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A25-BIS-DR2: o gene lusitano que só os portugueses possuem

É único no mundo e só o possui quem descende dos lusitanos. Lança dúvidas sobre a nossa origem mas demonstra que descendemos quase todos do mesmo povo.

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A25-BIS-DR2
Gene

O A25-BIS-DR2, é um Gene!  Uma sequência de aminoácidos, que só existe num único Povo: O LUSITANO.

Lusitânia
Lusitânia

A Ciência tem destas coisas.  Procura-se uma coisa, e tropeça-se com o inesperado. E por vezes o inesperado, obriga a que a História seja Reescrita. Foi o que aconteceu quando o Estudo dos Genes de Histocompatibilidade HLA, revelaram que os descendentes do primitivo povo, que habitava o Norte e o Centro de Portugal, que conhecemos por Lusitano, possuíam dois Genes únicos:

O A25-BIS-DR2 e o A26-B38-DR13

Viriato
Viriato

O A26-B38-DR13, é o Gene mais antigo da Humanidade. O A25-BIS_DR2, é único. Só existe nos Lusitanos. Não existe em mais nenhum Povo do Mundo. O nosso código, é diferente dos outros Povos Mediterrânicos, e é único e o mais antigo à face da Terra.

Lusitanos comandados por Viriato a combater os Romanos
Lusitanos comandados por Viriato a combater os Romanos

São os Lusos de Camões, que um dia pegaram em Antigos Mapas, cópias de cópias de cópias de fontes já extintas, e atravessaram o Mar-Oceano. São os Lusos, de Dom João II, que abdicaram de títulos de cargos e de bens, para reconstruir a Terra dos antepassados.

Morte de Viriato
Morte de Viriato

Invasões por parte de Centro-Europeus (Celtas) durante o primeiro milénio a.c. podem ter tido lugar e dado origem aos Lusitanos, que foram primeiramente definidos como os relativamente unificados guerreiros ibéricos que lutaram contra os invasores Romanos.

Estátua de Viriato em Viseu
Estátua de Viriato em Viseu

Apesar de a língua e arte de Tartessos ser também encontrada no sul de Portugal, é possível que as tribos paleolíticas que povoaram Portugal fossem distintas das outras ibéricas. Estas são os Estrímnios (norte de Portugal) e os Cinetes ou Cónios (sul de Portugal).

Viriato
Viriato

Assim se comprova que, de facto, em Portugal somos todos mais ou menos primos e que há, apesar das misturas, uma homogeneidade etno-racial de Norte a Sul, que combina, de resto, com a sua unidade linguística e solidez de consciência nacional.

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42 COMENTÁRIOS

    • Porque e que no Algarve ha-de ser tipo 10 % os genes arabes existem em todos os portugas e mais nada. Lisboa era uma importante cidade arabe.

      • Então e onde estão as provas de tal argumentação? É só porque ouviu dizer e leu em livrinhos de história do século passado?

        Não sabia que os Mouros foram expulsos? A Mouraria em Lisboa foi um dos seus últimos redutos de onde foram expulsos.
        E os Mouros nem eram árabes na sua maioria, mas esqueleticamente, eram próximos aos antigos habitantes do Norte de África (de tipo Cromagnon ou mediterrânico).

        O J1-L222 era o haplotípo tipico dos árabes e em alguns estudos foi encontrado em 0,00% dos portugueses e apenas 0,05% dos espanhois.

        Existem estudos baseados em linhas maternais e paternais, que dizem exatamente que os Portugueses são na sua esmagadora maioria, descendentes dos lusitanos e não de árabes. Aliás Portugal é dos países com menor influência árabe na Europa (tanto fisica como geneticamente) do Sul. Tanto Portugueses e Bascos (ou a maioria dentro destes 2 grupos), não têm uma mutação conhecida nos países Árabes (A33-B14-DR1), e que está presente em outros países da Europa do Sul.

      • OLisippo cidade de Ulisses, muito antes dos Romanos, em tempos ancestrais Lusitanos, depoi outros povos bárbaros, fenícios, gregos, romanos, bérberes (mouros),agora africanos de países lusófonos, ucranianos, brasileiros e outros passaram por Portugal.

