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15 fantásticos monumentos para descobrir em Braga

Numa cidade com tantas igrejas, não falta património para nos ajudar a compreender a nossa história. Descubra 15 fantásticos monumentos de Braga.

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11. Paço Episcopal Bracarense

O antigo Paço Episcopal da cidade de Braga encontra-se localizado em frente à Sé de Braga. O Paço começou a ser construído durante o século XIV,e foi ampliado durante os séculos XVII e XVIII. Actualmente, alberga departamentos da universidade e uma biblioteca municipal ,com uma sala de computadores coberta por um tecto de talha dourada e numerosas pinturas.

Paço Episcopal Bracarense
Paço Episcopal Bracarense

Vale tanto a pena ver o edifício em si, como os azulejos que ladeiam a escadaria principal. Se ao sair o fizer pela medieval ala norte poderás ver os belos Jardins de Sana Bárbara. Uma praça do século XVII com caminhos estreitos por um mar de flores e sebes com formas chamativas. Quando a temperatura e o tempo o permitem, as ruas dos seus arredores enchem-se de músicos amadores e esplanadas de cafés com um muito bom ambiente.

 

12. Arcada

Na grande maioria das cidades portuguesas a zona mais nobre ou central da cidade localiza-se na “baixa”. Não é o caso de Braga. Em Braga, é na Arcada que todas as manhãs, os habitantes mais velhos e experientes, se reúnem para conviver e comentar as notícias da actualidade. Quem quiser sentir o pulsar da cidade deve passar pela Arcada, espaço central do dia-a-dia dos bracarenses. A Arcada ou “Largo da Arcada”, tem origem na idade média e é um projecto do Arcebispo D. Diogo de Sousa, responsável também pela obra da cabeceira da Sé de Braga.

Arcada
Arcada

Durante o séc. XVI, neste largo eram comercializados os bens que abasteciam a cidade e, por essa razão, a arcada propriamente dita, servia de alpendre para acolher animais e mercadorias. A Arcada de hoje não é a original, contudo foi construída no mesmo local e em substituição da anterior. Data de 1715 e foi erguida por iniciativa do Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles. É constituída por oito arcos em cada uma das laterais e três na parte central, num total de 19 arcos.

 

13. Jardim de Santa Bárbara

O Jardim de Santa Bárbara é um dos jardins mais bonitos de Braga. Equilibra as regras da geometria com a aleatoriedade das cores provenientes das flores, da vegetação e dos pássaros. O facto de se situar no centro da cidade e interromper a sequência de construções de cimento e tijolo, torna-o um lugar especial. É uma espécie de refúgio ou oásis citadino que nos convida a fazer uma pausa, ler um bom livro ou partilhar uma refeição com os amigos.

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Braga – Pedro Costa

No fundo do jardim, uma parede alta em pedra recortada por ameias, faz lembrar um castelo. Essa fachada faz parte do paço Medieval de Braga e foi erguida no final da Idade Média, por iniciativa dos arcebispos D. Gonçalo de Pereira e D. Fernando da Guerra. Actualmente funciona como Arquivo Distrital de Braga e faz parte de um complexo maior chamado Paço Episcopal de Braga.

 

14. Igreja de Santa Cruz

A Igreja foi mandada construir pelo fundador da Confraria de Santa Cruz, Jerónimo Portilo, à qual foi concedido posteriormente o título de Irmandade Real pelo rei D. João VI (1816-26). A construção iniciou-se em 1625 mas só terminou em 1737 e, por isso, podemos encontrar aqui elementos arquitectónicos maneiristas e barrocos.

Igreja de Santa Cruz
Igreja de Santa Cruz

O projecto inicial deve-se a Francisco Vaz e os custos foram pagos graças a esmolas dos devotos dos Passos do Senhor. No interior, destaque para as abóbadas trabalhadas em pedra, para o trabalho de qualidade do órgão e dos púlpitos e para toda a decoração em talha dourada datada do séc. XVIII.

 

15. Basílica dos Congregados

A Basílica dos Congregados situa-se na freguesia de São José de São Lázaro em Braga, Portugal e está incluída no antigo Convento dos Congregados. A Basílica é da autoria do arquitecto André Soares, construída no século XVI, embora só terminada no século XX. O inicio da construção foi em 1703, sendo benzida em 27 de Outubro de 1717, embora faltando construir as torres e colocar estátuas nos nichos respectivos da fachada.

Basílica dos Congregados
Basílica dos Congregados

Estes trabalhos seriam levados a cabo já no século XX, tendo a torre poente sido concluída em 1964, por acção do benemérito António Augusto Nogueira da Silva, com projecto do arquitecto Alberto da Silva Bessa, que se inspirou nas torres do Mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto. As estátuas da fachada – São Filipe Néri e São Martinho de Dume – foram içadas para os seus locais em 16 de Fevereiro de 1964, e são devidas ao escultor Manuel da Silva Nogueira (nascido em Santa Cruz do Bispo a 10 de Outubro de 1926).

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