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15 fantásticos monumentos para descobrir em Braga

Numa cidade com tantas igrejas, não falta património para nos ajudar a compreender a nossa história. Descubra 15 fantásticos monumentos de Braga.

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6. Theatro Circo

A edificação começou em 1911 e terminou em 1914, ficando o Theatro Circo com capacidade para 1500 pessoas e afirmando-se de imediato como um dos maiores e mais belos teatros portugueses.

Theatro Circo
Theatro Circo

A estreia foi a 21 de Abril de 1915. Em 1999, o Theatro Circo foi submetido a profundas obras de restauro e reestruturação espacial que o modernizou. A requalificação incluiu ainda a reposição da traça original do Salão Nobre, libertado agora das alterações que foi sofrendo ao longo dos anos.

 

7. Fonte do Ídolo

O valor da Fonte do Ídolo, localizada perto da Avenida da Liberdade, vai além da obra implícita à sua edificação. Os dados históricos que revela são de enorme importância, permitindo confirmar, por exemplo, a existência de uma Mitologia Lusitana que em nada diferia das mitologias romana e grega.

Fonte do Ídolo

De acordo com vestígios encontrados nas imediações da fonte, há investigadores que consideram que o monumento poderá ter sido elemento constituinte de uma domus da periferia, enquanto outros consideram estarmos perante um santuário público oferecido à comunidade bracarense por Celico Fronto – facto que torna a Fonte do Ídolo um dos escassos exemplos de evergetismo na cidade de Bracara Augusta.

 

8. Arco da Porta Nova

O Arco da Porta Nova é provavelmente uma das edificações mais icónicas da cidade, não só pelo que representa em termos arquitectónicos e urbanísticos, mas também porque será a este arco que Braga deve a expressão que costumamos ouvir quando alguém deixa uma porta aberta: “És de Braga?“ Mandado construir em 1512 pelo Arcebispo D. Diogo de Sousa – responsável também por obras como a Arcada ou a cabeceira da Sé Catedral – o Arco da Porta Nova nunca chegou a ter uma porta. À data da construção, as guerras já não se verificavam com a frequência de séculos anteriores e, como tal, a porta foi considerada redundante. Um conceito inovador para a época.

Arco da Porta Nova
Arco da Porta Nova

O Arco da Porta Nova foi também a primeira porta, de um total de 8 existentes na cidade, que não conduzia a nenhum caminho. Naquela época, todas as outras portas levavam a caminhos criados já no tempo dos romanos. O Arco da Porta Nova levava a uma praça com uma fonte, onde podíamos encontrar um mercado de peixe. A versão que conhecemos hoje do Arco da Porta Nova foi edificada em 1772 por iniciativa do Arcebispo D. Gaspar de Bragança. Contudo, se não há dúvidas quanto ao responsável pela diligência da construção, o mesmo já não acontece com o desenho do arco, onde a incerteza se levanta.

 

9. Termas romanas do Alto da Cividade

As Termas Romanas do Alto da Cividade encontram-se próximas ao museu arqueológico D. Diogo Sousa, na bela localidade de Braga. São um grande complexo de banhos compostas por valiosas ruínas, que contam com um teatro anexado que data ao século II d.C. Estas termas foram descobertas durante escavações levadas a cabo em Cividade (uma pequena freguesia no concelho de Braga),durante o ano de 1977.

Alto da Cividade
Alto da Cividade

Estes balneários públicos eram grandes construções utilizadas pelos habitantes da cidade e pelos visitantes. Segundo as normas romanas, o banhista devia começar por passar pelo corpo azeites e praticar diversos exercícios de ginástica . Posteriormente, devia entrar numa espécie de sauna ,depois de se lavar numa outra sala , poderia usufruir de mergulhos numa piscina com água muito fria, para terminar, o banhista recebia uma massagem com óleos aromáticos.

 

10. Igreja do Pópulo

A Igreja do Pópulo foi construída no séc. XVI por vontade do arcebispo D. Frei Agostinho de Jesus, para aí ser sepultado. Falecido em 1609, o seu corpo foi trasladado em 1628 para um túmulo de madeira mandado fazer pela cidade de Braga, colocado num arcossólio na capela-mor.

Igreja do Pópulo
Igreja do Pópulo

O carácter maneirista inicial da igreja foi alterado no séc. XVIII, quando se reconstruiu a fachada em estilo neoclássico segundo o risco de Carlos Amarante. O templo é consagrado à Virgem venerada na Igreja de Santa Maria do Pópulo, em Roma. O interior vale a visita pela sua riqueza decorativa, em que se destaca o revestimento azulejar a azul e branco atribuído ao ceramista Policarpo de Oliveira Bernardes (séc. XVIII).

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