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15 fantásticos locais para visitar na Islândia

Cada vez mais um destino de turismo na moda, a Islândia tem mais para visitar do que aquilo que imagina. Veja as nossas sugestões e construa o seu roteiro.

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Islândia

15 fantásticos locais para visitar na Islândia

Perdida no meio do Oceano Atlântico, a Islândia veio ao mundo por causa da força dos seus vulcões. Ao longo de milhões de anos, a Terra expeliu magma que moldou, esculpiu e construiu a paisagem daquilo que é hoje a Islândia. E não é uma paisagem qualquer. É uma paisagem deslumbrante, de cortar a respiração, própria de um local único no planeta, diferente de todos os outros. Até há bem pouco tempo, ninguém encarava a Islândia como um bom local para fazer turismo.

Mas a crise internacional que começou na década passada colocou a Islândia nas bocas do mundo. A desvalorização da sua moeda levou a uma baixa acentuada dos preços e atraiu mais turistas do que é habitual. No entanto, esses mesmos turistas, rapidamente se aperceberam que havia imenso por descobrir e por explorar neste pequeno país nórdico. De boca em boca, de revista em revista, de jornal em jornal, a Islândia tornou-se um destino turístico na moda. Se ainda não foi e planeia ir, descubra 15 fantásticos locais para visitar na Islândia.

1. Parque Nacional de Thingvellir

Este parque nacional localizado a cerca de 45 km da capital, Reykjavik, é um dos locais históricos mais importantes da Islândia. O Vale de Thingvellir, localizado no coração do Parque, constitui a separação entre as 2 placas tectónicas cujo afastamento criou a Islândia graças ao vulcanismo que gerou e que, ao longo de milhares de anos, expulsou o magma que criou o território islandês. A planície é cercada por montanhas que atingem 1000 metros de altura e formam uma espécie de parede que faz fronteira com a planície quebrada por falhas.

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Parque Nacional de Thingvellir

Um segundo aspecto é o histórico, já que na parte ocidental do parque fica o local onde se encontrou há séculos o primeiro Parlamento islandês. A origem do Parlamento islandês aparece datada no Landnámabók, livro que conta os primeiros anos da colonização e os nomes de todos os colonos conhecidos desde 874. Dadas as dificuldades do clima e o afastamento do mundo civilizado, as assembleias eram muito importantes, assim como a ajuda mútua entre os habitantes, factos que promoveram uma cultura de comunidade e entreajuda. Neste mesmo local foi declarada a independência da ilha em 1944.

2. Geyser Strokkur

Strokkur (Que em islandês significa “fazer espumar”) é um géiser localizado próximo do Rio Hvítá, na parte sudoeste da Islândia, a leste de Reykjavík, na área geotermal de Haukadalur. É um dos géiseres mais famosos do país, que entra em erupção a cada quatro a oito minutos e libera água que atinge em média vinte metros de altura, mas pode chegar a mais de quarenta metros.

Geyser Strokkur

A primeira referência a esse géiser data de 1789, quando um terremoto desbloqueou a saída de água e permitiu o surgimento do géiser. As erupções continuaram até o começo do século XX, quando outro terremoto bloqueou novamente a passagem de água pelo canal. Em 1963, por decisão do comité de géiseres, técnicos de geologia e sismologia desbloquearam a passagem de água e o géiser continua com erupções regulares desde então. Strokkur e as áreas ao redor atraem muitos turistas para visitar as erupções de água, já que este é um dos poucos géiseres naturais que ejectam água com frequência e regularidade.

3. Cascata Gullfoss

Uma das cascatas mais bonitas da Islândia é a Gullfoss (que significa “cascata de ouro”) e fica situada numa área designada por “Círculo Dourado”. Parece que na década de 1920, investidores estrangeiros queriam construir uma barragem no rio que alimenta a cascata para poder explorar energia hidroeléctrica e se o projecto fosse realmente concretizado, a cascata desapareceria. O proprietário dos terrenos circundantes recusou-se a vendê-los mas os investidores conseguiram obter permissão do governo.

Cascata Gullfoss

Foi então que Sigríður Tómasdóttir, filha do dono, tornou-se promotora de um protesto popular para a manutenção da cascata. A lenda diz que ela caminhou para Reykjavik (120 km de caminhada a pé) para ameaçar suicidar-se na cascata caso o projecto continuasse. Curiosamente, o advogado que trabalhou no caso para defender os proprietários foi o jovem Sveinn Björnsson, que viria a ser presidente da república islandesa de 1944 a 1952. Os investidores viriam a desistir do projecto de construção da barragem.

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