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12 locais em Portugal que ninguém tem coragem de visitar

Considera-se uma pessoa corajosa? Então veja bem a lista que preparámos para si e prepare-se para visitar 12 locais... assombrados. Se tiver coragem...

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Pátio do carrasco
Pátio do carrasco

O turismo de emoções está cada vez mais na moda e os turistas já não se contentam em visitar apenas os locais que aparecem nos guias turísticos. Procuram cada vez mais um turismo de aventura em locais que despertam emoções como o medo ou que fazem subir a adrenalina. E por isso mesmo este tipo de sítios começa a estar na moda. São locais que o tempo fez cair no esquecimento, abandonados e com fama de assombrados.

Podem ser apenas lendas urbanas, mitos ou histórias mal contadas, mas o certo é que, por todo o país, existem velhos locais nos quais a população acredita viverem espíritos assombrados de outras épocas. Vale a pena conhecer e, se tiver coragem, visitar.

 

1. Palacete de Marques Gomes – Vila Nova de Gaia

Quem já inspeccionou no interior esta propriedade abandonada, junto ao rio Douro, diz que ali se prova que as almas de outro mundo existem. Situada mesmo aos pés do rio Douro, na margem de Vila Nova de Gaia, esta mansão esconde segredos arrepiantes.

Palacete Marques Gomes – José Roseira

Quem por lá andou conta que uma voz metálica e brusca gritou: “Saiam já daqui, vão-se embora!”. Assustador que baste para que ninguém ouse fazer pesquisas mais profundas sobre o local.

 

2. Casa do Diabo em Felgueiras

Na Lixa, em Felgueiras, existe uma casa, agora em ruínas, a quem o povo chama a Casa do Diabo. Reza a história que essa está assombrada e que um casal de agricultores que lá viveu três ou quatro anos passou por situações inexplicáveis.

O casal, que não tinha filhos, trabalhava na terra e a mulher fazia ainda alguns bordados para ajudar no orçamentos familiar. Certo dia, quando acabou de bordar uns panos que lhe teriam sido encomendados deixou-os num dos quartos da habitação, dobrados e passados a ferro.

Casa do Diabo em Felgueiras
Casa do Diabo em Felgueiras

No dia seguinte, quando se preparava para entregar a sua encomenda e se dirigiu à divisão onde tinha deixado os panos, estes estavam todos cobertos de urina e remexidos. Na casa só estavam ela e o marido, o que a deixou perplexa.

Conta quem sabe que nesse quarto da Casa do Diabo se passavam fenómenos sobrenaturais: objectos que voavam e móveis que se arrastavam sozinhos. O casal acabou por abandonar a propriedade, amedrontados com a situação.

 

3. Castelinho de São João do Estoril

Esta é uma das mais famosas histórias sobre locais assombrados no nosso país. Já muitos famosos tentaram comprar a casa, mas as descrições arrepiantes sobre o fantasma da menina que morreu nos penhascos perto desta habitação afastaram os futuros proprietários. Em 1983, José Castelo Branco confessou que estava interessado em comprar o castelinho, mas quando visitou esta propriedade acabou por desistir, dizendo que viu uma menina na falésia e que um impulso, que acabou por controlar, quase o fez atirar-se ao mar.

Esta experiência sobrenatural que diz ter vivido, afastou-se para sempre do local. Também a mãe de Lili Caneças esteve perto de ficar com esta casa, mas os rumores sobre os fantasmas que habitavam o local tiraram-lhe essa ideia da mente. O Castelinho de São João do Estoril, situado na linha Cascais, em São João, e bem pertinho do mar estará para sempre associado à paranormalidade. Diz quem já visitou a casa, que as ondas do mar produzem um barulho medonho dentro da habitação, o que só por si torna o local bastante assustador.

Castelinho de São João do Estoril
Castelinho de São João do Estoril

A Câmara Municipal de Cascais tenta explicar este fenómeno e desvenda que por detrás dos relatos de arrepiar poderá estar a história da menina cega, que morava numa casa perto do castelinho, e que terá caído acidentalmente das arribas. Reza a lenda que os pais dessa criança, em sua memória, ofereceram a moradia à Santa Casa da Misericórdia, que durante dez anos a usou como uma instituição de apoio aos cegos.

Porém, há quem diga que esta menina que morreu na falésia era a filha dos primeiros proprietários do Castelinho. Há quem conte então, tal como José Castelo Branco relatou, que uma menina com uma boneca na mão passeia pelos muros da propriedade. Diz-se então, que ao longo de vários anos muitos foram os proprietários desta casa, mas todos acabaram por abandoná-la, com receio daquilo que por lá passava e porque sempre viam a sua família envolvida nalguma desgraça, facto que atribuíam aos poderes maléficos daquela habitação.

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