          • Esses não eram brasileiros, passaram a ser depois da independência.
            O que dá a nacionalidade não é o facto de nascer num dado local ou sequer de ter origem numa tribo e tribo não é nação.
            Se noutras regiões das Américas houve várias nações e até impérios governando várias em dada época no Brasil houve e há muitas tribos mas nunca houve outra nação senão o Brasil.
            Interesses estranhos tendenciosos e traidores apareceram recentemente reinvidicações o estatuto de nações para algumas tribos que nunca tiveram nem têm os mínimos requisitos para isso!

        • Caro senhor, Oissipo nao é o nome mais antigo de Lisboa, e nao tenho a certeza que alguma vez foi. No entanto verifique este nome Allis Ubo ”porto seguro” e vai ver que esse é muito anterior. Fique bem

    • Meu avô, António da Cruz Manso, também era de Ourentã – Cantanhede. Escrevo por ter gostado da coincidência. Sou de São Paulo, Brasil e atualmente vivo no Rio de Janeiro. Conheces Ourentã? Abraço!

  1. Tenho dúvidas que assim seja: Primeiro porque uma língua comum (O Português ou Galaico-Português que se estende da Galiza ao Algarve) e que terá nascido duma língua ou línguas afins já faladas nesse espaço antes do latim bárbaro ser nele introduzido, pressupõe a existência duma uma mesma etnia; Segundo porque, se a informação que possuo está cientificamente sustentada, entre os portugueses e os libaneses ( e só com estes) existe uma grande analogia genética. Gostaria de ter mais informação sobre este assunto…

    • Norberto.
      Entre nós e os “libaneses” ou entre nós e os “argelinos”? ( na verdade berberes)?
      A que informação sustentada se refere?

    • Temos em comum cerca de 6-7% dos genes, eu sou de lisboa, julgo que no algarve será tipo em redor dos 10%, não falo dos libaneses, mas dos que estão no norte de áfrica, que no fundo, são próximos.

      A proximidade genética com os europeus do norte é cerca de 5x superior comparando com esses povos, posso dar o meu DNA como material…
      51% europeu do ocidente (aqui pode entrar genes do neolítico, e portanto próximo do médio oriente, mas andam estes genes na europa há quase 10 000 anos)
      26% norte europeu (não é um engano)
      7% norte africano
      e o resto é inconclusivo cerca de 6% pode ser muita coisa… mas não existe nas populações de referencia, pode ser bem ibérico e antigo.

      • Desculpe que me diga, mas você está a usar os seus genes com comparação (e não de uma população de um bairro sequer, quanto mais de um país) e a comparar genes que podem ter diversas origens. Nem toda a gente tem essa percentagem e estudos do genoma nuclear (que servem melhor para ver mistura ao longo das gerações) não nos falam nessa conexão entre os Portugueses e Libaneses.. Um lusitano podia ter 6-% dos genes em comum com os povos do Levante, simplesmente porque a Europa também foi colonizada dessa parte do mundo, desde pelo menos, o Paleolitico Superior.

        • Aqui na região onde resido, nota-se entre os locais uma estirpe bem cis-asiática (pode bem ter vindo da fenícia/antiga Síria). Claro que tem de ser englobada na salada mediterrânica pois já está em grande mistura.

    • Comentário:
      Em relação à linguagem, o Leukantu, a linguagem Lusitana Original, (o Canto da Luz), essa foi severamente oprimida e supressa pelo Vaticano e a Igreja Católica, que, até mesmo à força, impuseram o Latim…
      Entrou em esquecimento quase Total, a não ser por um pequeno grupo de Lusitanos que se teêm empenhado na sua recuperação nesta ultima decada…

      • Caro Domingos, se possível gostaria de ter mais informação sobre esse pequeno grupo que se empenha na recuperação do Leukanto.
        Agradeço, se for o caso, me envie informaçao para e-mail pessoal.
        Agradecido

  2. Já sabia. Outro facto curioso é que os Lusos/Portugueses até conseguiram “inventar” uma doença genética e hereditária que é conhecida principalmente pelo nome de Doença dos Pezinhos.

