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15 fantásticos locais para visitar no distrito de Coimbra

Bem no centro de Portugal, tem tudo para oferecer aos turistas, desde praias a aldeia na serra. Os melhores sítios para visitar no distrito de Coimbra.

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6. Foz d’Égua

A aldeia de Foz D’Égua pertence à freguesia do Piódão e com ela partilha a beleza mística da Serra do Açor. Caracterizada pelo seu aspecto rural serrano, com as típicas casas de xisto e lousa, circundadas por uma natureza quase em estado puro, é rica em espécies de fauna e flora que aqui encontram o seu habitat natural.

Foz d'Égua
Foz d’Égua – Rui Videira

Em Foz D’Égua situa-se uma praia fluvial de grande beleza, o ponto de encontro da ribeira de Piódão com a ribeira de Chãs, que correm em direcção ao rio Alvoco e cujo percurso é travado por uma represa criando um espelho de água.

 

7. Fraga da Pena

É em plena Mata da Margaraça, inserida na Área Protegida da Serra do Açor, que se esconde a Fraga da Pena, um local privilegiado de encontro com a natureza. Um cenário idílico onde a água abre caminho por entre a vegetação e a superfície xistosa, e se despenha numa majestosa cascata com mais de 20 metros.

Fraga da Pena
Fraga da Pena

Uma extraordinária maravilha natural que permanece intocável pelo Homem e onde impera uma impressionante serenidade apenas interrompida pelo som da água e do chilrear dos pássaros. Originadas por um acidente geológico, as quedas de água que se escondem por entre aquele conjunto florístico de elevado interesse, constituem um recanto paradisíaco que se destaca pela sua autenticidade e frescura.

 

8. Talasnal

Postal vivo de autenticidade e percurso do tempo, a Aldeia do Talasnal pede emprestadas as paisagens da Serra da Lousã, manto protector e fonte de vida de todos os seus habitantes. Construída com o xisto que a Serra deu, é narradora de vidas, de vivências marcadas pelas agruras dos trabalhos da agricultura e pastorícia, da felicidade transformada em risos que só o espírito de comunhão de uma Aldeia permite. Os seus lagares, orgulhosos, recordam que ali se fazia o azeite, tempero do prato e da alma, fonte de sabores recriados nos restaurantes de hoje. As águas que a percorrem, entoam músicas que a Serra dita, mostram caminhos antigos, percorridos tantas vezes na construção de memórias.

aldeias de xisto
Talasnal

A antiga escola mantém-se lá. Acolhe quem visita a Aldeia, porto de abrigo de todos os que dela precisem. Reconverteu-se, mas não deixa esquecer que foi fonte de saber. Visitar o Talasnal, protegido pela Rede Natura 2000, é entrar numa experiência de autenticidade, colocar um pé no passado e numa escola de vida, sentindo que integramos um pedaço da nossa história. O Talasnal manteve-se fiel a si próprio, integrado na Rede das Aldeias do Xisto, é certo que viverá único e autêntico, continuando a maravilhar gerações futuras.

 

9. Candal

Construída em harmoniosa parceria com a Natureza, a Aldeia do Candal é rasgada por dois elementos vitais – a Ribeira com quem partilha o nome e a EN236 – que a alimentam e despertam. Nascida nas encostas da Serra da Lousã, foi por esta desafiada, o que lhe moldou o carácter marcado e altivo. Em forma de anfiteatro, quem a percorre pisa o palco de uma experiência única, de vislumbre da Aldeia e da Serra, salpicada pela melodia que a Ribeira vai entoando no seu leito. Os seus habitantes cresceram com os desafios da vida na Serra, marcadamente dura.

locais para visitar na serra da Lousã
Candal

A estrada nacional, importante via de contacto, trouxe outras gentes, que ansiavam pela chegada ao Candal, reconhecido ponto de abrigo, onde se retemperavam energias para prosseguir viagem. Hoje, mantém essa hospitalidade distintiva, albergando e maravilhando os turistas que a visitam. Aldeia com vitalidade reconhecida e protegida pela Rede Natura 2000, evoluiu, sem perder a originalidade. Para isso contribuiu a integração na Rede das Aldeias do Xisto – e a abertura da Loja da mesma marca – que vem beber ao Candal a sua personalidade vincada, matando a sede de autenticidade, de respeito por um mundo mágico, de comunhão entre conforto e modernidade, temperado pelos cheiros, sons e sabores da nossa memória.

 

10. Cerdeira

A Cerdeira recebe-nos dizendo que ali mora a tranquilidade. Convida a entrar, a atravessar um portal mágico, uma pequena ponte que nos faz duvidar se é de madeira ou de sonhos, levando-nos até à fonte, onde matamos a sede e despertamos sentidos. Entramos e recebemos uma lição em arquitectura que deslumbra. As pequenas casas, feitas de xisto e madeiras da Serra, parecem ter escolhido os locais mais difíceis e recompensadores para nascer, decoradas pela flora que as abraça e conforta. As suas ruas, estreitas, constroem jogos de luz e de sombra, escondendo segredos em cada recanto. Aqui o vento não sopra, canta, guiando-nos pelos seus versos. Somos confortados em cheiros e aromas, que sempre estiveram lá.

Cerdeira
Cerdeira

Aqui juntam-se as Artes, as da construção da Aldeia e as que vivem no quotidiano da Cerdeira, transformando-a num local de criação artística permanente de elementos à solta. Integrada na Rede das Aldeias do Xisto, soube reinventar-se, sem perder a genuinidade. Percorrer esta aldeia, protegida pela Rede Natura 2000, é um exercício físico e sensorial. A cada passo há um recanto, um beco, um elemento que não se sabe se ali foi colocado pelo Homem ou pela Natureza. Não há dissonâncias. Há o som da tranquilidade, da autenticidade.

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