Início História Ínclita geração: os 6 infantes que prestigiaram Portugal no Mundo

Ínclita geração: os 6 infantes que prestigiaram Portugal no Mundo

Seis irmãos, filhos de D. João I e D. Filipa. Cada um à sua maneira deixaram uma marca em Portugal e alguns alteraram a história mundial. A Ínclita Geração.

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3. Henrique, Duque de Viseu (1394-1460), conhecido como “Henrique, O Navegador”, foi o grande promotor e impulsionador dos Descobrimentos portugueses.

Infante D. Henrique na Conquista de Ceuta
Infante D. Henrique na Conquista de Ceuta

Em 25 de Maio de 1420, D. Henrique foi nomeado Grão-Mestre da Ordem de Cristo (titular em Portugal do património da Ordem dos Templários), cargo que deteve até ao fim da vida. No que concerne ao seu interesse na exploração do oceano Atlântico, o cargo e os recursos da ordem foram decisivos ao longo da década de 1440.

Em 1427, os seus navegadores descobriram as primeiras ilhas dos Açores (possivelmente Gonçalo Velho). Também estas ilhas desabitadas foram depois povoadas pelos portugueses.

Até à época do Infante D. Henrique, o cabo Bojador era para os europeus o ponto conhecido mais meridional na costa de África. Gil Eanes, que comandou uma das expedições, foi o primeiro a ultrapassá-lo (1434), eliminando os medos então vigentes quanto ao desconhecido que para lá do cabo se encontraria.

4. Isabel de Portugal, Duquesa da Borgonha (1397-1471), casada com Filipe III, Duque da Borgonha, actuou em nome do marido em vários encontros diplomáticos e é considerada como a verdadeira governante da província francesa da Borgonha no seu tempo. Em honra deste casamento, o Duque criou a Ordem do Tosão de Ouro.

5. João, Infante de Portugal (1400-1442), designado em 1418 mestre da Ordem de Santiago, condestável de Portugal (1431-1442) e avô da rainha Isabel de Castela e do rei Manuel I de Portugal.

Painel de São Vicente, onde estão representados alguns membros da Ínclita Geração
Painel de São Vicente, onde estão representados alguns membros da Ínclita Geração

No início do reinado do seu sobrinho Afonso V de Portugal, a regência do reino foi entregue a Leonor de Aragão, a rainha mãe. Esta decisão testamentária do falecido rei provocou contestação popular e ameaças de motins em Lisboa. Foi João que se instalou na capital, para evitar uma rebelião. Depois, recusando as ofertas de aliança de Leonor e Afonso, Conde de Barcelos (o futuro Duque de Bragança), defendeu a realização de cortes para nomear o duque de Coimbra novo regente.

6. Fernando, o Infante Santo (1402-1433), faleceu como refém no cativeiro muçulmano em Fez, diante da recusa do Infante D. Henrique em devolver Ceuta, sacrificado assim aos interesses do país.

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