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10 hábitos estranhos dos Portugueses

Cada povo tem as suas manias e as suas particularidades, mas o povo português é mesmo muito especial. Hábitos estranhos dos portugueses: para ler com humor!

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Somos um povo peculiar, não há dúvidas disso. Somos um povo de contradições. Temos o sangue latino mas um temperamento melancólico, diferente de todos os outros latinos e mais parecido aos povos do norte da Europa. Somos capazes de grandes feitos e temos na nossa história vários episódios que mudaram o mundo. Mas também somos um povo de hábitos estranhos, peculiares e até engraçados. Descubra 10 hábitos estranhos dos Portugueses.

 

1. Decoramos as paredes das nossas casas com pratos. Sim, é um facto. Gostamos de ter as paredes enfeitadas com pratinhos de cerâmica com poemas de qualidade duvidosa, normalmente dedicados à nossa mãe.

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2. Avisamos os condutores da presença da polícia através de sinais de luzes. Não os conhecemos de nenhum lado, é verdade, mas coitados… podem ser traficantes e era uma pena serem apanhados por excesso de velocidade.

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3. A canja de galinha é a solução para 80% das doenças. O chá de limão com mel é a solução para 15% das doenças. 4% resolvem-se com uma visita a um bruxo. O restante 1% resolve-se com um copo de vinho ao jantar.

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4. Os portuenses dizem “morcom”, os de Viseu dizem “maijum”, os alentejanos dizem “cafei com lête” e quem afirma falar português correctamente são os lisboetas. Sim, esses tais, que dizem “quaise” e “treuze”.

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5. Gostamos de criticar o nosso país por tudo e por nada, mas ficamos extremamente revoltados e defendemos aguerridamente a nossa pátria quando ela é criticada por um estrangeiro. Sim, Portugal é um pouco como as nossas esposas ou maridos: só nós é que nos podemos queixar deles, mais ninguém.

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6. Fazemos peditórios para comprar fogo de artifício para a festa da aldeia mas não o fazemos para arranjar os passeios ou as ruas que estão estragadas na freguesia. Isso é coisa para as autoridades resolverem porque, para nós, cidadania é comprar foguetes, não arranjar estradas.

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7. Todos nos queixamos dos programas das tardes de fim de semana, mas estamos sempre ligados ao telefone a ligar para ganhar o prémio.

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8. Há sempre a imagem de um santinho qualquer lá em casa. Mas daquilo que realmente temos saudades, é daquelas imagens da nossa senhora que mudavam de cor quando consoante o tempo. Não importava se o meteorologista dizia que iria estar bom tempo. Se a imagem da nossa senhora ficava roxa, era chuva certinha.

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9. A culpa de o país estar mal é dos políticos e não de nós próprios. Mas quando chega a época das eleições, gostamos de olhar para os partidos políticos como olhamos para o nosso clube de futebol. Não importa se a equipa joga mal, seremos sempre benfiquistas, assim como não importa se o partido governa mal porque iremos votar neles na mesma.

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Estádio da Luz

 

10. Temos sempre opinião sobre tudo e mais alguma coisa. Sabemos mais de futebol do que o treinador do nosso clube, sabemos mais de educação do que a professora dos nossos filhos, sabemos mais de saúde do que o nosso médico. As TV’s nacionais sabem bem disso e gostam muito de ir para a rua perguntar a opinião dos transeuntes sobre qualquer assunto, mesmo que tenham que perguntar a uma cabeleireira a opinião que ela tem sobre o rendimento do lateral esquerdo do Porto.

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5 COMENTÁRIOS

  1. Em Lisboa não se diz “quaise” ou “treuze” (há pessoas que dizem, mas não é por serem de Lisboa, e aliás onde apanhei quase todas as pessoas a dizerem “treuze” foi no ribatejo, junto com “áuga” em vez de “àgua” – não que fosse assim muito representativo mas apanhei bastantes).
    Agora coisas que os Lisboetas dizem, por serem Lisboetas e terem “aprendido” a falar assim: “igrâja” ou “igrâija”, “joâlho”, “órâlha”, “C’lombo” (como Cristóvão “C’lombo”). Mas tirando esses “e” que passam a “a” e mais umas quantas palavras, os lisboetas até têm uma pronúncia muito próxima da coimbrã (tida como a pronúncia correcta do Português Europeu) só que com um ritmo mais acelerado (daí exemplos como o “C’lombo”). Eu que o diga, que sou lisboeta e já passei por coimbrão diversas vezes, por ter sido “torturado” (e ainda bem) por uma professora da primária em pronunciar correctamente as palavras e como tal não fiquei com o “vício” de passar os “e” a “a” em algumas palavras e como tal consigo ser mais isento ao comparar ambas as pronúncias.

  2. A como eu gosto da cultura Portuguesa ainda que conheço pouca um dia ou breve irei a Portugual si Deus quiser sou Brasileira. Vania.

  3. Os azulejos da ruas são magníficos.e depois de morar na Terrinha aprendi a amá-la em quase todos os sentidos, até no mesmo que temos no Brasil, quando só nós podemos citar os nossos defeitos ( QUE SÃO MUITOS).A relação dos símbolos portugueses tem um grande incenticador que foi o Felipão, durante a Copa do Mundo em que dirigiu a equipa portuguesa (gostaram da equipa? llollol).

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