”Con vuestra democracia y vuestras leyes os invadiremos. Además, los europeos prefieren tener un perro o un pez de colores, y nosotros tenemos muchos hijos “.

  7. A diferença é que aos emigrantes Portugueses da decada de 60 a França nunca deu nada a nao ser a hipotese de poderem trabalhar e ganharem o seu sustento. Nao lhes deu casas nem um rendimento social de inserçao. E terem muitos filhos era problema deles porque nao havia abono para os ajudar a cria-los. Os Portugueses que para lá foram, trabalhavam de sol a sol para poderem comer e construir a sua vida. Nao existia qualquer forma de integracao gratuita (que duram anos) como as que há hoje que sao oferecidas a todos os que ca chegam de novo. Nao existiam cuidados de saude gratuitos. Nao existiam casas pagas. Fazer uma comparação da emigraçao portuguesa com a situaçao de refugiados actual é no minimo ter pouca ou nenhuma informação sobre o que se passa actualmente na europa. Sou filha de um desses emigrantes que vivia dentro de uma roulotte e chegou ao ponto de ter de mijar nas maos para as aquecer a trabalhar. Nao sejam idiotas ao comparar o que nao tem comparacao.

  8. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, isto é não misture alhos com bugalhos..Todo esse texto é uma falácia. As pessoas que comentaram antea de mim o fizeram com muita sabedoria.Esses pseudo refugiados vem mais é pra encobertar os terroristas islâmicos. Se assim não fosse od primos ricos sauditas e os dos emirados, já os teriam recebido.

    • Qué razón tienes! Son precisamente los grupos terroristas islámicos financiados por Arabia Saudí e Irán los que están propiciando que estos “refugiados” vengan en oleadas inacabables a Europa. Y cuantos políticos europeos de izquierdas no se estarán llenando los bolsillos a cuenta de lo que probablemente reciben de monarcas tiranos como los de Marruecos o Arabia Saudí,x permitir la afluencia masiva de inmigrantes islámicos.
      Por cierto, sabeis que en Israel los terroristas palestinos cometieron oleadas de incendios en los bosques q tantísimo costó a los judíos plantar…?? Quizás detrás de las últimas oleadas de incendios forestales en Portugal y España esté la mano de un grupo yihadista.No lo puedo asegurar, naturalmente… pero es algo a tener en consideración (junto con los pirómanos e incendiarios patrios, con los agricultores que se ponen a quemar rastrojos, etc,x supuesto).

  9. Estas caixas de comentários aterrorizam!
    Tanta ignorância!
    Dantes mandavam boquitas lá na rua delas, ou no café imundo da aldeola,, mas agora certas pessoas vêm botar faladura para a net!
    Está o circo montado. Que entrem os saltimbancos!
    Nós, portugueses, somos muito bons, os espoliados, os fugidos das guerras que se fodam!
    Pais grandioso….!

    • Pero, dónde has visto tú refugiados de una guerra en una proporción de hombres jóvenes del setenta x ciento…?!No se han dado precedentes nunca! Los refugiados siempre han sido ancianos, mujeres, niños y hombres enfermos o bien familias enteras.Sabes lo que están haciendo estos “refugiados” x toda Europa…?! Conoces las estadísticas de lo que ocurrió en Colonia hace unos años,durante las celebraciones de Año Nuevo? Xq eso mismo ha vuelto a pasar en mayor o menor medida a diario, pero las autoridades lo encubren. Esta gente han llegado a violar y asesinar hasta a la hija de un alto cargo alemán de la U.E.,que trabajaba de voluntaria en un albergue de refugiados. Y no ha sido la única, qué va…!Ahora añádele a la nula educación o respeto para con niñas y mujeres, su fanatismo religioso, atentados, delincuencia de todo tipo (te has enterado a cuántos conductores de autobús,tranvía, etc han ahostiado o amenazado de muerte xq se niegan a pagar el transporte…?? La han liado en autovías, carreteras,en las calles y hasta en la consulta de hospitales, donde uno llegó a prender fuego a otros musulmanes convalecientes y familiares que estaban allí. Además de lo anterior está el hecho de que crean guettos en todas las ciudades donde hay establecida una pequeña población musulmana , intentando o imponiendo la ley Sharia y creando hasta “policía de la Sharia” para reprimir a cualquier hombre o mujer algo “descarriado” del “verdadero” islám. Odian nuestra cultura, nuestra sociedad es imposible de aceptar para muchos de ellos. En Ceuta y Melilla tiran piedras y todo tipo de objetos a la policia, bomberos, etc cuando se ven obligados a entrar en uno de estos guettos.Muchos jóvenes entrevistados x tv han dicho sin ambagues que ellos se unirían a la Yihad de inmediato para atentar en esas ciudades españolas o en cualquier lugar de Europa.
      Mira, x regla general quienes habláis como tú lo haces sois buena gente, pero estáis muy desinformados.En España ha habido refugiados de todas partes:de la ex-Yugoslavia (sobretodo vinieron musulmanes bosnios y…no hubo el más mínimo problema con ellos. Y qué agradecidos se mostraron x la ayuda prestada…!),ha habido haitianos y otros latinoamericanos, africanos, asiáticos…y nunca hubo los problemas que está habiendo ahora.
      Está claro que entre ellos también hay una minoría de familias realmente refugiadas, pero la inmensa mayoría de los que arriban a Europa no lo son.
      Otra cosa… Sabes que en Marruecos x ejemplo la tasa de paro es de sobre un tres x ciento…?? O sea que allí sí hay trabajo, pero se vienen en oleadas a España, donde hemos tenido una tasa de desempleo de un veintitrés x ciento!!!Ha estado la gente pasándolas canutas durante la crisis y hemos tenido que ver como a estos inmigrantes se les daba de todo… lo que no daban a familias españolas (o de cualquier otra nacionalidad, ya integrados en España.Muchos sudamericanos se tuvieron que volver a sus países en lo peor de la crisis y llevaban años trabajando aquí).Incluso hay empleados de las oficinas del INEM (desempleo) que se preguntan x qué a esta gente les están manteniendo x la cara sin haber cotizado nunca a la Seguridad Social. Y precisamente es x estas ayudas que vienen a España y resto de Europa.No es para trabajar ni integrarse.