  3. Essa contribuição deve realmente chamar-se Norte-Africana e não berbere ou moura ou até árabe (LOL) com alguns dizem sem sequer perceberem que são coisas diferentes. A contribuição genética Norte-Africana é na sua maioria neolítica e não resultante das invasões mouras o que se percebe porque em tempos de guerra ninguém dorme com o inimigo, ainda porc cima num contexto de guerra religiosa. Além do mais não há registo de qualquer migração massiva norte-africana durante os tempo da ocupação islâmica, apenas normais movimentos resultantes das trocas comerciais… além do mais e muito importante, o islâmicos Ibéricos eram isso mesmo: Ibéricos. Quem ficou para trás e não fugiu para norte à frente da loucura jihadista, ou teve a cabeça cortada, ou teve que pagar a Jizya ou teve que se converter e por isso contunuou a existir essa uniformidade genética que ainda hoje impera entre os Portugueses. A diferença é que, com a invasões mouras o Sul ficou basicamente despovoado, coisa de que nunca recuperou até hoje. De resto, não há dúvidas, somos originais e de herença quase exclusivamente Europeia e não exótica (moura, árabe, africana, “libanesa” etc, etc) como alguns sectores tanto gostaríam que fossemos.

    • Diria até que a genética norte-africana que existe em alguns Portugueses é possivelmente sobretudo Epipaleolitica. Neolitica deverá ser uma minoria.

    • Parabéns. Até que enfim aparece alguém lúcido e informado que não se deixa embalar nessas histórias de embalar das mi e uma noites, em que nos querem embrulhar em turbantes arabes.

  4. Cavalheiros e Senhoras,Faz tudo muito sentido. Sao inu’meras as rac,as e as etnias que se inseriram aos originais habitantes da Peni’nsula, mormente na sua parte mais Ocidental, hoje conhecida por Portugal.. Aquando das guerras Pu’nicas, os Cartagineses, na disputa do poderio comercial do Mediterraneo com Roma, liderados por Asdru’bal e Ani’bal Barca, passaram pela Europa para atacarem Roma do Norte.. Os Cartagineses eram Berberes ?, Caucasianos, ligados aos famosos Tuareg,conhecidos pelas vestes da linda cor Anil/ Indigo e precederam os Semitas no Norte de A’frica.. Estes berberes ja’ eram bem conhecidos dos Romanos, cujas origens se perdem nos anais da Histo’ria.. corrijam-me e comentem por favor ? Nota-Ao contra’rio do que pensava Camoens, os portugueses sao Burgundios ( E nao Hu’ngaros, como acreditava Camoens ) de origem a certa altura, a partir da chegada de D.Henrique e os Cavaleiros francos derrotados por outras tribos francas em Borgonha, entre Paris e Colo’nia na Alemanha, os quais cruzaram os Pirene’us e vieram instalaram-se no extremo Ocidental da Europa, de onde fundaram o Condado Portucalense. Dai’ se explica que em regiao geogr’aficamente homoge’nea, se tenham originado duas nac,oes diferentes, Portus Cales ? e Hispania ? – jose’

    • Sr. José Manuel Coelho Fadario, creio que lhe falta umas coisinhas no seu expor. Vou tentar ser conciso. Primo Cartago foi fundado pelos antigos Fenicios, nada teem de bérberes. Deuxio, quanto aos Tuaregs ”os homens azuis ” do deserto estavam fora das rotas comerciais e jamais de la sairam, ainda hoje por la andam. Tertio quanto aos Portugueses serem Burgundios o Hungaros nem lhe respondo a isso tal a afronta ha historia, se disser que o Conde dom Henrique era Hungaro assim ja nos entendemos, e ja agora gostava que fosse mais explicito quanto a travessia dos Perinéus dos Germanos para fundarem o condado Portucalense, e essa explicaçao da origem das naçoes diferentes Iberas. Caro Sr. sugiro-lhe uma leituta mais acérrima da nossa historia

