Início Viagens 12 fantásticos locais para visitar em Castelo de Vide e arredores

12 fantásticos locais para visitar em Castelo de Vide e arredores

É conhecida como a "Sintra do Alentejo" e deslumbra todos os que a visitam. Estes são os melhores locais para visitar em Castelo de Vide e arredores.

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5. Sinagoga de Castelo de Vide

A Sinagoga de Castelo de Vide está localizada na antiga judiaria da cidade, muito próxima ao Castelo. A judiaria alcançou o seu apogeu no século XV, após a expulsão dos judeus de Espanha. Hoje em dia a sinagoga foi convertida em museu, sendo a principal recordação daquela época.

Sinagoga de Castelo de Vide
Sinagoga de Castelo de Vide

O museu inclui a sinagoga original com duas salas, uma para homens e outra para mulheres; um tabernáculo de madeira e uma arca sagrada onde se guardam os rolos da Torá. As restantes salas exibem uma magnífica colecção peças sobre a história das comunidades judias em Castelo de Vide. A mencionar que em 1496, quando Manuel I promulgou um decreto que obrigou os judeus a converter ou a deixar a localidade, muitos deles voltaram para Espanha, embora alguns se tenham mudado para a cidade vizinha de Évora.

 

6. Portas ogivais

Castelo de Vide apresenta um dos mais importantes e interessantes conjuntos de portas ogivais actualmente existentes no País. Datando dos séc.s XIV e XV o seu número total é de sessenta e três. Essas portas encontram-se em muitas das ruas, principalmente na parte mais antiga do Centro Histórico, com grande aglomeração na Judiaria e Rua de Santa Maria de Cima.

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Castelo de Vide

Se algumas são simples portas ogivais, sem qualquer decoração, muitas apresentam-se decoradas tanto ao nível das ogivas, como das impostas e ombreiras. Como elementos decorativos são empregues as esferas, toros e caneluras, conjuntamente com arestas vivas e motivos vegetais. O peixe aparece numa única porta do séc. XVI (Rua Nova), mas também há estilizações do Sol e das estrelas (Penedo).

 

7. Muralhas de Castelo de Vide

A pequena fortaleza primitiva viu crescer à sua volta um aglomerado populacional que procurava protecção dos ataques dos inimigos em épocas de guerra. O alargar do casario no pequeno planalto adjacente à fortaleza e o número sempre crescente dos que procuravam a sua protecção, tornou-a demasiado pequena para receber tanta gente em caso de perigo. D. Afonso Sanches, filho de Afonso III, recebe de seu pai entre várias terras o lugar da Vide que, volvidos anos, teria de entregar ao irmão D. Dinis coagido pela força das armas.

Muralhas de Castelo de Vide
Muralhas de Castelo de Vide

A cintura de muralhas terminadas no reinado de D. Afonso IV apresenta uma forma poligonal alongada sub-rectangular estendida no sentido nascente poente. Devido aos acidentes de terreno ora ondeia, seguindo as curvas de nível, ora sobre e desce, ora se estende rectilínea. De qualquer lado que nos debrucemos, a muralha como que se continua no escarpado das encostas eriçadas aqui e ali de rochas graníticas, sérios obstáculos para quem se aproximasse. Os muros protectores apresentam múltiplas cicatrizes provocadas pelas máquinas de guerra: catapultas, trons, bombardas e canhões. Estas feridas foram tapadas mais ou menos apressadamente e, porque foram feitas em épocas diferentes, distinguem-se pela técnica de construção apresentando variados tipos de aparelho.

 

8. Quinta das Lavandas

Em pleno Parque Natural da Serra de São Mamede, envolvida por campos de lavanda, encontramos a Quinta das Lavandas. O violeta é a cor predominante deste espaço, mas há também lugar para o branco, o rosa, o vermelho e as várias tonalidades de lilás que o povoam. Apelidada de Provença do Alentejo, devido à extensão da cultura de lavanda e lavandim grosso (uma espécie híbrida), a propriedade conta também com um “museu” ao ar livre, onde está exposta uma colecção com mais de 40 variedades. Um perfume doce e floral, com uma nota balsâmica, percorre toda a propriedade, entrando nos edifícios sem pedir licença.

Castelo de Vide - Quinta das Lavandas
Castelo de Vide – Quinta das Lavandas

Grande parte da vida da quinta desenvolve-se em torno da lavanda e da sua cultura. É possível aprender a fazer objectos artesanais, como saquetas de cheiros, almofadas térmicas e rocas, ou participar em ateliês e seminários sobre as aplicações da lavanda em áreas como a cosmética e alimentar. A lavanda chega também à mesa deste alojamento, através de azeite e mel aromatizados, tisanas, biscoitos e gelados. No alambique, construído de raiz para a destilação artesanal de lavanda, é utilizada uma técnica de arrasto de vapor milenar, originando óleos essenciais e águas florais, utilizados na linha de cosméticos com o selo da quinta. Com um olival secular, um pomar e uma pequena vinha, este empreendimento diversifica e explora a vertente agrícola da quinta em toda a sua amplitude, assumindo-se como auto-sustentável.

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