  10. Esse francês, certamente, não tem memória, ou nunca pegou num livro para ler sobre a história recente do seu país no período da segunda grande guerra, quando grande parcela dos seus conterrâneos faziam filas para comer ratos, graças à escassez de alimentos imposta a eles por Hitler… Chamar um povo, na condição de refugiado, de imundo e covarde. Pensando melhor, na verdade, não o considero um cidadão francês…

  11. Quer saber…? Todos os povos têm mais é que invadir todas as regiões… Acabar com as cercas, os mitos, as verdades de cada “nação”. Infelizmente, as “diferenças” vão tirar vidas, graças à estupidez humana, nesse primitivo período da história da humanidade que, um dia, perplexos, leremos em algum livro, se não conseguirmos destruir a humanidade, e grande parte da natureza, antes…

  12. Portugueses nunca joaram bombas, nunca atropelaram ou esfaquearam indicriminadamente pessoas, ao contrario trabalharam duro e ajudaram a construir o país para onde emigraram! Nao se pode dizer o mesmo do islã! esses nunca absorvem novas culturas presos que estão a seus costumes barbaros! Claro que nao sao todos mas e como saber qual será seu algoz?
    Nao ha portanto linha de comparação! Felizes os povos que receberam portugueses como imigrantes!
    Se pode dizer o mesmo dos que recebem os do islã que nos consideram inimigos?

  13. Quando os portugueses ( refugiados ou emigrantes!??) deixaram Moçambique Angola e outras colonias (?), o que receberam quando chegaram a Portugal? Insultos , desprezo e foram tratados
    como animais……Onde estava o espirito solid’ario que agora mostram com estes estrangeiros?
    Os meus pais chegaram a Portugal com 2.500.00 escudos e com excepção de alguns ( poucos fami
    liares que lhes ofereceram alguma saca de batatas, que tiveram que lutar pela vida.Eles tinham nessa altura quase 70 anos.
    Claro já é passado mas as memórias permanecem….

  14. Saludos para todos. muchos españoles portugueses e italianos, migraron hacia America del Sur, aqui en Venezuela llegaron miles, huyendo de las dictaduras y de las miserias que dejo la guerra. Aqui llegaron, traabajaron duro y ayudaron a construir un pais, muchos hicieron grandes fortunas y formaron sus familias; yo particularmente tuve la suerte de casarme con una descendiente de Portugueses y he tenido la suerte de viajar en 5 oportunidades a Portugal, me encanta ese Pais. Ahora somos los venezolanos que estamos viviendo una tragedia economica, social y politica y nos vemos obligados a emigrar a diferentes paises del mundo.
    Me duele ver como somos tratados de una manera muy diferente a como recibimos a tantos extranjeros, nos maltratan y nos ven como una amenaza para sus trabajos y para sus comunidades; hay muchos Venezolanos en Portugal, con muchas iluciones y muchas ganas de trabajar y le cierran las puertas.
    No voy a continuar comentando porque se me hace un nudo en la garganta.
    Un fuerte abrazo al Pueblo Portugues.

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