    • Aqui está um ponto de vista, na minha opinião, típico de quem se baseia em argumentos do século passado, dos livrinhos de história do oitavo ano, da antropologia cega que nem em esqueletos e genes se baseia, do saudosismo cego pelas colónias ultramarinas, daquela obsessão de que Portugal é uma panela de raças, sem identidade nem história próprias, e isto tudo sem utilizar qualquer fonte científica, moderna ou antiga. Será que isto ainda se ensina nas escolas dos nossos dias? Esta atitude, provavelmente é motivada pelo obscurantismo da antropologia portuguesa em relação aos próprios portugueses (com raras excepções), já iniciada há poucos séculos e indo até séc XX e mesmo XXI, penso que é esperada. Tendo frequentado Antropologia, neste país, fiquei chocado com a falta de rigor científico e generalizações baseadas em mitos, ainda residentes em Antropologos supostamente profissionais. Pelos vistos estudar a população nativa portuguesa, e não estrangeirada, é tabu. Genética e antropologia física, pelos vistos, também não lhes diz nada. Parece que os verdadeiros cientistas foram na maioria para fora, e os saudosistas e sonhadores é que ficaram por cá.

  5. incrivel so agora descobriram ? que vos sois animais unicos!!!!! kkkkk brincadeira tenho a honra de conhecer e ter maravilhosos amigos em portugal ( Nunca duvidei desse pais ,e quem faz este pais sao essas pessoas unicas) forte abraço!

  6. Ao ler certos comentarios fico pasmado. Entao sabemos que temos dois génes raros, e um deles unico no mundo, e mesmo assim continuam a associar os Portugueses com outras raças, o géne A21-BIS-DR2, é anterior a ultima vaga do homo-africanensis, o seja ha mais do que 50.000.00 anos, Que mais é necessario provar para que entendam que nao somos, nem de origem Arabe, Grega, Roma etc, é evidente que ha algumas misturas, os povos da Grande Bretanha, Dinamarca e outros povos nordicos teem a nossa ADN, e portanto eles nao dizem ser de oriem Ibérica. Exerguem….

  7. Oh Zé só hoje passei por aqui e vou-te dizer (acredita em mim que trabalhei e vivi com eles)
    Que ganda sorte tu e eu tivemos quando o adolfo perdeu a guerra.

  8. Acho que sou um portugues aparentemente de origem caucasiana mas não fui travesseiro nem colchão
    dos meus ascendentes.
    Uma coisa estou certo: Eu e todos os que postam aqui tivemos imensa sorte em acontecer aquilo que aconteceu…………………………………………………………………………………….com o adolfo

  9. Meu avô, António da Cruz Manso , também nasceu e Ourentã – Cantanhede. Eu nasci em São Paulo, Brasil e vou frequentemente à Portugal. Escrevi por ter gostado da coincidência dos nossos avós. Abraço!

  10. Portugal very early became a Client Nation of England, and every Portuguese has tried redefining their Pedigree ever since! My Family has maintained coupling with other So-called full blooded Portuguese for 6 Generations in California. I wanted to know more about mt Portuguese Origins, so I took a Genetic test as the well known Genetics outfit called 23andMe in Silicon Valley. The results are : 53% Iberian, 33% Italian, from what is today Lazio. 10% German and the remaining, French 4% and English the last 3%. My Haplogroup is r1b1a2 from my Father, and H3 from my Mother…these are the most common in Western Europe ( Iberia, France, the UK and Ireland, Italy, Germany and Switzerland) and dating 35k on the Male line and nearly the same on the female line. And believe me I am dark-black hair, brown eyes and Olive skin–what you all like ti call ” Moreno.”
    Now, their was not an ounce of North African, Semitic, Sub-Saharan African nor any DNA from the Levant.
    Phenotypes say nothing of Genetic Origin, so stop looking at each other’s Appearance. What you, France and England and to a certain extent, Germany have occurring is is a large infusion of Sub-Saharan African, Arab, Afghan, Pakistani, Bangladeshian DNA that will over a few Generations cause a Demographic Shift that your constant Bickering on who is Celtic or Nordic-in essence, White, will not matter!

  11. Então eu me pergunto: o governo português não deveria conceder nacionalidade portuguesa a todos os portadores desse gene lusitano, facilitando assim enormemente os pedidos de naturalização?

  12. eu vou todos os anos as 7 fontes !porque vivo em frança e sou do Pisão,
    uma coisa que tenho a dizer que somos sêres humanos e que devemos viver em harmonia uns com os outros e a diferença é o que nos caracterisa

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