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10 hábitos estranhos dos Portugueses

Cada povo tem as suas manias e as suas particularidades, mas o povo português é mesmo muito especial. Hábitos estranhos dos portugueses: para ler com humor!

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hábitos estranhos
Azulejo

10 hábitos estranhos dos Portugueses

Somos um povo peculiar, não há dúvidas disso. Somos um povo de contradições. Temos o sangue latino mas um temperamento melancólico, diferente de todos os outros latinos e mais parecido aos povos do norte da Europa. Somos capazes de grandes feitos e temos na nossa história vários episódios que mudaram o mundo. Mas também somos um povo de hábitos estranhos, peculiares e até engraçados. Descubra 10 hábitos estranhos dos Portugueses.

1. Decoramos as paredes das nossas casas com pratos. Sim, é um facto. Gostamos de ter as paredes enfeitadas com pratinhos de cerâmica com poemas de qualidade duvidosa, normalmente dedicados à nossa mãe.

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2. Avisamos os condutores da presença da polícia através de sinais de luzes. Não os conhecemos de nenhum lado, é verdade, mas coitados… podem ser traficantes e era uma pena serem apanhados por excesso de velocidade.

Farois (1)

Um comentário

  1. Em Lisboa não se diz “quaise” ou “treuze” (há pessoas que dizem, mas não é por serem de Lisboa, e aliás onde apanhei quase todas as pessoas a dizerem “treuze” foi no ribatejo, junto com “áuga” em vez de “àgua” – não que fosse assim muito representativo mas apanhei bastantes).
    Agora coisas que os Lisboetas dizem, por serem Lisboetas e terem “aprendido” a falar assim: “igrâja” ou “igrâija”, “joâlho”, “órâlha”, “C’lombo” (como Cristóvão “C’lombo”). Mas tirando esses “e” que passam a “a” e mais umas quantas palavras, os lisboetas até têm uma pronúncia muito próxima da coimbrã (tida como a pronúncia correcta do Português Europeu) só que com um ritmo mais acelerado (daí exemplos como o “C’lombo”). Eu que o diga, que sou lisboeta e já passei por coimbrão diversas vezes, por ter sido “torturado” (e ainda bem) por uma professora da primária em pronunciar correctamente as palavras e como tal não fiquei com o “vício” de passar os “e” a “a” em algumas palavras e como tal consigo ser mais isento ao comparar ambas as pronúncias.

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