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5 tipos de máscaras para a COVID-19: eficácia e limitações de cada uma

Vieram para ficar e fazem parte do quotidiano diário dos portugueses. Mas quais são as melhores e as mais eficazes máscaras para a COVID-19?

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Máscaras

Para além do distanciamento social e da higiene regular das mãos o uso da máscara é tido como uma medida de protecção fundamental nos tempos que correm. Pondera-se inclusivamente o seu uso obrigatório em mais espaços e situações daqueles que são os definidos atualmente.

No entanto, a sua eficácia é distinta em função de vários aspectos, desde logo se é ou não usada de forma correta, passando pelo facto de necessitar de renovação ou manutenção adequada, e ainda pelo próprio material de que são feitas.

Fique a conhecer 5 diferentes tipos de máscaras, eficácia e limitações. Proteja-se porque que o risco continua a existir!

1. N 95

Esta máscara é muito eficaz. A sua designação deve-se ao facto de bloquear no mínimo 95% das partículas de tamanho microscópico transportadas no ar. E quando se fala de tamanho microscópico fala-se de valores na ordem dos 0,3 micrómetros de diâmetro.

Ou seja partículas que podem ter um tamanho milhares de vezes inferior ao dos poros da nossa pele. São máscaras feitas com fibras sintéticas tipo poliéster, que funcionam como filtro impedindo a passagem de partículas. Apresentam algumas limitações, nomeadamente o seu uso, que deve ser único.

Uma das situações que as torna particularmente interessantes é a forma como se ajustam ao rosto, que deriva do seu formato curvo. Dessa forma as partículas ficam com espaços diminutos para poderem entrar.

2. Máscara cirúrgica

São menos eficazes do que as máscaras N95. Apresentam diferentes modelos, mas de forma genérica pode afirmar-se que filtram entre 60 a 80% das partículas existentes no ar.

As máscara cirúrgica são equipamentos médico hospitalares descartáveis com eficácia na barreira contra a transmissão de gotículas, No entanto, não conferem proteção contra agentes infeciosos transmitidos por via aérea. Portanto agentes infeciosos de dimensão inferior a 5 micrómetros não são bloqueados por este tipo de máscaras. Na prática isto significa que estas máscaras não impedem a eventual contaminação do seu utilizador por um vírus.

São totalmente descartáveis e não devem ser usadas mais do que uma vez. O próprio ajustamento no rosto não é o melhor, pelo que o risco de entrada de partículas é igualmente aumentado por este motivo.

3. Máscara de tecido

As máscaras de tecido podem ou não ser aconselháveis. Por um lado levam a mais prejuízos do que benefícios se não forem convenientemente higienizadas, e, acumulando sujidade e partículas infetadas, podem causar problemas óbvios. Por outro, e dependendo do material utilizado no seu fabrico podem proteger com uma eficácia aproximadamente igual à das máscaras cirúrgicas.

Uma máscara de tecido para ser eficaz deverá utilizar material cuja densidade capture partículas virais, permitindo igualmente facilidade na respiração. O material a privilegiar nestas máscaras é aquele que implique várias camadas que impossibilitem a passagem de partículas de menores dimensões.

De acordo com investigadores o tecido-não-tecido e o tecido do tipo T-shirt, utilizado em dupla camada, são as melhores opções.

4. Máscara caseira com filtro

Os modelos mais aconselháveis são os que acrescentam um filtro colocado numa divisão interior.

O algodão é um material que pode ser tido em conta para confecionar a máscara. Contudo, os filtros devem ser claramente respiráveis.

5. Máscara de esponja

Estas máscaras apresentam uma eficácia completamente nula contra agentes nocivos e infeciosos de tamanho microscópico, pelo que a opção não deve recair sobre elas.

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