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As 15 aldeias mais bonitas de Portugal

Tendo em conta que existem centenas de pequenas e belíssimas aldeias em Portugal e que a sua beleza varia consoante a região onde se encontram, escolher as 15 mais bonitas aldeias de Portugal será sempre difícil, mas aqui fica a nossa lista.

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6. Soajo

O Soajo, uma das mais típicas aldeias portuguesas, pertence ao concelho de Arcos de Valdevez e situa-se numa das vertentes da serra da Peneda, inserida no Parque Nacional da Peneda-Gerês. A aldeia foi vila e sede de concelho entre 1514 e meados do século XIX mas, a sua história, começa muito antes, como o comprovam o Santuário Rupestre do Gião, na serra do Soajo, e as inúmeras antas e mamoas que existem nesta zona.

Soajo
Soajo

Possui um grandioso conjunto de espigueiros (classificados como imóvel de interesse público) erigidos sobre uma gigantesca laje granítica e que, ainda hoje, são utilizados para secar o milho, pelas gentes da terra.

 

7. Lindoso

Lindoso é a maior freguesia do concelho de Ponte da Barca, do qual dista 25 km da sede, pertence ao distrito de Viana do Castelo, faz fronteira com Espanha e tem cerca de 1300 habitantes.

Lindoso
Lindoso

Inserida no PNPG – Parque Nacional Peneda-Gerês, é uma região de clima rigoroso, frio no Inverno, temperatura amena ou quente no Verão, e chuvas abundantes que atingem uma precipitação média anual superior aos 2200 mm. Povoação típica composta por velhas casas de granito, bem inseridas na paisagem, subsistindo ainda em algumas instalações agrícolas a cobertura de colmo.

 

8. Rio de Onor

Abrangendo uma área considerável, incluída no perímetro do Parque Natural de Montesinho, Rio de Onor partilha o nome com o rio que a atravessa, no sentido norte-sul, tornando-se posteriormente tributário do Sabor.

Rio de Onor
Rio de Onor

Rio de Onor subsiste ainda como aldeia comunitária. Este regime pressupõe uma partilha e entreajuda de todos os habitantes, nomeadamente nas seguintes formas: Partilha dos fornos comunitários; Partilha de terrenos agrícolas comunitários, onde todos devem trabalhar; Partilha de um rebanho, pastoreado nos terrenos comunitários.

 

9. Montesinho

Aldeia típica transmontana, situada nos contrafortes da Serra de Montesinho, em pleno Parque Natural de Montesinho e a cerca de 1030m de altitude. Esta aldeia típica transmontana tem sido progressivamente recuperada, para o seu aproveitamento turístico.

Montesinho
Montesinho

Montesinho é pobre em recursos agrícolas, mas rico em recursos agro-pecuários. O cabrito de Montesinho é um dos seus produtos mais afamados, criado nos montes circundantes ao vento e ao frio rigoroso do Inverno e nos calores ásperos do verão.

 

10. Pitões das Júnias

Herdeira natural da velhíssima freguesia de São Vicente do Gerês, nas profundezas do rio Beredo, que recebe águas de vários ribeirinhos na montanha, Pitões é a povoação mais alta de Barroso, na cota dos 1100 metros.

Pitões das Júnias
Pitões das Júnias

Este facto contribuiu em grande medida para a elevada qualidade do presunto e fumeiro desta localidade. Sempre foi conhecida por ser terra de gente lutadora e mesmo guerreira: não resistiu à destruição do Castelo, nem do Mosteiro, nem da sua “república ancestral” (conjunto de normas comunitárias e democráticas dos seus habitantes).

7 COMENTÁRIOS

  1. Olá. O nosso País é extraordinariamente belo. Ás aldeias temos de juntar as várias tradições, culturais, (religiosas, profanas), artísticas, (musicais, artesanais, cancioneiro, plásticas, esculturais, moda atual), gastronómicas, (comida, azeite, vinhos), outras. Temos uma cultura ancestral fabulosa. Tudo isto está por explorar de uma forma organizada e integrada numa rede turística que abranja todas as índoles. Nós não temos algo estruturado que mostre ás pessoas o que verdadeiramente temos. Os nosso ministérios trabalham de uma forma completamente à toa, porque reféns dos Lobys que comandam estes interesses, muitos ligados apenas às cadeias de Hoteis. As casas vitivinícolas do Douro não trabalham com as suas congéneres do Alentejo, Dão, Lisboa e Tejo, (se é que há alguma coisa organizada), etc. Os azeites não têm qualquer organização a não ser em cooperativas. Há umas Associações quaisqueres do Artesanato e outras expressões mas só são faladas em anos de eleições. Os “poderosos” que estão por detrás destes interesses económicos controlam tudo a seu belo prazer. Não temos circuitos turísticos seja de que índole for definidos dentro de âmbito nacional que integre todas estas áreas, dirigidos para um objetivo estratégico nacional. Trabalhamos de costas voltadas, cada um na sua quintinha, completamente dominados por estes Lobys, (reles) já descritos. Somo um País à deriva.

  2. Gostava de realizar visitas ao longo do tempo a estas aldeias que são maravilhosas e pretendia se possível receber informação o mais detalhada possível .

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