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6 profissões típicas portuguesas que já não existem

Com a chegada do progresso e das máquinas ou simplesmente pela alteração dos hábitos muita coisa mudou: 6 profissões típicas portuguesas que já não existem.

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profissões típicas portuguesas que já não existem
Aguadeiros

6 profissões típicas portuguesas que já não existem

São sinais dos tempos, da tecnologia e da evolução. Mas deixam saudades e memórias que perduram e que nos fazem recordar tempos antigos. Descubra 6 profissões típicas portuguesas que já não existem.

Ardina

Ardina
Ardina

Ardina é um vendedor de jornais de rua que apregoando a notícia chama a atenção do potencial cliente. Figura muito retratada por artistas e muito popular pela sua exposição pública, a sua origem perde-se nos tempos e remete-nos à “notícia” que corria de boca em boca. O ardina difere do actual distribuidor de jornais gratuitos.

Tanoeiro

Tanoeiros
Tanoeiros

A profissão de tanoeiro, construtor de pipas, balseiros e tonéis entre outros, está em extinção. Elevada à designação de arte está hoje limitada à reparação desses diversos recipientes e à construção de pipas com fins decorativos.

Lavadeira

Lavadeiras
Lavadeiras

A lavadeira era uma mulher que lavava a roupa caseira, sua ou alheia, em tanques, poços, rios, lavadouros. No princípio do século, eram muito frequentes as lavadeiras, que vinham de Lisboa buscar e trazer a roupa às freguesas.

Adueiro

Adueiro
Adueiro

Antigamente, no Alto do Alentejo, havia o costume da adua. A adua era um curral Público, onde todos os dias de manhã os donos iam levar os porcos. O adueiro, ou pastor de porcos, ia guardá-los para os baldios ou por onde podia, e às cinco da tarde acompanhava-os à entrada da Vila (Amieira, Arronches), largava-os e ia-se embora.

Aguadeiro

Aguadeiros
Aguadeiros

Ainda no século XX, antes da vulgarização da água canalizada, o fornecimento doméstico era feito, em Lisboa, por galegos, quase exclusivamente, que continuavam uma tradição de há séculos relacionada com a gente do seu país e representavam os antigos escravos negros e mulatos, e até os ratinhos. Eram os aguadeiros.

Varinas

Varinas de Lisboa
Varinas de Lisboa

Conhecemo-las por varinas apenas porque os caprichos do uso e do tempo lhe retiraram uma letra que lhes traía a origem e indiciava uma história de migração. As varinas recolhiam o peixe na lota que depois vendiam porta a porta pela cidade.

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